Medicina

Teste de Fertilidade: Ciclo menstrual

Responder à essas questões vai ajudar você a analisar se o seu ciclo menstrual apresenta quaisquer anormalidades ou se o seu ciclo menstrual muda mês a mês. Você terá uma noção de se há ou não problemas afetando suas chances de engravidar.

 

Faça esse “Teste de Fertilidade: Ciclo Menstrual” para ver se o seu ciclo menstrual está afetando a sua fertilidade. Para poder completar corretamente esse teste você deverá conhecer o seu ciclo menstrual. É importante que você conheça bem o seu ciclo para ver se você tem quaisquer problemas com a sua fertilidade em detalhes, e entenda que a sua idade pode afetar a sua capacidade de engravidar.

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Teste de Fertilidade: Relações Sexuais

Teste de Fertilidade

Sexo é um fator chave quando estamos tentando conceber um filho. Ao responder as perguntas no teste de fertilidade a seguir, você poderá avaliar a sua vida sexual e do seu parceiro. Responda à essas questões junto com o seu parceiro para descobrir como melhorar seus hábitos ou relações sexuais para o grande sucesso, quando se trata de conceber o seu filho.

Faça esse “Teste de Fertilidade: Relações Sexuais” para avaliar sua vida sexual em termos de fertilidade.

Muitos parceiros perdem a espontaneidade e a paixão em suas vidas sexuais quando estão tentando ter um filho. No entanto, é importante em qualquer relacionamento manter a diversidade e a intimidade, caso contrário, isso poderá causar um efeito na felicidade do casal e nas chances de engravidar.

 

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Lipedema Fotos

vascular.pro - Thu, 03/18/2021 - 18:41

Todos querem ver fotos de lipedema para tentar se comparar. Separo alguns desenhos de lipedema baseados em fotos.

Fotos de Lipedema

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O que é a circulação periférica?

vascular.pro - Thu, 03/18/2021 - 13:11

Chamamos de circulação sanguínea o trajeto que o sangue faz dentro do nosso corpo, levando a todos os órgãos e tecidos o oxigênio e demais substâncias necessárias para o desempenho de suas funções. O coração é o responsável pelo bombeamento de sangue na área central do corpo. Quando essa circulação acontece na parte inferior do corpo e nos membros superiores, ela é chamada de circulação periférica e pode apresentar diversos problemas quando o fluxo sanguíneo se torna irregular. A seguir, vamos saber mais sobre circulação periférica, doenças relacionadas, sintomas e medidas de prevenção.

 

Circulação periférica: o que é

Circulação periférica é aquela que acontece em partes específicas do corpo como pernas, braços e abdômen. É isso que a diferencia da circulação geral, aquela que percorre todo o corpo humano, incluindo a região da cabeça.

Sempre que falamos em circulação é comum que as pessoas confundam com aquela que acontece no coração, uma vez que esse é o órgão responsável pelo bombeamento e distribuição geral de sangue. Então, para facilitar o entendimento, podemos dizer que ao falarmos em periférico, estamos nos referindo ao fluxo sanguíneo que não acontece no coração.

É importante fazer essa diferenciação porque ela elimina uma confusão também muito comum que é associar um problema de circulação periférica a problemas cardíacos, simplesmente porque envolvem o sistema circulatório. Fato que o nome “cardiovascular” ajuda a aumentar essa confusão. Contudo, não são problemas obrigatoriamente relacionados.

A circulação periférica pode ser comprometida por muitas doenças que não tem relação com problemas cardíacos, mas por insuficiência venosa provocada por lesões, doenças arteriais periféricas ou mau funcionamento de veias e vasos.

 

Má circulação periférica: o que é e por que acontece

A má circulação acontece quando o fluxo sanguíneo não segue o seu curso natural, sendo interrompido ou prejudicado por alguma doença que atinge os vasos sanguíneos. O resultado deste comprometimento é a ausência ou quantidade insuficiente de sangue nas pernas e pés.

Como vimos, o funcionamento correto do nosso corpo só acontece quando a circulação sanguínea segue seu fluxo normal. A má circulação periférica impede que pernas, pés e abdômen recebam o oxigênio necessário.

Sem oxigênio, os tecidos ficam comprometidos, fazendo surgir diversos sintomas. Em alguns casos mais graves, esses tecidos podem morrer, de fato, levando à amputação de membros inferiores. É uma situação muito comum em quem sofre com diabetes, por exemplo, e não mantém a doença controlada.

 

Causas da má circulação

A principal causa da má circulação periférica é o endurecimento das artérias, provocado por doenças como a aterosclerose. Nesse tipo de enfermidade, placas de gordura se acumulam dentro das artérias, bloqueando a passagem de sangue e, consequentemente, de oxigênio.

A aterosclerose provoca também a doença arterial periférica (DAP ou DAOP), que se caracteriza pela diminuição do sangue nas artérias dos membros inferiores e que pode evoluir para a necrose dos tecidos afetados.

Outros fatores que causam a má circulação são as veias doentes, que também dificultam o fluxo sanguíneo, fazendo surgir um problema muito conhecido, especialmente, das mulheres que são as varizes. Estas são as principais consequências da insuficiência venosa.

 

Como identificar problemas na circulação periférica

Quando a má circulação sanguínea atinge a região periférica do corpo, existem alguns sintomas que logo indicam a presença de algum problema que merece ser investigado. Podemos citar:

  • Dor e cansaço nas pernas e pés;
  • Inchaço (edema);
  • Vermelhidão ou escurecimento da pele;
  • Presença de varizes e microvasos;
  • Pequenos ferimentos nas pernas e nos pés;
  • Sensação de formigamento nas pernas;
  • Cãibras;
  • Fadiga;
  • Fraqueza nas pernas;
  • Úlceras de difícil cicatrização etc.

 

Como prevenir a má circulação sanguínea e periférica

Não existe uma maneira que seja totalmente eficaz para evitar a má circulação sanguínea, contudo existem alguns cuidados que podem retardar o aparecimento ou evitar que algumas alterações surjam ou se agravem. Seguem as dicas:

 

Manter uma alimentação saudável

Focar em uma alimentação balanceada, com ingestão de alimentos naturais e evitando processados e industrializados. Evitar também alimentos muito calóricos ricos em açúcar e gordura.

Veja alimentos antiinflamatórios

 

Fazer atividade física

Um fator que influencia diretamente a má circulação sanguínea é o sedentarismo. Ficar muito tempo sem mexer o corpo compromete o fluxo dos líquidos corporais.

 

Perder peso

O sobrepeso e a obesidade geram uma sobrecarga enorme para pernas e pés, piorando quadros já existentes de doenças e estimulando o aparecimento de outras. Dieta e exercícios são eficazes para a redução do percentual de gordura no corpo.

 

Combater o alcoolismo e o tabagismo

Beber e fumar são hábitos que comprometem severamente o funcionamento do corpo humano, especialmente seus órgãos internos, pois aceleram a morte precoce das células.

 

Evitar ficar muito tempo na mesma posição

Seja deitado ou em pé, ficar muito tempo em uma única posição é prejudicial à circulação sanguínea. Pessoas que trabalham o dia inteiro em pé ou sentadas ou em recuperação pós-cirurgia podem sofrer com problemas de circulação e insuficiência venosa como as varizes.

 

Consultar um médico vascular

O cirurgião vascular é a especialidade responsável pelo tratamento e cuidado das doenças relacionadas à má circulação periférica. Logo que sentir algum desconforto ou identificar alguma alteração na pele, a orientação é buscar o diagnóstico para facilitar o tratamento.

 

Cirurgião vascular ou cirurgião cardíaco? Qual procurar?

O cirurgião vascular trata do sistema circulatório, mas o coração não está entre os órgãos acompanhados por essa especialidade médica. Como dissemos, o cirurgião vascular cuida de problemas arteriais periféricos, que podem também atingir o coração, mas que, nesse caso, são tratados por outra especialidade, que é o cirurgião cardíaco ou cardiologista.

Em todo o caso, o indivíduo precisa procurar ajuda médica sempre que notar algum sintoma que sinalize o surgimento de alguma doença, seja ela de ordem periférica ou cardíaca. Caso o médico que o atenda verifique que o caso deve ser acompanhado por outra especialidade, ele mesmo fará essa recomendação ou encaminhamento do paciente.

Como vimos, a circulação periférica é aquela que percorre as áreas mais extremas do corpo como pernas, pés, abdômen e órgãos adjacentes. O coração, portanto, não está incluso. Assim, o médico que trata as doenças arteriais periféricas, cirurgião vascular, não é o mesmo que opera o coração que, no caso, é o cirurgião cardíaco.

Para evitar essas doenças, é preciso ficar atento aos sinais da má circulação sanguínea na região periférica do corpo, observando alterações desconfortáveis nas pernas e buscando ajuda médica logo que perceber algo fora do normal. E, claro, não se esquecer de cultivar hábitos saudáveis, fundamentais para a saúde não só do sistema vascular e circulatório, mas de todo o corpo humano.

 

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Teste de Infertilidade: Estilo de Vida

Você não pode ignorar o seu estilo de vida quando se trata de identificar possíveis fatores que podem estar afetando a sua fertilidade. Respondendo a este teste de fertilidade você irá descobrir quais hábitos e ações afetam a sua fertilidade (ou de seu parceiro), e como você pode mudar seu estilo de vida e tentar outras coisas para ajudar você a conceber.

Ao responder às questões desse quiz você entenderá os aspectos do seu estilo de vida que podem estar afetando a sua fertilidade.

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Engravida

Se você está procurando uma clínica para engravidar em São Paulo, a Fertilidade.org atua no tradicional Instituto Amato em São Paulo. Seu parceiro não a engravida? Ou você que não consegue engravidar? Há mais de um ano? Veja quando deve procurar o especialista em reprodução humana.

A equipe multiespecialidades oferece ampla gama de opções de tratamentos ginecológicos, sempre com o foco nos melhores resultados clínicos.

Atuando há mais de 33 anos, o tradicional Amato – Instituto de Medicina Avançado oferece as mais diversas especialidades para a saúde da mulher. Com atendimento qualificado, o hospital dia na Av Brasil 2283 é o local mais recente e moderno de atendimento. Além das consultas médicas, realizamos no próprio consultório exames de ultrassonografia ginecológica e obstétrica, exames de Papanicolaou, pesquisa do vírus HPV, inserção de DIU, implantes e cauterizações de lesões na região genital. A Dra Juliana Amato, líder da equipe trabalha como ginecologista, obstetra e atua na área da reprodução humana e em diversos hospitais como Hospital Albert Einstein e Pro Matre. Possuimos também centro cirurgico para procedimentos minimamente invasivos.
 

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Cigarro pode comprometer fertilidade feminina

O hábito de fumar está relacionado à diminuição da fertilidade feminina, alerta a Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, em ocasião ao Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado no próximo sábado, dia 31 de maio.

As centenas de substâncias nocivas do cigarro diminuem a oferta de oxigênio nos tecidos, inclusive dos ovários, comprometendo a qualidade dos óvulos. O tabaco também pode afetar a fertilidade masculina, diminuindo a qualidade do sêmen. Porém o efeito nocivo crônico é mais acentuado nas mulheres, porque o homem produz linhagens de espermatozóides a cada três meses, enquanto a mulher já nasce com os óvulos prontos.

Os malefícios do fumo podem atingir também os bebês. Os filhos de mulheres fumantes são geralmente menores e de baixo peso, pois têm o crescimento uterino prejudicado pelo fato de ter menos oxigênio e nutrientes. E são mais propensos a serem fumantes se a mãe fumou durante gestação.

Em relação à fertilidade feminina, quanto maior a exposição, maiores os danos, que podem se tornar irreversíveis. Estudos utilizando fertilização in vitro, por exemplo, indicam que as chances de sucesso da gravidez são maiores, por tentativa, entre as pacientes que não fumam.

Baseado nesses malefícios para a fertilidade e para o bebê, recomenda-se que as mulheres deixem de fumar durante o tratamento contra infertilidade e na gravidez, “mas o ideal é que larguem o vício para sempre”. 

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Problemas de fertilidade – Visão geral do tratamento

Alguns problemas de fertilidade são tratados mais facilmente do que outros. Em geral, quando uma mulher envelhece, principalmente após os 35 anos de idade, as chances de engravidar caem. E as chances de aborto espontâneo sobem.

Se você tem 35 anos ou mais, seu médico pode recomendar que você ignore algumas das etapas que os casais mais jovens costumam passar, às vezes indo para tratamentos mais objetivos. Isso porque suas chances de ter um bebê diminuem a cada ano que passa.

É importante entender que mesmo se você for capaz de engravidar, nenhum tratamento pode garantir um bebê saudável. Por outro lado, cientistas neste campo tem feito muitos avanços que têm ajudado milhões de casais a terem bebês.

Tome tempo para planejar

Antes de você e seu parceiro iniciarem o tratamento, fale sobre até onde você quer ir com o tratamento. Por exemplo, você pode querer tentar o tratamento clinico hormonal, mas pode não querer fazer cirurgia. Obviamente você pode mudar sua mente durante o tratamento, com as informações adquiridas, mas é bom começar com uma ideia de quais seriam seus limites.

Tratamento para fertilidade também pode custar muito. E o convênio médico muitas vezes não cobre essas despesas, às vezes consegue-se o reembolso de consulta e alguns exames. Se o custo é uma preocupação para você, pergunte quanto ao custo dos medicamentos e procedimentos. Em seguida, descubra se o seu convênio cobre todos os custos. Converse com seu parceiro sobre o quanto vocês podem pagar.

Pensar sobre isso antes do tempo pode ajudar a evitar que você seja emocionalmente e financeiramente drenada ao tentar uma série de tratamentos que você não tinha planejado.

Infertilidade: Devo fazer tratamento? Tratamento inicial Tratamento para a mulher

Tratamentos para problemas de fertilidade em mulheres depende do que pode estar impedindo a mulher de engravidar. Às vezes a causa não é conhecida.

  • Problemas com ovulação. O tratamento pode incluir tomar medicamentos, tais como:
  • Infertilidade inexplicável. Se seu médico não consegue descobrir por que você e seu parceiro ainda não conseguiram engravidar, o tratamento pode incluir:
  • Trompas bloqueadas ou danificadas. Se suas trompas de falópio estão bloqueadas, o tratamento pode incluir cirurgia das trompas.
  • Endometriose. Se de leve a moderada, a endometriose parecer ser a principal razão para a sua infertilidade, o tratamento pode incluir cirurgia por laparoscopia para remover o crescimento do tecido endometrial. Este tratamento não pode ser uma opção se você tiver endometriose grave. Para obter mais informações, consulte o tópico Endometriose.
Tratamento para o homem

Seu médico pode recomendar que você primeiro tente a inseminação. Os espermatozoides são coletados e concentrados para então aumentar o número de espermatozoides saudáveis para inseminação.

Quando os tratamentos iniciais não funcionam

Muitos casais que têm problemas para engravidar chegam a um ponto em comum: eles precisam decidir se querem tentar a tecnologia de reprodução assistida (TRA).

Para saber mais, consulte os Tratamentos de Infertilidade.

Se você já não pensou sobre adoção, esse pode ser um momento para pensar sobre isso. Alguns casais decidiram neste momento gastar seus recursos em adoção ao invés de FIV. Outros casais viram a FIV como a melhor opção.

Clínicas de tratamento de fertilidade

Clínicas de Tratamento de Fertilidade não estão amplamente disponíveis em algumas partes do país, especialmente nas zonas rurais e distantes de grandes centros. Talvez você precise viajar para fazer o tratamento. Recebemos pacientes de todo o Brasil, e do exterior.

Ao analisar as taxas clínicas de sucesso, esteja ciente de que clínicas para tratamento de problemas de fertilidade mais graves podem ter taxas mais baixas de sucesso. Então é possível que uma clínica com uma menor taxa de sucesso tenha maior autoridade global que clínicas com maiores taxas de sucesso.

A taxa de sucesso de uma clínica é influenciada por muitas coisas, incluindo o laboratório utilizado, as habilidades dos médicos, a experiência e a causa ou causas do seu problema de fertilidade.

Quando você analisar taxas de sucesso do tratamento, lembre-se que as taxas de natalidade são sempre inferiores a ovulação e taxas de gravidez. Abortos são comuns entre todas as mulheres. Mas eles são mais prováveis em mulheres com fatores de risco tais como idade ou condição crônica de saúde mal controlada.

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Congelando sêmen, óvulos ou embriões antes do tratamento de câncer

Sêmen, óvulos ou embriões podem ser congelados e armazenados para possível utilização no futuro. Isso é conhecido como criopreservação. Criopreservação de espermatozoides, óvulos ou embriões pode ser uma opção possível para as pessoas que foram diagnosticadas com câncer, se o tratamento do câncer é provável de causar infertilidade.

Se você for diagnosticado com câncer, você deve ter a oportunidade de discutir o seu diagnóstico e o efeito do tratamento do câncer sobre a sua fertilidade, tanto com a sua equipe do câncer quanto com um especialista em fertilidade.

A decisão de congelar alguns espermatozoides, óvulos ou embriões depende de várias coisas, incluindo o tipo de câncer que você tem, seu plano de tratamento e quão rápido seu tratamento precisa começar. Sua equipe de saúde também deve levar em conta se o tratamento futuro da fertilidade tem boa probabilidade de ser bem-sucedido, e se a amostra armazenada ainda será utilizável quando você precisar dela. Você deve ser capaz de ter sua amostra congelada e armazenada por pelo menos 10 anos.

Os critérios para ter tratamentos de fertilidade que foram descritos ao longo deste outros artigos não se aplicam a pessoas que foram diagnosticadas com câncer e desejam usar criopreservação para preservar sua fertilidade. No entanto, se você precisar usar sua amostra congelada no futuro, estes critérios poderão ser aplicados.

Sêmen

Se você é um homem ou adolescente, você deve ser capaz de produzir uma amostra de sêmen congelado antes do seu tratamento de câncer começar. O armazenamento do seu espermatozoide deve continuar por mais de 10 anos se você ainda estiver em risco de problemas de fertilidade após este período.

Óvulos e embriões

Mulheres (e meninas adolescentes, se apropriado) que estão bem o suficiente para fazer estimulação ovariana e coleta de ovos devem ser indicadas para armazenamento de óvulos ou embriões, dependendo do que for mais adequado, antes do início do tratamento.

Você e sua equipe de saúde devem discutir se há tempo suficiente para fazer esse procedimento antes de iniciar o tratamento para o câncer (o processo de coleta de óvulos pode levar várias semanas), levando em consideração se ele pode piorar sua condição ou sua expectativa.

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Por que é importante fazer exame de sífilis quando se está planejando uma gestação?

Durante o tratamento de gravidez, geralmente na primeira consulta, o médico que está atendendo aquele casal que deseja engravidar solicita uma série de exames para saber como está a saúde dos dois. E um deles é o exame de sífilis. É um exame simples e fácil de ser realizado, mas que muitas mulheres ficam um pouco apreensivas ao realizá-lo. Afinal, é preciso mesmo fazer esse exame? Qual a importância do exame de sífilis quando se está planejando uma gestação?

O que é a Sífilis?

A sífilis é uma doença infecciosa e sexualmente transmissível, causada por uma bactéria. Ela provoca ferimentos, geralmente indolores, na região íntima do homem e da mulher. Além da transmissão sexual, há também a transmissão vertical, em que o bebê é infectado pela mãe ainda dentro do útero, através da placenta.

Quando é transmitida da mãe para o feto, a doença recebe o nome de sífilis congênita e é uma das principais causas de abortos, malformações e partos prematuros, trazendo riscos tanto para a mãe quanto para o bebê.

Felizmente, a sífilis é uma doença curável, mas precisa ser detectada o mais rápido possível, visto que pode se tornar uma doença crônica. O exame de sífilis é a melhor maneira de fazer esse diagnóstico, especialmente se a mulher estiver em tratamento para gravidez.

Exame de sífilis: o que é e como fazer?

O exame de sífilis mais comum e requisitado pelos médicos é o VDRL, um exame de sangue que atesta a presença de anticorpos combatentes da bactéria causadora da sífilis. É um exame simples e rápido, além de muito eficaz.

Além do VDRL, o médico também pode fazer um exame clínico, caso a gestante apresente alguma lesão, sinal ou sintoma que possa indicar a presença da sífilis. Geralmente, essa avaliação é feita a partir de uma análise da área lesionada.

Esse e outros exames devem ser realizados antes da gestação e ainda durante a gravidez, para garantir que a mulher e o bebê estejam livres da doença. A sífilis possui uma fase em que chamamos de latente, quando a bactéria não é detectada pelo exame.

Logo, o VDRL precisa ser refeito após dois ou três meses mesmo que o exame apresente resultado negativo.

Por que é tão importante fazer um exame de sífilis?

Como vimos, a sífilis é uma doença grave, com alto poder de transmissão entre casais que se relacionam sem proteção e entre mãe e filho durante a gestação. Apesar de ser uma doença muito conhecida por médicos e sociedade em geral, a sífilis ainda consegue infectar muitas pessoas.

A sífilis congênita, por exemplo, que passa de mãe para filho por meio da placenta, alcança índices altíssimos de transmissão. Uma das principais causas desse número elevado é o fato de a gestante não saber que tem a doença. Mas, se é uma doença tão conhecida, por que isso acontece?

A sífilis não costuma apresentar sinais claros, principalmente quando está em estágio inicial, mas é nesse período que a transmissão acontece com mais velocidade. Nas mulheres, geralmente, a doença se instala no canal vaginal, ânus ou colo do útero provocando ferimentos que não sangram e nem doem.

Até nas fases seguintes, a sífilis não provoca sintomas fáceis de perceber. Assim, a mulher não sabe que está doente, inicia uma gestação, permanece sem aparentar os sintomas e provavelmente só descobrirá a doença após algum problema no parto ou com o bebê.

Principais riscos da sífilis para o bebê

A sífilis pode ser transmitida da mãe para o bebê através da placenta ou na hora do parto, caso a lesão no canal vaginal esteja ativa. Os principais problemas apresentados são:

  • Aborto;
  • Bebê pode vir a óbito pouco tempo depois do parto;
  • Parto prematuro;
  • Malformação congênita ou tardia. Ou seja, a criança pode nascer com alguma deformação ou pode adquirir algum problema no futuro;
  • Malformação na região da boca como dentes, céu da boca ou fissura nos lábios;
  • Bebê com baixo peso;
  • Surdez;
  • Dificuldade de aprendizagem;
  • Deficiência mental;
  • Problemas ósseos.

Por todos esses motivos é que o exame de sífilis não pode ser negligenciado pelo médico e nem pelo casal que está pretendendo ter filhos. O resultado do exame sai rapidamente e caso seja positivo, é hora de fazer o tratamento adequado.

O resultado deu positivo para sífilis. E agora?

A sífilis é uma doença grave, mas que tem cura. O tratamento deve ser orientado pelo médico obstetra que acompanha a família e pode ser realizado, inclusive, durante a gestação. Se executado de forma precoce e corretamente, o tratamento da sífilis impede que o bebê seja infectado também.

Por isso, se o resultado do exame de sífilis der positivo, não há razão para desistir da gravidez ou acreditar que o bebê terá problemas ao nascer. O tratamento para a sífilis é eficaz no combate à doença e pode garantir uma gravidez segura para a gestante e para a criança.

Ao ser diagnosticada com a doença, a mulher deve se submeter ao tratamento, assim como o homem, uma vez que ambos podem estar igualmente infectados.

Contudo, é preciso saber que o tratamento cura a doença, mas não impede que a mulher seja infectada novamente, caso mantenha contato com a bactéria posteriormente. Por isso, a prevenção é essencial, com uso de preservativo durante todas as relações sexuais com o parceiro.

Exame de sífilis no bebê

Após o nascimento, o bebê, cuja mãe realizou tratamento para sífilis, também deve ser submetido ao exame VDRL a fim de identificar a presença de antígenos, os anticorpos que combatem a bactéria que causa a doença. O exame é mais uma medida de precaução para afastar de vez o risco da doença na criança.

É possível amamentar mesmo tendo sífilis?

Sim, a mãe pode amamentar o seu bebê desde que não existam ferimentos ou lesões nas auréolas, referentes à doença.

Vale salientar que, em alguns casos, mulheres que descobrem a sífilis durante a gravidez não terminam o tratamento e nem alcançam a cura da doença antes do nascimento da criança. Por isso, é fundamental ter esse cuidado ao amamentar o recém-nascido e não infectá-lo.

Como vimos, o exame de sífilis é essencial quando se está planejando uma gravidez porque, caso o resultado seja positivo, é possível começar o tratamento e impedir que o bebê seja infectado pela doença e venha sofrer sérias consequências antes e após o parto. A sífilis é uma doença grave, mas tem cura e o diagnóstico precoce é a melhor forma de controlá-la.

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Perguntas para serem feitas

Estas perguntas podem ajudá-la a discutir sua condição ou os tratamentos que foram oferecidos junto com seu médico especializado em reprodução humana. Abaixo algumas idéias de perguntas que podem surgir para serem feitas no momento da consulta inicial. A maior parte das perguntas já foram respondidas aqui no site, e algumas delas são bem personalizadas e só podem ser respondidas em consulta, mas é sempre bom ouvir o especialista.

Problemas de Fertilidade

Exames de Fertilidade

Tratamentos

Geral

  • Pode me dizer por que você decidiu me oferecer esse tipo específico de tratamento?
  • Quais são os prós e contras deste tratamento?
  • O que isso irá envolver?
  • Existe algum risco associado a este tratamento?
  • Quais são minhas opções para fazer tratamentos diferentes daqueles que me ofereceram?
  • Há mais algumas outras informações (como um folheto, DVD ou um site que eu possa acessar) sobre o tratamento que eu posso fazer?

Tratando as causas de problemas de fertilidade

  • Eu sou incapaz de ejacular: pode explicar as opções de tratamento disponíveis para me ajudar?
  • Eu tenho um distúrbio de ovulação: você pode explicar que tipo de tratamento de indução de ovulação seria mais adequado para mim?
  • Quais são minhas chances de ter uma gravidez múltipla com este tratamento?
  • Você pode explicar mais sobre a perfuração ovariana laparoscópica e se isso pode me ajudar?
  • Se eu tenho endometriose posso ainda engravidar naturalmente? Quais são as opções de tratamento para me ajudar?
  • Existe algum tratamento para infertilidade inexplicável que podemos tentar?

Inseminação intra-uterina

  • Se a contagem de espermatozoides do homem é baixa a IIU nos ajudaria a engravidar?
  • Você pode explicar mais sobre os procedimentos envolvidos na utilização de espermatozoides de um doador para IIU?

Tratamento de FIV

Congelamento de sêmen, óvulos e embriões

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Anatomia da Reprodução Humana

Os diversos órgãos do corpo humano que atuam na concepção e na gestação. Cada um desses órgãos podem estar relacionados a alguma causa de infertilidade e terá um tratamento específico na reprodução humana.

Na Mulher:

No Homem:

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A vagina

A vagina (do latim vagĭna, lit. “bainha”) é um canal do órgão sexual feminino dos seres humanos, parte importante do aparelho reprodutor feminino, que se estende do colo do útero à vulva. A cada lado da abertura externa da vagina humana há duas glândulas pequenas, chamadas Glândulas de Bartholin, secretoras de um muco lubrificante na copulação.

A parte de fora da vulva é denominada vestíbulo vaginal. Lá existem dois orifícios: orifício urinário (uretra) e o orifício genital (vagina).

A função reprodutiva da vagina consiste em receber o pênis no coito e dar saída ao feto no momento do parto, além de expulsar o conteúdo menstrual. A vagina é inicialmente protegida somente pelo hímen, uma membrana fina com algumas perfurações que permitem a saída do sangramento menstrual. Sendo o hímen normalmente rompido na primeira relação sexual, causando um pequeno sangramento.

Relação da vagina com a infertilidade

Secreção vaginal alterada está entre os sintomas de doenças sexuais e de inflamações perigosas, que podem estar associadas à causas de infertilidade.

Em casos onde a secreção é resultado de alguma doença sexualmente transmissível (DST), a doença mais comum é a tricomoniase, que provoca um cheiro muito forte e um corrimento de cor meio amarelada e meio verde, sendo causada por um protozoário. O tratamento é feito à base de antibióticos orais, para o casal. Mas o perigo maior está no fato da mulher contrair clamídia, que causa infertilidade: doença que quase não apresenta sintomas, mas pode provocar grave infecção uterina, chamada de cervicite, que atinge as trompas e causa obstrução tubária.

Uma consequência da candidíase é a alteração do pH vaginal, sendo que isso ocasionalmente pode ocasional um ambiente hostil para os espermatozoides. Além disso, durante o tratamento com uso de antifúngicos e cremes vaginais, os espermatozoides terão ainda mais dificuldades de movimentação para chegar ao óvulo. Após o tratamento da candidíase, qualquer dificuldade que poderia estar dificultando a gravidez terá desaparecido.

O vaginismo é uma outra condição que dificulta a concepção:  os músculos vaginais de uma mulher se contraem involuntariamente, sempre que qualquer abordagem é feita em sua vagina. Este espasmo é muitas vezes tão doloroso que a relação sexual é impossível, e essa condição às vezes dura por anos. É uma dificuldade sexual mais comum do que se imagina e pode afetar as relações afetivas de suas portadoras. De todas as disfunções sexuais é, em alguns casos, uma das mais fáceis de se resolver pois o tratamento é através de técnicas físicas que a própria paciente pode fazer com a orientação médica adequada.

 

veja também: como o espermatozóide chega ao óvulo


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Dieta para um tratamento de gravidez saudável

Muitos casais que desejam engravidar buscam uma dieta que garanta um tratamento de gravidez mais eficaz e saudável. Nós sabemos que um cardápio baseado em alimentos naturais, com ingredientes variados e de boa origem é fundamental para a saúde do nosso corpo em geral. Quando falamos em fertilidade, esse cuidado deve ser ainda maior.

Contudo, isso não quer dizer que exista uma fórmula alimentar que consiga eliminar todos os riscos e elevar cem por cento as chances de uma gravidez dar certo. O que existem são alguns alimentos e hábitos que podem influenciar de forma positiva ou negativa no tratamento para engravidar. Veja a seguir algumas dicas de alimentação que podem ser incluídas no seu dia a dia e melhorar a fertilidade.


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Dieta ideal para uma gravidez saudável

O objetivo de uma alimentação saudável é manter o indivíduo bem nutrido, com consumo equilibrado de fibras, vitaminas e outras substâncias essenciais ao bom funcionamento do corpo humano. 

Além de ter um corpo bem disposto e resistente a doenças, a boa alimentação também ajuda nos processos naturais do indivíduo como o processo de gravidez. Vamos às dicas:

Inclua proteína animal na sua dieta

Alguns estudos já identificaram uma redução considerável dos níveis de fertilidade em pessoas que se alimentam apenas de proteína vegetal em detrimento da proteína animal. Isso não quer dizer, contudo, que vegetarianos ou veganos não podem engravidar, mas sim que precisam encontrar outras maneiras de melhorar a fertilidade.

Quem já consome proteína animal não precisa aumentar a ingestão do alimento, apenas continuar mantendo-a no seu cardápio, até três vezes por semana. Além da carne bovina, inclua carne de frango, carne suína, ovos e peixes.

Evite o excesso de café e de álcool

Nada em excesso é benéfico e o mesmo acontece com o álcool e com o café, especialmente para quem está tentando engravidar. Então, quem é fã de um cafezinho diário ou de uma taça de vinho à noite, não precisa eliminar esses hábitos, mas diminuir a quantidade ingerida para garantir um tratamento mais saudável.

Perca peso e fique longe da obesidade

A obesidade também diminui a fertilidade em homens e mulheres. A mulher, quando está muito acima do peso, apresenta ciclo anovulatórios, ou seja, não ovulam, e isso compromete bastante a fertilização e a gravidez porque menos óvulos são liberados.

Já os homens, quando obesos, têm os seus hormônios alterados, o que interfere na saúde e na quantidade dos espermatozóides liberados.

Então, a dica para quem está tentando engravidar e está acima do peso é emagrecer através de hábitos saudáveis, melhorando a alimentação e fazendo atividade física. Diante da dificuldade em perder peso, é interessante buscar um endocrinologista.

Vitaminas podem ajudar

O uso de polivitamínicos é muito comum por mulheres que desejam engravidar e, de fato, eles podem ajudar a manter o corpo mais saudável, já que possuem doses equilibradas de várias vitaminas. Contudo, a melhora na fertilidade com o uso de polivitamínicos é bem pequena. Utilize polivitamínicos somente sob prescrição médica.

Ácido fólico

Já o ácido fólico é uma vitamina que não deve faltar e precisa estar em quantidades normais no organismo para evitar defeitos no tubo neural, durante a gestação. A ausência ou deficiência dessa vitamina pode contribuir para malformações fetais.

O ácido fólico está presente em folhas de cor escura como couve, espinafre e salsinha. Também é encontrado no brócolis, na beterraba, feijão, ervilha e lentilha.

Devido à baixa ingestão dessa vitamina pela gestante, muito comum, aliás, é recomendada a suplementação do ácido fólico durante a gestação para garantir a saúde do bebê.

Vitamina A

Temos também a vitamina A que, em excesso, pode estar associada a defeitos congênitos, segundo alguns estudos realizados. Por outro lado, a carência de vitamina A também pode influenciar no surgimento de doenças infecciosas.

Portanto, o ideal é sempre evitar os excessos, até mesmo de vitaminas, e tentar manter o equilíbrio no consumo de todas elas. A orientação de um nutricionista é fundamental antes e durante todo o processo de gravidez.

Reduza os laticínios

Os laticínios também são associados à diminuição da concentração de espermatozoides no esperma do homem. Por isso, devem ser consumidos com moderação e na sua versão mais magra, que são os desnatados.

São exemplos de laticínios o leite e seus derivados como a manteiga, o requeijão, o queijo e similares.

Consuma frutas e vegetais orgânicos

Em uma dieta saudável para tratamento da gravidez é muito importante ficar longe de alimentos que contenham algum vestígio de pesticidas, pois eles alteram a morfologia do espermatozóide do homem.

Evite a magreza excessiva

Se a obesidade atrapalha a fertilidade, a magreza em excesso também não ajuda. Quando têm um percentual de gordura muito baixo, essas mulheres deixam de menstruar e, consequentemente, não ovulam diminuindo as chances da gravidez, seja de maneira natural ou através de tratamento.

Inclua alimentos ricos em ômega 3 na sua dieta

O ômega 3 aumenta a produção de espermatozoides e eleva os níveis de fertilidade no homem. Além disso, previne doenças cardiovasculares, diabetes, inflamações e melhora a função cerebral sendo uma substância muito valiosa tanto para homens quanto para mulheres.

São fontes de ômega 3 os peixes, as sementes de chia, linhaça e girassol, além das castanhas e nozes.

Tenha hábitos saudáveis diários

Além de manter uma alimentação balanceada, é preciso que o casal que deseja engravidar mantenha hábitos igualmente saudáveis, com prática diária de atividades físicas, uma boa rotina do sono, mantendo o estresse sob controle e buscando ajuda médica sempre que perceber alguma alteração no organismo.

Lembrando que esses alimentos indicados para a melhora da fertilidade devem ser consumidos diariamente, mas de maneira equilibrada, dentro de uma alimentação amplamente saudável. As refeições devem ser diversificadas, com alimentos variados para melhor aproveitamento de todos os benefícios.

Como pudemos perceber, não existe uma dieta específica que possa garantir um tratamento de gravidez saudável, mas sim práticas e hábitos saudáveis tanto na alimentação quanto nos cuidados com o corpo em geral. Assim, em resumo, é importante evitar o consumo de produtos processados e industrializados, consumir frutas e vegetais livre de substâncias nocivas à saúde, incluir proteínas animais no cardápio, inclusive o peixe, e manter o peso equilibrado. Por fim, não esquecer de ficar longe do cigarro e do álcool em excesso e fugir do sedentarismo.

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Quais são as doenças vasculares periféricas?

vascular.pro - Fri, 03/12/2021 - 18:11

As doenças vasculares periféricas também são conhecidas como doenças arteriais periféricas e, como o nome sugere, são aquelas que atingem a extremidade do corpo, mais precisamente as pernas e os pés. Veja a seguir quais são os principais tipos dessa doença, seus fatores de risco e o que você pode fazer para evitar que elas surjam.

O que são doenças vasculares periféricas?

As doenças vasculares periféricas, (DVP), são distúrbios que afetam a circulação periférica do corpo, ou seja, a região das pernas e dos pés. A doença provoca estreitamento das artérias localizadas na região dos membros inferiores, prejudicando a circulação sanguínea local.

Quando não recebe o sangue de forma adequada, essa parte do corpo também não recebe oxigênio, essencial para a saúde e sobrevivência dos tecidos. A consequência da ausência de oxigênio, portanto, é a fragilidade dos tecidos que demoram a se recuperar após alguma lesão.

Mas, o que provoca esse estreitamento das artérias? A principal causa do comprometimento dos vasos sanguíneos é a formação de placas de gordura que, além de bloquear o fluxo sanguíneo, também endurece e lesiona as artérias por onde o sangue circula.

Além disso, existem alguns fatores de risco que aumentam a probabilidade do indivíduo sofrer com a doença vascular periférica. Falaremos mais sobre esses fatores de risco no final deste artigo.

 

Principais doenças vasculares periféricas

As doenças vasculares periféricas que mais atingem a população são:

Insuficiência venosa (varizes)

A insuficiência venosa é uma doença extremamente comum que atinge especialmente a região das pernas de homens e mulheres. O público feminino, contudo, é o que mais sofre com esse problema. A doença é provocada por má circulação nos vasos sanguíneos, geralmente ocasionada por bloqueios ou mau funcionamento das veias.

As varizes são uma das complicações da insuficiência venosa. São veias saltadas e tortuosas, que podem surgir como pequenos vasinhos e evoluir para condições mais graves da doença. A presença de varizes nas pernas é sinal de que há algum problema com a saúde dos vasos sanguíneos.

Sintomas

Além de veias aparentes e saltadas, outros sintomas da insuficiência venosa são veias de coloração arroxeada ou avermelhada, dor, cansaço e formigamento nas pernas, sensação de peso e desconforto geral na área afetada.

Quando não tratadas corretamente e precocemente, as varizes podem evoluir para complicações mais graves como trombose, úlceras e outras doenças.

Aterosclerose

A aterosclerose é a principal causa das doenças vasculares periféricas já que ela é responsável pelo acúmulo de placas de gordura dentro dos vasos sanguíneos, bloqueando a passagem do sangue e evitando que o oxigênio, o sangue e outros nutrientes cheguem aos órgãos e tecidos.

A aterosclerose pode atingir várias partes do corpo e as pernas são um exemplo de área atingida com frequência.

Sintomas

O acúmulo de gordura nos vasos acontece ao longo da vida do indivíduo e, nem sempre, oferece sinais que indiquem um problema.

Quando está em estágio mais avançado e acontece o rompimento dessas placas é que a pessoa começa a sentir que algo não vai bem com o seu corpo. Além disso, os sintomas podem variar de acordo com a área afetada. 

Quando atinge as artérias do pescoço e da região da cabeça, a aterosclerose pode provocar acidente vascular cerebral (AVC), morte súbita e infarto.

A aterosclerose, quando atinge as veias localizadas nas pernas, costuma provocar desconforto, cansaço e dor sem causa aparente e até durante períodos de descanso, dor ao caminhar e também ferimentos.

Trombose venosa

A trombose venosa é causada pela presença de coágulos nas veias mais internas das pernas, por isso também é chamada de trombose venosa profunda. Geralmente, o trombo se instala na região da panturrilha, responsável pelo bombeamento de sangue para os membros inferiores.

A trombose venosa pode evoluir para uma complicação bem mais grave que é a embolia pulmonar. Acontece quando o coágulo presente nas veias das pernas se desprende e segue o fluxo da corrente sanguínea chegando até os pulmões, bloqueando as artérias do órgão, provocando falta de ar e dor no peito. A embolia pulmonar é uma das causas mais comuns de morte repentina.

Temos também a trombose arterial, que é quando o coágulo bloqueia uma artéria. Uma das principais consequências dessa doença é o AVC (Acidente Vascular Cerebral). É uma doença perigosa que precisa ser diagnosticada o mais rápido possível.

Mas, o que provoca a trombose venosa?

A trombose normalmente se manifesta quando uma pessoa passa muito tempo imóvel, em uma mesma posição. É o que acontece em voos muito longos, após a realização de cirurgias ou quando a pessoa tem alguma condição que a obriga a ficar por muito tempo sem se movimentar.

Além disso, como vimos, a trombose pode ser causada por alguma lesão ou mau funcionamento de veias e artérias que dificultam a passagem de sangue, formando os trombos. É o que caracteriza as doenças vasculares periféricas.

Sintomas

Os principais sintomas da trombose são: dor, inchaço local, vermelhidão, calor e musculatura rígida.

Fatores de risco para as doenças vasculares periféricas

Existem alguns fatores de risco que podem aumentar a chance de uma pessoa sofrer com uma doença vascular periférica. São eles:

  • Predisposição genética;
  • Sedentarismo ou longos períodos em posição imóvel;
  • Obesidade;
  • Tabagismo;
  • Alcoolismo;
  • Uso prolongado de anticoncepcionais;
  • Idade avançada;
  • Doenças cardiovasculares e respiratórias;
  • Diabetes;
  • Altas taxas de colesterol;
  • Alimentação rica em gorduras e industrializados;
  • Varizes (fator de risco para a trombose);
  • Estresse.
Como prevenir

Não existe uma maneira cem por cento segura de prevenir o surgimento dessas doenças, mas é possível reduzir o risco de ser afetado por elas. O primeiro passo é conhecer todos os fatores de risco e tentar ficar longe deles.

Assim, é preciso melhorar a alimentação, perder peso, deixar de lado os hábitos pouco saudáveis, fazer atividade física e driblar o estresse realizando atividades relaxantes. Além disso, é preciso tratar doenças já existentes como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas.

Por fim, realizar uma consulta com um médico vascular logo que identificar alguma alteração no corpo ou após os 35 anos de idade, especialmente se houver algum caso na família de doença vascular periférica ou similares.

Como pudemos perceber, as doenças que afetam o sistema vascular periférico são extremamente nocivas ao indivíduo causando não só problemas estéticos, como é o caso das varizes, mas, principalmente, impedindo uma vida com mais qualidade e mais longa, que é o mais importante.

 

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Problemas de Fertilidade

Cerca de 1 em cada 7 casais heterossexuais no Reino Unido procuram aconselhamento em algum momento de suas vidas por terem dificuldades em engravidar *, o que não é muito diferente do Brasil. O tempo que leva para conceber naturalmente varia e a idade pode ser um fator importante: ambas as fertilidades, das mulheres e (em menor grau) dos homens gradualmente declinam conforme eles envelhecem.

Uma mulher pode ter problemas de fertilidade pelo fato de seus ovários não produzirem óvulos regularmente, ou porque suas trompas de Falópio estão danificadas ou bloqueadas e o espermatozoide não consegue chegar até os óvulos. Nos homens, um problema de fertilidade geralmente ocorre devido ao baixo número ou a má qualidade do espermatozoide. Para até um quarto das pessoas, nenhuma razão pode ser encontrada para os seus problemas de fertilidade. Isso é chamado de infertilidade inexplicável (sem causa aparente).

 

*NHS

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Indicações para tratamento da infertilidade


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[Transcrição]

Eu sou Juliana Amato, eu sou especialista em ginecologista obstetrícia e reprodução assistida. Hoje nós vamos falar sobre infertilidade, as orientações para quais pessoas devem procurar o tratamento ou o especialista. Quem deve procurar o tratamento são os casais que estão há 1 ano em tentativa de engravidar, as mulheres com mais de 35 anos que não tem o desejo de engravidar por agora ou que estão tentando engravidar a partir de agora, e os pacientes que tem algum tipo de doença como o câncer que deverá ser feito a preservação da fertilidade. Os casais que estão há um 1 ano sem engravidar, deverá ser feito uma avaliação do casal para saber qual que é a causa mais provável de infertilidade, se é masculina ou se é feminina. A causa mais comum de infertilidade das causas femininas são as anovulatórias a falta de ovulação e nas causas masculinas é as azoospermia ou alguma alteração do espermograma. Pacientes acima de 35 anos, sabe-se que com 35 anos a nossa fertilidade ela dá uma decaída, porque a mulher ela nasce com número de óvulos que ela vai gastar ao longo de sua vida, quando ela menstrua a primeira vez ela começa a gastar esses óvulos, a depletar esses óvulos e com 35 anos se vê que essa queda de óvulos se acentua cada vez mais então, ela tem uma quantidade diminuída e se ela quiser ter um filho ou mais, ela tem que pensar numa primeira gravidez antes dos 35 anos. E as pacientes que estão em tratamento de câncer tanto de ovário quanto câncer de mama tem que ser orientadas a preservação da fertilidade, elas vão ter que fazer uma quimioterapia então, elas precisam preservar os seus óvulos, ou seja, congelar

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Fundamentos sobre a Fertilidade – Reprodução Humana

A reprodução natural humana é um processo tão complexo e espetacular que parece miraculoso que a gravidez ocorra tão frequentemente como ocorre. As três principais fases da reprodução humana, como explicitadas abaixo, são: Ovulação, Fertilização e Implantação.

 

O DNA é uma molécula comprida e espiralada, que se localiza no núcleo celular, nele está “escrita” toda a informação necessária para que a célula execute bem sua função, assim como um programa de computador. Se a célula é o computador, o DNA é o disco rígido de informações que dará a instrução para que ela funcione como um computador conectado numa rede muito maior; se a célula é do músculo, a instrução é para que ela funcione como uma célula muscular.
A molécula de DNA se assemelha a uma escada espiralada: há um corrimão de cada lado e degraus ligando esses corrimãos. Os degraus são a parte variável do DNA, representados pelas letras A, T, G e C – que são os compostos orgânicos adenina, timina, citosina e guanina, respectivamente. Estas substâncias estão em uma sequência que somente a célula consegue ler e cada uma recebe o nome de gene. Para que a leitura seja feita corretamente, a célula envia uma cópia do gene para fora do núcleo sob a forma de RNA.
No citoplasma existem elementos (os ribossomos) capazes de fazer a leitura do RNA e quando isto acontece dizemos que o gene está se expressando, pois o gene expressa sua informação por meio do RNA. Vários genes podem ser lidos ao mesmo tempo. A partir do conjunto de informações que essa leitura fornece, formam-se várias características, como cor do cabelo, forma do rosto, tamanho do corpo, cor dos olhos, propensão à certas doenças e muito mais. Estas características recebem o nome de fenótipo.
Por causa do seu grande comprimento, o DNA precisa se enrolar até ficar bem “apertado” para caber na célula, formando uma estrutura chamada cromossomo. Cada espécie de ser vivo possui um número de cromossomos, e o ser humano possui 46. Metade dos cromossomos, 23, vem da mãe e a outra metade é fornecida pelo pai. E é aí que entra a maravilha da reprodução humana: a mistura de dois seres formando um terceiro diferente.
Nos órgãos reprodutivos femininos (ovários) e masculinos (testículo) existem células especializadas em gerar gametas (células que possuem 23 cromossomos, ou seja, apenas metade dos 46) chamadas de óvulo e espermatozóide. A meiose é o processo pelo qual uma célula com 46 cromossomos produz outras com 23 cromossomos.
Quando óvulo e espermatozóide se unem dentro do útero forma-se o zigoto (com 46 cromossomos), que é a nossa primeira célula. O ser humano unicelular. Assim que gerado, o zigoto começa a se multiplicar, produzindo outras células idênticas. Para que uma célula produza duas, ela deve, em primeiro lugar, duplicar todas as estruturas existentes em seu interior, inclusive o DNA. Replicação é o nome do processo no qual o DNA se autoduplica, e, com a mitose ocorre a duplicação da célula inteira.
Depois de todo esse processo as células começam a formar diferentes tipos de órgãos: pele, nervos, músculo, ossos, intestino, rim, etc. Quando o organismo está completo, após se desenvolver e crescer de tamanho, chega o momento do nascimento.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Histerossalpingografia: exame das trompas uterinas

Vamos direto ao assunto?

É o exame que avalia as trompas uterinas. Chamado de histerossalpingografia pode ser visualizado no video abaixo.

O exame de raio-x com contraste tem fama de desconfortável, mas tudo depende do material usado pelo laboratório e da possibilidade de sedação. O Instituto Amato, onde localiza-se o Fertilidade.org, tem infraestrutura para realizar o exame com sedação e maior conforto para a paciente. Converse com sua especialista em reprodução humana.

A histerossalpingografia é um exame normalmente realizado para verificar se há alguma anomalia no útero ou nas trompas de pacientes que apresentam dificuldade para engravidar, mas também pode ser feito para investigação de outros problemas ginecológicos ligados à anatomia do útero e das trompas. Se a anatomia estiver muito alterada, poderá haverá haver problemas para conseguir ter um bebê.

O exame consiste em injetar um contraste (líquido colorido), através do colo do útero, no aparelho reprodutor da mulher, para que seja possível a visualização da cavidade uterina e das trompas uterinas através de radiografias. Ocasionalmente o próprio exame pode acabar desobstruindo e liberando as trompas para a fertilização.

 

O que é histerossalpingografia (ou histerosalpingografia)?


A histerossalpingografia é exame feito no útero e nas trompas uterinas para diagnosticar malformações dos órgãos reprodutores femininos, doenças da cavidade uterina e do interior das trompas de Falópio. Indicada principalmente nos casos de infertilidade por obstrução de trompas.

Histerossalpingografia e gravidez

A histerossalpingografia não pode ser realizada se houver a possibilidade da mulher estar grávida, pois utiliza Raio-X e contraste, sendo prejudicial à saúde do feto.

Pelo exame, é possível descobrir também possíveis alterações de forma congênitas do útero, sinéquias uterinas (cicatrizes e aderências dentro da cavidade uterina) além de tumores intrauterinos. Mulheres que possuem história de abortos de repetição, doença inflamatória pélvica crônica e miomatose também podem necessitar deste exame.

Histerossalpingografia dói?

Existe um certo medo coletivo de precisar passar pela histerossalpingografia. Pois quando realizada com equipamentos de baixa qualidade, ou por profissionais despreparados, a histerossalpingografia pode ser realmente dolorosa e bastante desconfortável. O contraste também deve ser aquecido previamente, para evitar a contração uterina que também pode causar dor no momento do exame. O exame, quando realizado pelo convênio, nem sempre comporta sedação para conforto da mulher. O desconforto pode ocorrer, sendo necessário medicação analgésica e anti-inflamatória que será indicada pelo médico responsável. A histerossalpingografia feita com cuidado é bem tolerada.

Histerossalpingografia pode ajudar a engravidar?


O exame de histerossalpingografia ajuda engravidar? O resultado esperado não deve ser esse, mas mesmo sendo um exame diagnóstico, há relatos de mulheres que conseguem engravidar imediatamente após a realização deste exame, por conta do “desentupimento” das trompas. Quando há uma pequena obstrução simples das trompas, a gestação realmente pode ocorrer, mas o exame não tem o intuito inicial de ser terapêutico, mas sim diagnóstico. O exame tem como objetivo encontrar possíveis alterações anatômicas ou funcionais que podem atrapalhar a chegada de uma gestação.

Histerossalpingografia onde fazer?


É importante encontrar um bom laboratório, conceituado e conhecido, indicado pelo seu médico especialista em infertilidade para que o exame seja feito por médicos experientes e com equipamentos de qualidade. Nós fazemos o exame no Instituto Amato e a Clinica Fertilidade.Org em centro cirúrgico adequado e com suporte à sedação. Nessas situações, a dor é mínima ou nula, e os resultados são confiáveis, podendo ajudar corretamente seu esterileuta a identificar quaisquer problemas localizados na trompa e útero responsáveis pela infertilidade.

Como é feita a histerossalpingografia?

 

Neste exame, a mulher é colocada em posição ginecológica, em sala adequada com equipamento de RaioX, coloca-se um espéculo vaginal e é introduzido no canal do colo do útero, um catéter apropriado. Por este catéter injeta-se contraste, que deve permear a cavidade uterina e as trompas. Se as trompas estiverem desobstruidas, o contraste “cai” na cavidade abdominal.
Durante a injeção do contraste, realizam-se radiografias da pelve que mostrarão a progressão do contraste e, pelas imagens geradas pelo contraste, é possível avaliar o útero por dentro e a situação das trompas.

*histerosalpingografia – o correto é histerossalpingografia

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8 Maneiras de Aumentar a Sua Fertilidade

Coisas simples – dieta, momento do sexo e até o seu lubrificante – podem ajudar você a engravidar mais rápido.

 

Se vocês são como a maioria dos casais que estão tentando ter um filho, desejam engravidar o quanto antes. A pressa pode ser inimiga nessas situações…

Ter relações o mais próximo possível da ovulação definitivamente ajuda, e, para isso, nós temos a calculadora da fertilidade para ajudar. Mas especialistas em fertilidade dizem que há outras maneiras para os casais aumentarem a fertilidade. Algumas medidas simples podem fazer do próximo mês o mês em que você vai gritar: “Estamos grávidos!”

1. Impulso na fertilidade dela: Controle do peso

Estar abaixo do peso ou acima do peso pode atrasar o tempo que levará para uma mulher engravidar, além de influenciar na ovulação. O peso antes de engravidar é frequentemente um fator negligenciado na fertilidade, e é um dos fatores mais facilmente alcançáveis. Ou seja, manter um peso saudável pode ajudar a engravidar.

Em um estudo, os pesquisadores avaliaram o índice de massa corporal (IMC) de 2.112 mulheres grávidas. As mulheres no estudo que tinham um IMC pré-gravidez de 25-39 -consideradas acima do peso ou obesas – tinham o dobro de aumento no tempo que levaram para engravidar. O IMC menor que 19 (18,5 a 24,9 é o considerado normal) é ainda pior, concluíram os pesquisadores. O tempo para engravidar teve um aumento de quatro vezes mais em mulheres com um IMC abaixo de 19. Ou seja, nem acima do peso e nem abaixo do peso.

Dra Juliana Amato diz para as mulheres permanecerem em um peso saudável quando estiverem tentando engravidar.

Leia: Qual a relação entre a obesidade e infertilidade?

2. Impulso na fertilidade dele: Protegendo os espermatozoides

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a ideia de que usar cuecas tipo box (boxers) em vez de cuecas apertadas aumenta a fertilidade, mantendo as temperaturas genitais baixas, é, basicamente, uma lenda urbana. Estudos anteriores parecem apontar para as boxers como a melhor escolha, mas estudos mais recentes não mostraram uma grande diferença.

E a respeito de expor os testículos à outras fontes de calor? A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva diz que o controlar a temperatura não representa muito no aumento da fertilidade. Alguns médicos, no entanto, recomendam ficar longe de certas fontes. Por exemplo, ficar sentado em uma banheira quente, dia após dia, deve ser evitado, mesmo que o homem não tenha identificado nenhum problema de fertilidade. Em pelo menos um estudo, a exposição repetida a águas em altas temperaturas através de banheiras quentes ou banhos quentes demonstraram afetar a fertilidade masculina.

Porém nenhuma pesquisa demonstrou claramente a ligação entre a exposição a outras fontes de calor e a fertilidade masculina. A ausência de evidência não é evidência da ausência. Um estudo mostrou que as temperaturas escrotais subiram em usuários de notebooks que deixavam o computador em seus colos e advertiu que as exposições a longo prazo a altas temperaturas podem prejudicar os espermatozoides. Outro estudo descobriu que a exposição à radiação de telefones celulares pode afetar adversamente o esperma que foi coletado dos participantes. Pesquisadores de um estudo especularam que manter um celular no bolso da calça poderia afetar a saúde do esperma do homem.

Embora nenhum estudo tenha sido suficiente para provar que a exposição a fontes de calor pode prejudicar o esperma o suficiente para afetar a fertilidade, acredita-se que um homem que quer ser pai provavelmente não deveria manter seu notebook no colo por períodos prolongados de tempo. Mas, mesmo levando em conta as conclusões acima expostas, a banheira quente por tempo prolongado pode ser mais influente.

Leia: Fatores masculinos de infertilidade

3. Impulso na fertilidade dela: Cuidado com as bebidas

Beber muito café ou álcool em excesso pode comprometer a fertilidade de uma mulher. Especialistas dizem que beber mais do que cinco xícaras de café por dia – o equivalente a cerca de 500 miligramas de cafeína – está associado com baixa fertilidade. Mas não desista do seu copo diário de café ainda.  O consumo moderado e controlado de cafeína, pode estar liberado. Tomar uma ou duas xícaras por dia é bom. Para as mulheres que são bebedoras de café ou refrigerante: fique abaixo dos 200 a 250 miligramas de cafeína por dia.

Estudos sobre a ingestão de álcool e a fertilidade feminina têm produzido resultados mistos. Mas os investigadores suecos descobriram que as mulheres que bebiam duas bebidas alcoólicas por dia diminuíram sua fertilidade por até 60%. Mais uma vez, moderação é a chave. Apesar dos níveis mais elevados de álcool – duas doses ou mais por dia – terem de ser evitados ao tentar engravidar, não há nenhuma evidência que mostra que o consumo moderado de álcool afeta negativamente a fertilidade.

Você vai, no entanto, querer cortar o álcool completamente, uma vez que você esteja grávida. Beber enquanto gestante aumenta o risco de sérios defeitos de nascimento.

Leia: Carros são culpados por infertilidade? Outras causas ambientais.

4. Impulso na fertilidade do casal: Parar de fumar

Fumar cigarros pode comprometer a fertilidade tanto da mulher, quanto do homem. Fumar afeta o quanto o útero é receptivo ao óvulo. E em homens, fumar pode reduzir a produção de espermatozoides e danificar o DNA. Os peritos sugerem também fortemente desistir de fumar antes que você esteja grávida. Fumar estando grávida aumenta o risco de aborto espontâneo.

Leia: Cigarro pode comprometer a fertilidade feminina.

5. Impulso na fertilidade do casal: O Período Fértil

Aproveitar o que os médicos chamam de “período fértil” pode aumentar suas chances de gravidez. O período fértil é os seis dias que terminam no dia da ovulação. A gravidez é mais provável de ocorrer com relações sexuais dentro dos três dias antes da ovulação. Utilize nosso calendário da fertilidade.

Casais muitas vezes esperam até o dia da ovulação ou depois para ter relações sexuais. Mas se você realmente quiser engravidar, comece antes da ovulação.

Mantenha também um registro aproximado da ovulação – seja pela tabelinha, calculando que a ovulação ocorre aproximadamente 14 dias antes do período menstrual, ou usando um kit de predição de ovulação, que são amplamente vendidos online e nas farmácias.

6. Impulso de fertilidade do casal: Fazer Sexo Frequentemente

Atrasar o ato de fazer amor — ou como alguns casais dizem, “economizar” — não vai aumentar as chances de gravidez. Depois de uma semana, a contagem de esperma aumenta um pouco, mas a motilidade diminui. Não fazer sexo por mais de cinco dias pode afetar a contagem de espermatozoides adversamente. Mas intervalos tão curtos quanto dois dias não prejudicam a densidade do esperma. Embora a prática diária tenha produzido a maior taxa de gravidez em um estudo, ela pode representar estresse demais para alguns casais. O mesmo estudo mostrou que ter sexo qualquer outro dia produziu uma taxa de gravidez quase tão boa.

Leia: Coito programado.

7. Impulso de fertilidade dos casais: Escolha Lubrificantes Sabiamente

Com relações sexuais mais frequentes, os casais podem usar mais lubrificantes vaginais.  Alguns lubrificantes podem, na verdade, diminuir a fertilidade. Quando você estiver tentando engravidar, certifique-se de evitar produtos que possuem agentes espermicidas.

Então como é um bom lubrificante para uso? Óleo de canola e até mesmo óleo de amendoim podem ser melhor que um lubrificante com espermicida segundo alguns especialistas. Mas os lubrificantes improvisados não são bons. 

Você deve evitar os lubrificantes comercialmente disponíveis à base de água. Lubrificantes à base de água, tais como, KY, podem inibir a motilidade dos espermatozoides de 60% a 100%.

8. Impulso de fertilidade do casal: Evitar Pesticidas e Outros Riscos Prejudiciais

Exposição a pesticidas, principalmente pesticidas agrícolas, pode prejudicar a fertilidade tanto quanto em homens quanto em mulheres. E a exposição a alguns solventes e toxinas – incluindo aqueles usados em empresas de impressão e estabelecimentos de limpeza a seco – pode afetar negativamente a fertilidade feminina.

 

 

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