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Causas de sangramento vaginal

O sangramento vaginal pode não ser causado por doenças subjacentes. Algumas causas comuns incluem menstruação, objetos inseridos no corpo (como um DIU), efeitos colaterais de medicamentos ou parto.

O sangramento intermenstrual tem muitas causas possíveis. Por si só, não indica necessariamente uma condição séria.

O sangramento vaginal é considerado anormal se ocorrer:

  • Quando você não está esperando o período menstrual
  • Quando o fluxo menstrual é mais leve ou mais pesado do que o esperado
  • Em um momento inesperado, como antes de 9 anos de idade, durante a gravidez ou após a menopausa.

Durante a gravidez, um sangramento pode significar complicações graves, como gravidez ectópica ou aborto espontâneo. Nesses casos, sempre se deve procurar ajuda médica.

Outras causas de sangramento intermenstrual incluem:

Outras causas menos comuns de sangramento vaginal anormal que pode ser mais grave incluem:

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Gravidez + Diabetes = Diabetes Gestacional

Conheça os principais riscos de se ter diabetes gestacional e saiba como se prevenir. Assista ao vídeo e compartilhe. Dra Juliana Amato, ginecologista especialista do Instituto Amato explica o assunto.

-- transcrição --

Olá, meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra da Clínica Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre diabetes gestacional. E diabetes gestacional é a condição de diabetes que ocorre somente na gravidez. O que ocorre é que no início da gravidez a placenta é formada e com isso a placenta é responsável pela produção de vários hormônios que mantêm o equilíbrio hormonal. Diante das inúmeras alterações hormonais que a grávida vai ter durante a evolução da sua gestação. A placenta é formada nesse início de gravidez e o que ocorre é que essa essa vascularização da placenta ela não é bem formada e com isso tem uma alteração na homeostase da insulina. Então a diabetes ela começa a aparecer. A glicemia ela aumenta e começa a ter sintomas de diabetes e os sintomas são: aumento da ingestão de água, aumento da urina durante a gestação, vai mais vezes ao banheiro, para urinar. Mas não é toda a urina porque quando a gente está grávida o útero cresce então a gente vai mais vezes ao banheiro. Quando a gente está grávida o útero cresce e comprime a bexiga. Nós vamos mais vezes ao banheiro então tem um aumento dessa frequência de ir ao banheiro. Na diabetes gestacional já é uma coisa exagerada, já é uma urina mesmo em grande quantidade a urina ela pode ficar mais amarelada.  Para o feto, para o bebê, o que pode ocasionar? Aumento de peso então foram aqueles grandes, gordinhos, que nascem muito maiores do que o esperado e com isso quando ele nasce ele pode ter hipoglicemia. Ele pode ter obesidade quando mais velho e ele pode ter um maior risco de diabetes gestacional quando ele for adulto. Quais exames  são feitos para diagnosticar uma diabetes gestacional? Inicialmente no pré natal e avaliada com um exame de glicemia mas a partir da 24ª semana é solicitado um exame de teste de tolerância oral a glicose. Ele vai fazer o diagnóstico dessa diabetes gestacional. Como que a gente faz o manejo dessa diabetes gestacional? Como a gente faz o tratamento? Inicialmente o tratamento é adequar a alimentação à dieta, e exercícios físicos na medida da pessoa que ela está acostumada mas tem que fazer um exercício físico. Mudanças de hábitos mesmo ter hábitos mais saudáveis. Se a diminuição da ingestão de carboidratos, de açúcar como a frutose, como os açúcares em geral não melhorarem essa condição de diabetes gestacional, aí sim é indicado entrar com insulinoterapia. No caso de gestante, o mais usado é a insulina, não pode ser os hipoglicemiantes orais porque eles são contra indicados durante a gravidez. Normalmente esse controle  é até razoável se a paciente ajudar junto com a alimentação. Então leva-se uma gravidez até o termo, até o final, normal, mas depois da gravidez, ainda tem que fazer um acompanhamento porque a maioria das pacientes que adquiriram diabetes gestacional  passam após 12 semanas pós parto a não ter mais essa condição. Mas algumas dependendo do nível de glicemia se for bem controlado ou não elas continuam sendo diabéticas. Por isso é importante o acompanhamento com seu obstetra e fazer um pré natal muito bem feito. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal, ative a Sininho de notificação, deixe seu comentário, deixe seu like que você receberá novos vídeos. Obrigada.

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Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está?

vascular.pro - Mon, 09/09/2019 - 12:35
Clique no video e veja a sua classificação. Sabendo a classificação é possível saber o melhor tratamento. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto amato (www.amato.com.br), explica como os cirurgiões vasculares usam essa classificação. #nopainnovein  

  -- transcrição --   Olá sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre a classificação de gravidade para varizes que é a classificação de CEAP. O C significa Clínico, o E de etiológico,  o P de fisiopatológico em inglês, e o A  de anatômico. Então classificação de CEAP, a gente usa para classificar o paciente na sua gravidade da sua doença e assim a gente consegue indicar o melhor tratamento. Então quando eu falo de CEAP 1 2 até 6 eu estou falando da classificação C que é a classificação clínica então a classificação C 1 ou CEAP 1 seria aquele paciente que tem as teleangiectasias, aqueles vasinhos bem fininhos nas pernas e esses vasinhos incomodam esteticamente. A classificação se CEAP 2 são as veias varicosas aquelas veias maiores podem ficar do tamanho de um dedo às vezes um pouquinho menor às vezes um pouquinho maior. São veias dilatadas e tortuosas visíveis a olho nu. Então a classificação 2. A aparência das veias não importa desde que elas já sejam maiores do que os vasinhos. Na classificação CEAP 3 ou C3 já tem inchaço então o edema é importante para colocar o paciente na classificação do CEAP 3 e na presença ou não de varizes então pode haver uma insuficiência venosa crônica , uma insuficiencia  venosa profunda algo que acaba colocando o paciente nessa classificação. A classificação CEAP 4 é aquele paciente que já tem os danos na pele por causa da insuficiência venosa então ele pode apresentar manchas na pele a hipercromia, lipodermatoesclerose,  que é essa pele mais endurecida parece um couro, pequenas manchas brancas como atrofia Alba, perda de pêlos eczema que leva coceira e várias outras lesões de pele. A classificação CEAP C5 é aquele paciente que já teve uma úlcera e conseguiu cicatrizar. Então ninguém que está na classificação CEAP 4 vai direto para CEAP 5 acaba indo pro CEAP 6 que é a úlcera venosa. A presença de feridas de longa duração passa a se chamar úlcera. As úlceras varicosas, úlceras venosas, úlcera hipertensão venosa. Elas são grandes feridas, muitas vezes não dói. Quando dói alguma coisa está associada com uma infecção ou uma doença arterial. Essas úlceras então a classificação de CEAP C6 é o paciente que consegue tratar uma úlcera CEAP C6 ele volta para uma classificação C5. Então quando a gente consegue classificar o paciente de C1 a C6, a gente consegue dizer qual que é o melhor tratamento para o caso. Então CEAP C1 o tratamento mais voltado para a estética, tratamento C2 será a micro cirurgia ou o tratamento estético, o tratamento do C3 a gente começa a ter que ser um pouquinho mais invasivo para diminuir a insuficiência venosa. Tratamento no CEAP C4 tem que ser mais invasivo. A gente tem que resolver o problema, porque o próximo passo é úlcera  venosa. O tratamento do C5, na verdade é a prevenção da abertura de uma nova úlcera e o tratamento de C6 que é a úlcera aberta. Existem várias técnicas mas sempre visando o fechamento da úlcera para depois o tratamento da insuficiência venosa. Gostou dos nossos vídeos? Assine nosso canal. Clica no Sininho aqui pra receber todas as notificações! E aguarde o nosso próximo vídeo. Até a próxima.Tags: amatotvvideovarizes Select ratingGive Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está? 1/5Give Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está? 2/5Give Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está? 3/5Give Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está? 4/5Give Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está? 5/5 Sem avaliações
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Doenças da tireoide na gestação.

Tireóide e gestação. Qual o problema da doença de tireoide na gestação? A Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto Amato  explica como a tireóide influencia na gravidez.

 -- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato. Eu sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre as doenças da tireoide na gestação. Existem casos em que a mulher  já pode ser portadora de um hipertireoidismo ou de hipotireoidismo na gravidez. E como é feito esse tratamento esse tratamento é feito com hormônio tireoidiano. Não é contra indicado durante a gravidez. O hormônio tireoidiano a mulher que já tem uma predisposição a ter alguma doença da tireoide pode fazer o seu tratamento normal que Não tem problema. Outra possibilidade que existe é você ter alguma alteração da tireoide durante a gravidez, sem que você tenha essa operação anterior, ou seja, a gestação ela muda muito o corpo da mulher, o funcionamento do seu organismo. A placenta produz muitos hormônios e durante a gestação esses hormônios podem ter um pouquinho de desequilíbrio e pode afetar a tireoide o que é importante durante a gravidez. Que você faça um acompanhamento com seu obstetra e que faça exames de tireoide periódicos como hormônio TSH. Para fazer esse diagnóstico precoce. Em casos de gravidez a gente tem  muito comum um hipotireoidismo subclínico onde a gente tem algumas alterações pequenas da tireoide que fora da gravidez não precisariam de tratamento mas, pela situação de gravidez, elas necessitam. E o que pode ocasionar o hiper ou hipotireoidismo na gravidez. Ele pode ocasionar sangramentos durante a gravidez. Alterações quanto à formação de placenta. Pode ocasionar perda gestacional precoces. Então é muito importante que no início da gravidez faça-se o diagnóstico e se não fizer no início da gravidez tem um acompanhamento periódico para se caso tiver alguma alteração na tireoide que seja de pronto visto e tratada. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal. Dê seu like. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais vídeos. Obrigada.

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Categories: Medicina

Cirurgia com laser elimina todas varizes?

vascular.pro - Tue, 09/03/2019 - 16:28
Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, responde pergunta muito frequente: Cirurgia com laser elimina todas varizes?  

  --- transcrição ---     Olá Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou responder uma pergunta muito frequente: se a cirurgia de varizes com o laser é capaz de eliminar todas as varizes. Bom a cirurgia com laser ela é muito eficaz no tratamento das veias maiores como safena: safena magna, safena parva pode ser usada também algumas veias não nominadas mas permitem a passagem da fibra ótica, mas há uma limitação do laser para resolver todas as varizes. Então a gente precisa associar alguma outra técnica com a micro cirurgia possivelmente, mas normalmente quem faz essa pergunta está preocupado com outra coisa. Está preocupado se vai fazer essa cirurgia com laser vai resolver o problema de varizes para o resto da sua vida. Então na verdade a doença varicosa  é uma doença genética, quando primária, essa doença genética você vai carregar a vida toda; não tem como a gente fazer o tratamento genético ainda. Então a gente faz o tratamento com laser com micro cirurgia. Com a cirurgia tradicional com a escleroterapia. Todas essas técnicas visam eliminar as veias presentes no momento. Hoje. Agora, outras veias podem se desenvolver no futuro devido à genética. É óbvio que existem medidas profiláticas que sabendo da prevalência das varizes você pode fazer exercício, pode fazer manter a panturrilha bem exercitada para bombear bem o sangue. Veja nossos vídeos sobre prevenção das varizes e, assim, a gente consegue fazer o tratamento adequado das varizes atuais. Agora, todo mundo que faz cirurgia de varizes vai precisar fazer uma nova cirurgia no futuro? Na verdade em torno de 10% dos pacientes que fazem cirurgia hoje vão precisar de algum outro procedimento no futuro. Então 90% dos pacientes resolvem o problema e não precisam se preocupar. Agora essa pequena parcela de 10% vão precisar fazer outro procedimento no futuro e isso pode ser uma nova  cirurgia. Mas isso também não significa que vai ser uma cirurgia grande ou uma cirurgia complicada. A cirurgia de varizes principalmente com laser é uma cirurgia minimamente invasiva que se feita hoje, se você possivelmente precisar fazer no futuro, ela é feita com sedação, anestesia local, é bem tranquilo. Não precisa evitar o tratamento das varizes hoje, pensando que talvez haja a necessidade de um tratamento no futuro. Resolva o problema hoje e se for necessário algum tratamento no futuro, a gente vai ver o que lá naquela época será o mais indicado. Gostou dos nossos vídeos? Assine nosso canal. Clica no Sininho! E aguarde o próximo.Tags: laservarizesamatotvvideo Select ratingGive Cirurgia com laser elimina todas varizes? 1/5Give Cirurgia com laser elimina todas varizes? 2/5Give Cirurgia com laser elimina todas varizes? 3/5Give Cirurgia com laser elimina todas varizes? 4/5Give Cirurgia com laser elimina todas varizes? 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Saiba mais sobre trombose e avião

vascular.pro - Tue, 09/03/2019 - 14:56

Já falamos sobre trombose no avião antes e trombose em viagens prolongadas.

Os pontos principais são:

  • Trombo é um coágulo que se torna um vaso sanguíneo
  • Trombos podem ser formados em veias superficiais ou profundas da pele, mas só esses últimos são potencialmente perigosos
  • O trombo ou parte dele pode se desprender, se deslocar pela corrente sanguínea e se alojar em uma artéria pulmonar, por exemplo, obstruindo a passagem de sangue 
  • Quando está em movimento o trombo recebe o nome de êmbolo
  • O sangue das veias das pernas segue para o coração e, em seguida, para os pulmões.
  • Quando um êmbolo originado pela veia da perna obstrui uma ou mais artérias dos pulmões, tem-se uma embolia pulmonar.
  • A gravidade da embolia pulmonar depende do tamanho e da quantidade de êmbolos
  • Um êmbolo pulmonar grande pode obstruir todo ou quase todo o sangue que vai do lado direito do coração até os pulmões, causando rapidamente a morte.
  • Êmbolos em massa não são frequentes, mas não é possível prever quando uma trombose de uma veia profunda evoluirá para uma embolia maciça.

3 fatores contribuem para o desenvolvimento de uma trombose

  • Lesões no revestimento interno da veia
  • Hipercoagulabilidade
  • Atraso da corrente sanguínea nas veias por um repouso prolongado

Como Ocorre

  • Ao ficar muito tempo parado, o sangue pode estagnar numa veia profunda
  • O sangue parado propocia a formação de um coágulo no local
  • O coágulo pode prejudicar a passagem de sangue e causar uma trombose
  • O coágulo pode migrar para alguma artéria do pulmão, parar na região e causar uma embolia pulmonar

 

O QUE FAZER NOS VÔOS?

 

O que deve fazer:

  • Usar sapatos cômodos
  • Usar roupas confortáveis
  • Beber bastante líquidos
  • Sentar-se no corredor

 

O que Não deve fazer

  • Não usar salto alto
  • Não tomar calmantes
  • Não tomar bebidas alcoólicas

 

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Quem é o melhor médico para tratar de Lipedema?

vascular.pro - Sat, 08/31/2019 - 15:28

Bom, se você chegou até esta pergunta, já teve ter o diagnóstico de Lipedema e já deve ter percebido que não é fácil encontrar algum especialista no assunto. Quando tentam te corrigir, dizendo que deve ser linfedema, já passa pela cabeça que não sabe nada do assunto, e quando tentam dizer que a culpa é sua e que a obesidade só se deve a não conseguir controlar o que come, deve dar uma sensação de desamino gigante.

Ainda mais, se você pesquisa muito e encontra gente dedicada somente em São Paulo, ou longe de sua cidade natal, vem o desespero. Como tratar o lipedema sem ter a quem recorrer?

O problema vem de longe, se o lipedema não é ensinado nas escolas médicas, em nenhuma disciplina, como encontrar algum especialista? Bom, é um trabalho de formiguinha, eu, como professor de cirurgia vascular da UNISA, ensino os meus alunos sobre o Lipedema, então eles, quando estiverem no mercado, deverão, se bons alunos, estarem cientes e atentos a esse diagnóstico. A semente está plantada para o futuro. Mas e para o presente? Para a sua necessidade atual.

Nos Estados Unidos, a prof Karen Herbst é endocrinologista e dedicada ao assunto lipedema, na Alemanha, o especialista Stefan Rapprich é dermatologista, em outros lugares cirurgiões vasculares, flebologistas e linfologistas por se depararem em maior frequência com essa enfermidade pelo diagnóstico diferencial do linfedema podem estar atentos ao diagnóstico, principalmente de casos mais típicos e aparentes, como aqueles lipedemas abaixo do joelho. Alguns cirurgiões plásticos, por fazerem lipoaspiração em outras partes do corpo, podem se arriscar ao tratamento cirúrgico, principalmente das áreas mais proximais como coxas e culotes, muitas vezes sem nem fazer o diagnóstico do lipedema, mas por buscar a estética acabam melhorando “por tabela” os sintomas do lipedema, porém às vezes sem usar as melhores técnicas. Obviamente, a busca estética do lipedema é um pouco diferente da busca à melhora sintomática. Essa é uma diferenciação essencial. Outros especialistas como nutrólogos podem também acertar o tratamento inflamatório sem mesmo o diagnóstico preciso do lipedema. Pois o lipedema apresenta um aspecto inflamatório muito grande associado à deposição de gordura. Isso acontece porque sendo uma doença crônica e sistêmica, ao tentar melhorar algum aspecto secundário da doença, pode haver uma melhora parcial. Mas sem o conhecimento abrangente, você pode não atingir os melhores resultados.

Minha primeira dica é ter o diagnóstico certeiro com alguém especialista, mesmo que distante, ou pelo menos um alto grau de suspeita, com um questionário de direcionamento de diagnóstico. E, com essa certeza, começar sua busca.

A segunda dica é buscar serviços multiprofissionais que abordem os aspectos clínicos e cirúrgicos. A cirurgia não é solução definitiva e nem solução única. Assim como o tratamento clínico não é perfeito e nem definitivo. Os melhores resultados são obtidos ao fazer uma abordagem ampla. Portanto, serviços que disponham de fisioterapeuta, nutricionista, cirurgião vascular, cirurgia plástica e endocrinologista são os mais indicados. As comorbidades associadas ao lipedema, como o linfedema em fases avançadas e a lentificação do retorno linfático nas fases iniciais do lipedema fazem do cirurgião vascular peça essencial nessa abordagem, e aquele que, mesmo com conhecimento parcial da enfermidade, podem ajudar bastante ao propor medidas de melhora do retorno linfático. O nutricionista/nutrólogo/endocrinologista, caso estudioso do assunto, pode abordar a dieta cetogênica e anti-inflamatória úteis na melhora sintomática e deposição de gordura da doença. O fisioterapeuta, ao fazer a drenagem linfática correta, também melhora a doença e ajuda a prevenir a evolução. O endocrinologista pode auxiliar nas variações hormonais, muitas vezes associadas.

A terceira dica é, se não encontrar especialistas no assunto, procurar médicos dedicados e estudiosos que se interessariam pelo caso e estudariam o assunto. Médicos notórios por envolver-se com o problema do paciente são os bons clínicos gerais, médicos de família e geriatras. Leve artigos científicos sobre o lipedema, e estejam de cabeça aberta para ouvir que não sabem sobre o assunto, mas que estudariam e se colocariam a disposição para ajudar. Às vezes isso assusta, eu sei. Imagino ir a um médico que fala que não sabe nada sobre o assunto, a vontade é nunca mais voltar. A tendência é pular de médico em médico e não ter um acompanhamento prolongado, e assim, nenhum médico se desenvolve nesse assunto. Mas existem muitos médicos dedicados e estudiosos, que não tem vergonha em assumir desconhecer um assunto e estuda-lo. Também existem médicos que não estão abertos a novos conhecimentos. Diferenciá-los é uma arte. Esses que estão abertos a novos conhecimentos são os melhores médicos. Em algum momento há muitos anos eu também não tinha solução para o lipedema. Lembro de um colega médico que há anos me perguntou qual o tratamento do lipedema, pois as mulheres de sua família sofriam desse mal. Na época minha resposta foi muito exercício físico e meia elástica. Senti sua decepção ao ouvir isso, não era o que queria ouvir. Com o passar dos anos, muita dedicação ao assunto, congressos internacionais de lipedema, artigos científicos e capítulos médicos publicados e acompanhar o serviço do especialista alemão de lipedema Stefan Rapprich, encontrei-o novamente e disse que naquela época podia oferecer tratamento mais abrangente. Hoje, sua família é minha paciente e está com os sintomas controlados. Conto isso porque eu tive que estudar e me dedicar ao assunto após a faculdade e especialização em cirurgia vascular. O que eu podia oferecer de tratamento há 5 anos é muito diferente do que posso hoje, não só a medicina evoluiu, mas eu também. Se você tiver paciência e encontrar um médico dedicado em sua cidade, você pode ser a razão de criar um novo especialista no assunto. Invista nele, assim como ele pode investir em sua doença. Não coloque a culpa no sistema. Assuma postura diferente de participar da solução e não de procurar solução pronta.

O mundo está começando a se dedicar a esse assunto, com trabalhos científicos publicados mensalmente. O conhecimento médico está se ampliando. A genética do lipedema está sendo investigada. E sabemos que, por ser uma doença poligênica nenhuma paciente é igual a outra. A melhor solução para uma pode não ser para outra. Cuidado com todas as certezas que são apresentadas. Cuidado com as soluções prontas e definitivas. E cuidado com soluções definitivas significa não partir para a cirurgia de lipedema sem antes estudar sobre o assunto e entender que o tratamento clínico permite alterações e a cirurgia não tem volta. Estude sobre o assunto, entenda as limitações da medicina atual. Esteja preparada para compreender a doença às vezes até mais do que seu médico. Novamente, isso pode ser assustador. Imagino ir a um médico e saber mais do que ele sobre sua doença. Mas isso não o inviabiliza como cuidador. O conhecimento que ele possui em tratar outras doenças e outros sintomas pode lhe ser muito útil. E, mesmo que venha fazer o tratamento em São Paulo conosco, você vai precisar de um médico cuidadoso em sua residência. Entendo a vontade de divulgar o tratamento de sucesso em seu caso, mas entenda também essa característica poligênica da doença, não divulgue o que deu certo para você como única possibilidade de tratamento, outras incautas podem seguir seu conselho como verdade absoluta e pode não ser o ideal para elas. Ao participar da solução, entenda que a medicina não é ciência exata. Pode parecer até parecer, mas não é. Pense e medite sobre essa frase, ela resume tudo: “Medicina é a ciência das verdades transitórias transformadas em verdades absolutas apenas para fins didáticos”. Muitas variáveis desconhecidas influenciam os resultados, o que se sabe hoje pode mudar drasticamente com alguma informação nova que já está em fase de publicação. O que se sabia ontem pode não ser verdade hoje. É só lembrar do ovo, sim, do ovo. Inicialmente foi taxado como vilão do colesterol, hoje se sabe que não é bem assim. Ou da AIDS, inicialmente taxada como doença homosexual, e hoje sabe-se que não é.

Cuidado com oportunistas. Cheguei a ver um vídeo no Youtube de um dito especialista em Lipedema e Linfedema que falava o seguinte: “Lipedema não é doença, mas eu tenho o tratamento com a minha técnica XYZ, que é a única que pode funcionar”. Seja esperta, perceba o que está por trás disso. Se ele não reconhece o problema como doença, por que oferece um tratamento? E, pior ainda... por que somente o tratamento que ele oferece pode ser eficaz?

Medite sobre esta frase também: “Para todo bom martelo todo parafuso é prego”. Ou seja, se o oportunista tem apenas um tratamento disponível, ele vai tentar encaixar esse tratamento em todo paciente. Nesse caso o paciente que se adapta ao tratamento e não o ideal que é o tratamento se adaptar ao paciente. Vou contar uma história curiosa que aconteceu comigo fora medicina que exemplifica isso. Tenho um time sharing de um hotel, o qual tinha muita dificuldade de usar, ele foi vendido em uma abordagem comercial agressiva onde convidam hóspedes a uma palestra e pagam para você participar. Ao retornar nesse hotel, fiz algo diferente, aceitei participar da palestra para reclamar do time sharing e ver o que poderiam fazer. No meio da palestra expus o problema e obviamente me levaram para um canto para não atrapalhar a venda para os outros. Achei que conseguiria atenção. Mas propuseram a seguinte solução: eu comprava outro time sharing, que ao unificar os contratos todas as dificuldades deixariam de existir. Sério. A única ferramenta que eles tinham era vender novo produto, e conseguiram propor isso como solução. Transporte esse princípio para medicina. Se alguém sabe fazer uma coisa só, vai tentar fazer essa coisa ser solução para vários problemas. Escrevendo isso lembrei da história do laser. O laser no seu começo era considerado a “solução em busca do problema”. Servia para tudo. Queriam aplicar para tudo. Até que descobriram que ele era bom para algumas coisas mas não para outras. Hoje ele é usado com conhecimento, exatamente onde deve ser usado. Mas no inicio era muito perigoso. Chegou a ser usado em cirurgia vascular para tentar desobstruir vasos, e hoje se sabe que ele é excelente para obstruir vasos. Percebe a profundidade disso?

 

Participe da solução!

 

 

Depois de tudo isso, o que você pode fazer então, de forma objetiva?

  1. Estudar sobre lipedema
  2. Encontrar médico estudioso em sua cidade. Pode ser cirurgião vascular, clínico, endocrinologista, geriatra, cirurgião plástico, nutrólogo. Alguém que abrace a causa.
  3. Buscar a sua verdade. O tratamento que para você vai dar certo, evitando partir diretamente para soluções sem retorno.
  4. Conversar com outras portadoras da mesma doença.
  5. Se estiver de visita nos EUA, faça seu sequenciamento genético na 23andme e disponibilize para pesquisa científica.

 

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Dieta cetogênica

vascular.pro - Thu, 08/29/2019 - 13:54
A dieta low carb, sem carboidratos leva a formação de corpos cetônicos e tem efeitos profundos na saúde, muitas vezes benéficos. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato fala sobre essa dieta e a influência em doenças vasculares, como no lipedema.  

  -- transcrição --     Olá pessoal sou Dr. Alexandre Amato cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre a dieta cetogênica. A Dieta cetogenica é uma dieta onde a gente diminui drasticamente a quantidade de carboidrato na alimentação. Então vamos lá nós temos três grandes grupos de alimentos que são os carboidratos, as proteínas e as gorduras. Os carboidratos são a fonte de energia mais rápida e mais prontamente utilizada pelo nosso organismo. Quando a gente retira o carboidrato da alimentação pode ser, por exemplo, o açúcar, trigo, farinhas, batata. Esses são os carboidratos. Quando a gente retira drasticamente abruptamente da alimentação o nosso corpo não encontra energia rápida então ele vai buscar em outras fontes. Inicialmente ele busca no glicogênio que está lá no fígado então há uma formação uma neoglicogênese e essa energia é retirada daquele ponto ali. Como a gente retira o carboidrato ocorre uma hipoglicemia uma diminuição drástica da quantidade de açúcar no sangue. O corpo vai atrás de energia lá no fígado quando essa energia se acaba. Ele busca energia no tecido gorduroso começa a quebrar o tecido gorduroso para formar energia para a gente sobreviver. A dieta cetogênica  muda drasticamente a maneira como o nosso corpo está obtendo energia e fazendo isso ela acaba causando a formação de corpos cetônicos. Esses corpos cetonicos trazem uma sensação de enjoo e náuseas que pode acabar causando um desconforto nessa dieta. Essa dieta não é indicada para todo mundo nem é a primeira indicada para perder peso. Ela tem suas vantagens no tratamento do lipedema por exemplo, é uma das dietas que tem os melhores resultados. Agora como fazer na prática essa dieta. Bom existem várias dietas no mercado algumas dietas famosas como a dieta Atkins, SouthBeach têm a dieta de Dukan todas ela se baseia numa diminuição drástica da quantidade de carboidrato e aumento da quantidade de proteína e gordura. E esse desbalanceamento acaba levando à perda de peso. Mas no caso do lipedema também há o controle da doença. Agora quando a gente tá falando de lipedema a gente tem que associar a dieta anti-inflamatória à dieta cetogênica também. Então muitas vezes a gente não pode seguir dietas prontas de livro porque  algum alimento pró inflamatório para você pode estar incluso numa dessas dietas de prateleira cetogênicas. Então muitas vezes é necessário fazer uma personalização dessa dieta, baseada então na retirada do carboidrato e sem utilizar os alimentos pró inflamatórios que já foram identificados anteriormente. Ou em um exame apropriado para isso ou mesmo fazendo uma dieta e um livro de log um diário com todos os alimentos por um tempo até você identificar o que está te causando mal. Então a dieta cetogênica é uma possibilidade de tratamento para perda de peso e uma possibilidade de tratamento para o lipedema. Uma desvantagem da dieta cetogênica é que a dieta ela traz uma perda de peso rápida inicialmente o que é um incentivo para quem está fazendo uma dieta. E a gente tem que encarar, para quem está fazendo dieta cetogênica do ponto de vista de tratamento ou de controle de uma doença como o lipedema não como uma dieta mas como uma reeducação alimentar. Existem várias fases e quantidades de carboidrato numa dieta cetogênica a dieta cetogênica mais drástica vai ter menos de 20 gramas de carboidrato por dia. Mas existem dietas menos impactantes e que podem ser a dieta inicial. Por isso é necessário fazer o acompanhamento com seu cirurgião vascular e com um nutricionista para transformar também toda essa teoria que é falada em um prato fácil e gostoso de comer. Gostou do nosso vídeo? Assine nosso canal! Compartilhe! Curta nosso vídeo e nos vemos no próximo.Tags: dietavideolipedemaamatotv Select ratingGive Dieta cetogênica 1/5Give Dieta cetogênica 2/5Give Dieta cetogênica 3/5Give Dieta cetogênica 4/5Give Dieta cetogênica 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Gestação de alto risco

Gestação de alto risco

Gestação de alto risco

Clique e veja o video com a Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto amato (www.amato.com.br), falando sobre a gravidez de alto risco.

-- transcrição --

Meu nome é Juliana Amato, sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a definição de uma gravidez de alto risco. Muitas pacientes chegam ao consultório já com uma pré definição de gestação de alto risco e muitas vezes ela não sabe o que quer dizer isso. Então vamos tirar algumas dúvidas. Gestação de Alto Risco é um termo muito amplo que pode definir até uma gravidez normal em algum momento deu problema no seu curso ou uma gravidez onde a mulher já tinha uma doença pré existente. Então vamos lá. Uma gravidez de alto risco ela é tida como de alto risco principalmente pela idade. Ou seja mulheres menores do que 18 anos ou seja meninas têm uma imaturidade do sistema ginecológico e do útero. Então ela já tem uma gravidez mais propensa a ser mais arriscada tanto no termo de abortamento quanto perdas precoces, antes do nascimento. Mulheres acima dos 35 anos também são consideradas tendo uma gravidez de alto risco. Elas são propensas a ter mais intercorrências durante a gravidez como hipertensão arterial, diabetes gestacional, gestações gemelares também são consideradas de alto risco. O nosso corpo foi feito para engravidar e manter uma gestação única. Gestações mais do que um sobrecarregam o nosso organismo. Com isso podem levar a um parto prematuro ou indução de outros problemas dessa gravidez como uma doença hipertensiva específica da gravidez. Lembrando que essas doenças que ocorrem depois dos 35 anos de idade elas ocorrem mais depois das 20 semanas de gravidez. Outros fatores como obesidade, doenças metabólicas, problemas de tireoide também propiciam uma gravidez de alto risco mas é muito relativo, pois, se você tem uma mulher de 35 anos que leva uma vida adequada, mantêm uma alimentação saudável, ela pode ter uma gravidez normal sendo que uma mulher de 18 a 20 anos que fume que não faça exercícios pode ter uma gravidez de alto risco. É um termo muito amplo e só o seu obstetra vai conseguir definir se sua gravidez é de alto risco ou não. Essa gestação ela impede o parto normal? Na maioria das vezes não. Depende de caso a caso e tem que ser avaliada individualmente. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no nosso canal dê o seu like. Deixe seu comentário e ative o sininho de notificação para receber mais vídeos.

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Varizes pélvicas

vascular.pro - Mon, 08/26/2019 - 00:30
Varizes pélvicas

Varizes pélvicas: causa de dor crônica abdominal em mulheres

As varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente ao redor do útero, trompas e ovários, na mulher. As varizes pélvicas dificultam o retorno do fluxo do sangue para o coração e causam dores crônicas abdominais.  O plexo venoso localizado no útero se comunica com o plexo uterino, formando, assim, as veias gonadais ou ovarianas, que convergem diretamente para a veia cava inferior, do lado direito, e para a veia renal, do lado esquerdo. Essas veias contém válvulas e são de extrema importância para a drenagem venosa da pelve, por outro lado, quando elas se tornam insuficientes, irão resultar na formação de veias dilatadas e dolorosas, as varizes pélvicas. A dilatação das veias na pelve ocorre pelo mesmo motivo que a dilatação das veias nas pernas (varizes): a falha de suas válvulas e o aumento da pressão venosa.

 

O médico faz o diagnóstico e tratamento das varizes pélvicas nas mulheres, através de exames como eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. A flebografia, que é o melhor exame, é reservado para o momento do tratamento cirúrgico, pois o acesso para o exame é exatamente o mesmo do procedimento terapêutico.

 

Quem tem varizes pélvicas pode engravidar, mas deve fazer o tratamento antes. Sabendo também que a gravidez pode piorar as varizes pélvicas, agravando seu tamanho ou mesmo sintomas.

 

39,1% das mulheres em algum momento da vida terão dor pélvica crônica, que pode estar associada às varizes pelvicas.

 

Os sintomas das varizes pélvicas na mulher constituem a chamada dor crônica pélvica, e podem incluir:

 

  • Dor abdominal com piora no final do dia;
  • Dor durante e depois da relação sexual;
  • Sensação de peso na região íntima;
  • Incontinência urinária (perda de urina);
  • Aumento da menstruação.

 

Tratamento para varizes pélvicas

 

As varizes pélvicas podem ter seus sintomas controlados através de cirurgia e/ou remédios. O uso de medicamentos orais ajuda a diminuir a dilatação das veias e melhora os sintomas, mas nem sempre é efetivo. E é aí que a ginecologia e a cirurgia vascular/endovascular devem trabalhar juntos.

O diagnóstico inicial é feito pelo ginecologista, que deve sugerir a possibilidade do tratamento endovascular para as pacientes em que o tratamento medicamentoso não esteja sendo suficiente.

Pode ser necessário o tratamento cirúrgico com a embolização das varizes pélvicas. O procedimento é cirúrgico, mas minimamente invasivo, todo realizado através pequena punção na virilha ou na jugular. A embolização com molas deve então ser considerada naquelas pacientes que não respondem ao tratamento clínico, pois apresenta excelentes resultados técnicos (até 90% dos casos tratados apresentam resolução ou melhora dos sintomas, em estudos).

 

Como é feito o procedimento de embolização das varizes pélvicas?

 

O procedimento é feito em regime de day hospital, ou seja, com anestesia local, durando cerca de 2 horas e a paciente normalmente recebe alta 2-4 horas após o término do procedimento. Não há necessidade de internação prolongada.

 

endovascularvenosotratamentoVarizes pélvicas Select ratingGive Varizes pélvicas 1/5Give Varizes pélvicas 2/5Give Varizes pélvicas 3/5Give Varizes pélvicas 4/5Give Varizes pélvicas 5/5 Average: 4.3 (3 votes)
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Candidíase de repetição

Candidíase de repetição

Candidíase de repetição

Este vídeo é especialmente dedicado às mulheres que sofrem com coceiras de repetição e que não melhoram com os tratamentos realizados. Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato explica a candidíase de repetição.

 

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre candidíase de repetição o que é candidíase. A candidíase é uma infecção vaginal. Normalmente ela ocorre como o corrimento esbranquiçado vaginal e que coça muito. A candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans que é o mais comum. Ele está presente na nossa vagina. Na vagina de todas as mulheres. Eles fazem parte da flora vaginal e ajudam a manter o pH nessa região com isso impedindo que outras infecções ocorram quando essa candidíase pode ocorrer? Principalmente quando a gente está com a imunidade mais baixa. Essa Candida aumenta sua população na região vaginal e ela com uma quantidade aumentada vai causar esses sintomas de coceira e corrimento esbranquiçado. O que mais pode propiciar é uma candidíase muito tempo em piscina muito tempo em praia biquíni molhado. Isso deixa a região muito úmida e também propicia ao desenvolvimento de mais candida nessa área. Mulheres imunosuprimidas também têm mais chances de ter candidíase de repetição. Assim como as usuárias de antibióticos em grande escala. Por exemplo têm uma infecção uma faringite ou uma amigdalite tomou um antibiótico não melhorou ou tomou da forma errada vai ter que repetir esse tratamento. A imunidade cai e com isso a candidíase pode proliferar. O que também ocorre e o uso de roupas muito apertadas então calça jeans muito apertada e shorts muito apertado, muito curto. Isso também causa uma atração nessa região vaginal, forma pequenas lesões e que podem infectar pelo fungo. Algumas dicas para prevenir a candidíase é ter uma boa alimentação e uma alimentação equilibrada. Evitar o uso excessivo de antibiótico quando não é necessário. Quando estiver na praia trocar o biquíni e não ficar muito tempo com esse biquíni molhado quando tiver na piscina tomar mais sol para secar esse biquíni. Evitar o uso de roupas muito apertadas também ajuda bastante a evitar candidíase. E se ela ocorrer. O que fazer?Procure seu médico porque nos casos de candidíase de repetição que ocorrem mais de três vezes em seis meses é feito um tratamento contínuo com medicações específicas. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva no nosso canal comente aqui o seu like, ative o sininho de notificação para receber mais videos.

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Escleroterapia: aplicação nos vasinhos

vascular.pro - Wed, 08/21/2019 - 21:07

Escleroterapia: guiada ou não pelo ultrassom.

Um dos tratamentos das veias varicosas é a escleroterapia, que significa literalmente terapia do endurecimento da veia. Aqui no Brasil é conhecida como aplicação de vasinhos, e secagem de vasinhos, mas é uma técnica que pode também ser aplicada em veias maiores. Na veia doente é injetada uma substancia chamada esclerosante, que irrita a parede da veia, fazendo-a endurecer e eventualmente desaparecer, muitas vezes com o objetivo estético. A escleroterapia foi descrita inicialmente lá pelos idos de 1800 e desde lá houve muita evolução e melhoras para transformá-la no tratamento seguro e útil de hoje em dia. Enquanto os primeiros esclerosantes causavam muitos efeitos colaterais graves e os esclerosantes de 20 a 30 anos atrás eram desconfortáveis para a paciente, as medicações atuais são mais seguras e raramente causam efeitos colaterais. São bem confortáveis e geralmente produzem um excelente resultado estético.

Por muitos anos os cirurgiões vasculares puderam apenas usar a escleroterapia para tratar veias que poderiam ser vistas na superfície da pele, entretanto em 1989 tentou-se pela primeira vez utilizar o ultrassom para guiar a escleroterapia. E essa tecnologia avançou e tornou possível a identificação de todas as veias anormais, mesmo aquelas não visíveis na superfície da pele. Atualmente além do ultrassom utiliza-se a fleboscopia com a projeção de realidade aumentada na pele do paciente.

Fazemos aplicação de vasinhos com sedação! Sem dor e sem medo de agulha!

Alguns dos esclerosantes mais comuns incluem:

  • o oxypolyethoxydodecane, originalmente foi desenvolvido como anestésico e é provavelmente o esclerosante mais utilizado no mundo, ele é confortável para o paciente, tem uma incidência baixa de reação alérgica e geralmente produz bons resultados estéticos, ele também pode ser diluído para produzir concentrações adaptáveis a qualquer diâmetro de veia, mas sendo um detergente ele também pode ser usado para criar uma espuma que é muito efetiva para ao tratamento de veias grandes varicosas
  • a glicerina é considerada off label, ela é bem espessa e normalmente é diluída com anestésico para ficar mais fina e fácil de injetar, a glicerina é confortável e efetiva para o tratamento de telangectasias com bons resultados.
  • a glicose hipertônica é muito utilizada no Brasil e funciona pela sua alta osmolaridade, causando o fechamento das veias após lesão do endotélio venoso. É a substância esclerosante mais segura, mas com um poder esclerosante baixo. Por isso sua associação com outras técnicas, como o laser transdérmico (CLaCs) e radiofrequência é bem interessante, aumentando efetividade sem aumentar riscos.
  • a espuma pode ser feita a partir de diversos esclerosantes, como  oxypolyethoxydodecane e o sódio tetradecil sulfato. Muitos médicos começaram a produzir a espuma para aumentar a potência ou diminuir a quantidade de medicação necessária, quando o liquido esclerosante é injetado, ele automaticamente se mistura com o sangue na veia, ficando diluído. Isso resulta em uma concentração menor do que ele tem a oferecer. Então, mais medicação é necessária para conseguir a irritação necessária da parede da veia. Quando o esclerosante é injetado na forma de espuma ele não se dilui tão fácil e tão rápido, e é capaz de irritar a parede da veia mais efetivamente e com uma menor quantidade de esclerosante atinge o mesmo efeito. Sendo assim as veias fecham mais rápido e mais facilmente. 

Faça aplicação nos vasinhos com quem entende do assunto

Em adição aos melhores medicamentos e técnicas e avanços na escleroterapia com o objetivo de melhorar a sua efetividade, o mais importante desses avanços recentes foi o o uso do ultrassom para visualizar a veia durante a injeção da substância esclerosante. Essa técnica altamente especializada está sendo cada vez mais utilizada no mundo, permitindo que o cirurgião vascular trate precisamente qualquer veia, mesmo aquelas que não são visíveis na superfície da pele, ao verificar a imagem ultrassonográfica durante o procedimento, o médico pode se assegurar que  agulha está dentro da veia para injeção e também observar a medicação caminhar dentro da veia, monitorando a reação venosa ao tratamento. Quando as imagens do ultrassom são usadas para escleroterapia direta o procedimento é conhecido como escleroterapia guiada por ultrassom ou ablação química endovenosa.

A escleroterapia é frequentemente realizada ambulatorialmente sem a necessidade de internação ou anestesia. Após o tratamento escleroterápico a maioria dos pacientes veste meia de compressão graduada ou um enfaixamento compressivo por um período de tempo que depende do tamanho, número e localização das veias que foram tratadas. É importante caminhar regularmente e logo após a realização da escleroterapia você pode sentir que as suas pernas ficam melhores ao caminhar. A maioria dos pacientes volta ao trabalho ou imediatamente ou no dia seguinte. Repetir a escleroterapia é geralmente necessário para tratar numerosas veias doentes.

A percepção visual do desaparecimento das veias normalmente começa algumas semanas após o procedimento ou podem levar alguns meses para se completar. A quantidade de sessões de escleroterapia que você pode precisar deve ser avaliada e determinada de modo aproximado pelo o seu cirurgião vascular em consulta médica, com os dados clínicos e exames subsidiários. Embora a escleroterapia seja um tratamento excelente para telangectasias e veias varicosas, ela não vai prevenir a formação e dilatação de novas veias. Apesar disso, como é um procedimento simples, a maioria dos pacientes não se incomoda de repetir o tratamento sempre que as veias aparecem e voltam a incomodar.

A escleroterapia é um excelente exemplo da combinação da ciência e arte da medicina, pois ela é baseada em fundamentos científicos sólidos, mas sua prática não deixa de ser uma arte. Hoje em dia, os cirurgiões vasculares são artistas médicos que escolhem uma ampla gama de medicamentos e técnicas para alcançar o melhor resultado para cada paciente. A escleroterapia deve ser indicada e realizada por médico profissional e competente

 

Agende uma consulta agora mesmo

 

Veja as orientações pós procedimento:

 



Autor: Prof. Dr. Alexandre Amato

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Aplicação e Escleroterapia

vascular.pro - Wed, 08/21/2019 - 21:06
Escleroterapia para deixar as pernas bonitas

O que é escleroterapia ?

A escleroterapia, também chamada de "aplicação" ou até mesmo de  "queimar vasinhos" é um procedimento médico realizado para o tratamento de vasos sanguineos dilatados ou mal formações, ou seja varizes nos mais diversos tamanhos. Na maior parte dos casos tem o objetivo estético, porém também é utilizado como tratamento da doença.
Um liquido, espuma, laser ou termocoagulador é utilizado como esclerosante, injetado ou aplicado sobre a veia, causando uma alteração nas células do vaso fechando-o. Quando o liquido ou espuma continua na circulação e atinge vasos maiores é diluido pelo sangue e perde seu efeito. O laser funciona apenas em um comprimento de onda, ou seja, ele possui um alvo, no caso a hemoglobina das células vermelhas. Ao atingir a hemoglogina, aumenta a temperatura local, a ponto de ebulição, fechando o vaso por causa do calor.

Fazemos aplicação de vasinhos com sedação! Sem dor e sem medo de agulha! Como é feita a escleroterapia ?

É um tratamento sem necessidade de cirurgia, e, portanto, feito em consultório. Os "vasinhos" são tratados com a aplicação de medicamentos esclerosantes nas veias alteradas, obstruindo o fluxo sanguineo. Essas veias doentes não são necessárias para a circulação, o sangue busca veias mais saudáveis para percorrer. Ao obstruir os vasinhos vermelhos, o aspecto estético das pernas melhora.
A escleroterapia será eficaz e não deve ser feita quando os vasinhos estão conectados as veias varicosas, suas nutridoras. Nesses casos, a microcirurgia deve ser indicada. O especialista capaz de identificar o problema e indicar o melhor tratamento é o cirurgião vascular.
 

Varizes nas pernas

O tratamento é doloroso?

Geralmente a dor é pequena ou ausente, com boa tolerância dos pacientes e minimizada com uso da termoanestesia, ou seja, diminuição da temperatura da pele. O frio diminui a sensibilidade à dor, e é aplicado com um jato de ar gelado.
 

 

Qual técnica de escleroterapia devo escolher?

A escleroterapia pode ser realizada com injeções, termocoagulação e laser. A escleroterapia quimica, conhecida como "aplicação" utiliza um líquido concentrado, o esclerosante que é injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. O líquido mais utilizado é a glicose por sua segurança e eficácia. A glicose é aplicada congelada, próximo de 30 graus negativos. Nessa temperatura sua viscosidade aumenta, a dor diminui e a eficácia aumenta, essa técnica é chamada de crioescleroterapia. Na escleroterapia com espuma injeta-se, o oxypolyethoxydodecane, substância esclerosante que já foi estudada como anestésico, em forma de espuma. A espuma apresenta densidade menor, mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, empurrando o sangue, sendo mais eficaz em vasos maiores. A escleroterapia com laser elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor
nas teleangiectasias. Cada técnica tem sua indicação e o cirurgião vascular é o especialista recomendado para escolher o melhor tratamento. As vantagens e desvantagens de cada técnica devem sempre ser consideradas, sabendo que não existe técnica perfeita, e sim, a melhor técnica para cada diferente vaso.

Qual o tempo de recuperação e os cuidados?

Após as sessões de escleroterapia pode-se ter vida normal, podendo voltar ao trabalho na mesma hora.
É muito importante que o paciente siga as orientações de pós escleroterapia do especialista, que podem variar de acordo com a técnica utilizada e calibre de veia tratada. O cirurgião vascular irá lhe dizer quando você pode retornar as atividades físicas, período sem tomar sol, uso de meias elásticas, cremes ou remédios necessários.

Vasinhos voltam?

A recidiva pode ocorrer, pois tratamos a consequencia, e não a causa da doença. Quando completa e corretamente tratada é normal a recidiva parcial em 1-3 anos, variando com o paciente e sua doença. A parte genética da doença ainda não tem cura, mas quando a insuficiência venosa é tratada, a velocidade de aparecimento de novos vasinhos e varizes diminui muito.

E os vasinhos do rosto e de outras partes?

As causas podem ser outras, porém o tratamento é semelhante. No rosto, o tratamento com laser ou termocoagulação é o mais eficaz.

Quantas sessões são necessárias?

O número varia muito entre os pacientes. Impossível precisar, dependendo da quantidade de vasos, expectativa de melhora, resposta ao tratamento, tolerância à dor, assiduidade e adesão às orientações pós escleroterapia. Alguns vasos desaparecem, outros diminuem e outros não respondem. Por isso é necessário novas sessões. Os intervalos entre as sessões devem ser em média de 15 dias.     

Efeitos colaterais esperados:
Ardência, coceira leve no local durando 12-24hs, pequenos hematomas por 3-15 dias
Efeitos colaterais indesejáveis:
Alergias, coágulos nos pequenos vasos (que devem ser puncionados), hiperpigmentação local (rara), ulceração (rara)

CUIDADOS GERAIS
Não queimar-se ao sol até o desaparecimento completo dos sinais (15-45 dias) e utilizar protetor solar;
Depilação, Massagem, Atividade Física são permitidos após 12-24 hs;
Faixas elásticas e meias elásticas - em caso de veias maiores podem ser necessárias e devem ser aplicadas pelo médico ao término da sessão e utilizadas por 1-6hs, não sendo necessário dormir com elas.

Veja as orientações para após o procedimento:

 

 

Essa outra entrevista com o Dr Alexandre Amato é quase histórica:

 

 

 

Leia também:

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Orientação pós aplicação de vasinhos

vascular.pro - Wed, 08/21/2019 - 21:01

Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular,  dá as orientações pós aplicação de vasinhos. Pós laser e pós escleroterapia. #nopainnovein

 

 

transcrição

 

Olá sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou dar as orientações pós procedimento de aplicação de vasinhos. Se você fez o procedimento comigo você tem o meu contato. Se tiver qualquer dúvida pode mandar mensagem pode mandar foto que eu vou ajudar no que for necessário. Se você não tiver feito comigo siga as orientações do seu médico as minhas orientações podem ser um pouquinho diferentes por causa das técnicas que eu utilizo e a maneira como ela é aplicada. Então vamos lá. Caso você tenha feito o procedimento com sedação consciente que a técnica Annox, a máscara com gás para não sentir nenhuma dor, e não ter medo das agulhas, pode ficar tranquila que após cinco minutos do procedimento 95% do óxido nitroso já saiu do seu corpo e ele não deixa sonolência e não deixa nenhum efeito colateral. Então com relação à sedação pode ficar tranquila que não muda nada no pós procedimento. Com relação aos curativos caso tenha sido feito curativos nem todos os casos são necessários mas caso tenham curativos eles podem ser retirados no mesmo dia. No final do dia pode ser no banho para deixar o curativo bem molhadinho e tirar sem causar dor ou incômodo ou pode ser retirado no dia seguinte. No começo do dia caso tenha sido prescrito medicamento via oral ou uma pomada ou creme siga as orientações que foram prescritas e estão na receita se tiver qualquer dúvida é só mandar mensagem. Normalmente é prescrita uma medicação via oral e um creme com intuito de baixar a possibilidade de inflamação que é uma das possíveis causas de uma mancha . Então diminuindo a inflamação com o uso da medicação de forma adequada. A gente diminui a possibilidade de formação de uma mancha. Caso tenha sido feita a técnica com laser é muito raro hoje em dia mas ainda pode acontecer a formação de pequenas crostas ou casquinha no local do laser. Caso isso ocorra novamente não é frequente mas caso ocorra não cutuque, não tire essa casquinha não não raspe ou coce porque isso pode deixar uma cicatriz indesejada. Normalmente o sol não influencia no tratamento. Agora se ficar muito bronzeada a tonalidade da pele mudar bastante. Isso pode acabar influenciando na potência do laser que eu consigo aplicar sendo necessário colocar potências menores para que o laser atravesse o pigmento e chegue no vaso. Então a sugestão é que não fique muito bronzeada enquanto estiver fazendo o tratamento. Agora se formarem hematomas, roxos, Evite o sol também para não formar manchas. Agora uma solução para isso é o uso de um protetor solar fator 50 para cima. Caso forme roxos, hematomas, equimoses pode ficar tranquilo que isso sai, não é nada para se preocupar. Possivelmente um extravasamento de sangue no momento em que o laser atingiu o vaso ou que a aplicação de agulha deixou extravasar um pouquinho de sangue para o tecido subcutâneo ou para a pele para a derme. Isso vai ser absorvido. Seu corpo foi feito de uma maneira que ele é capaz de reabsorver esses hematomas. Agora o que a gente pode fazer? Compressa morna no local três a quatro vezes ao dia acelera o processo de reabsorção desse hematoma. Além de diminuir o processo inflamatório então a compressa morna muitas vezes associada com o hiruoid pode fazer essa reabsorção seja muito mais rápida e que haja um desaparecimento dessa mancha muito mais rápida. Agora com relação ao uso de meia: nem sempre é necessário o uso de meias no tratamento dos vasinhos mas em alguns casos pode ser orientado principalmente quando são veias maiores e ou no uso de outras técnicas como a técnica de espuma por exemplo. Se for indicada meia elástica o cirurgião vascular vai indicar a meia correta para o uso e aí a maneira de utilizar é a seguinte: coloca de manhã, tira a noite, durante a noite não há necessidade do uso da meia elástica. Mas aí é necessário que coloque um calço no pé da cama e eleve o pé de forma que as pernas fiquem mais elevadas do que o coração enquanto está deitado. Novamente: a meia elástica não é necessária para todos os casos. Com relação à velocidade do tratamento nós fazemos normalmente em três sessões espaçadas por três semanas entre elas. As três semanas são necessárias para que passe toda a informação que o vaso seja reabsorvido que ele suma, de tempo pro corpo para o corpo para ele se recuperar. É possível fazer com menos tempo assim como também é possível fazer com mais tempo. A questão é se a gente fizer com menos do que três semanas. Às vezes a gente acaba disparando o laser num vaso em que era só esperar mais um pouquinho e que ele ia desaparecer naturalmente. E se a gente espera muito tempo. Às vezes a gente dá tempo para novos vasos se formarem então três semanas é o ideal caso não seja possível por alguma situação particular converse comigo. A gente tenta adequar a sua situação. Óbvio o tratamento varia de paciente para paciente. Então alguns necessitam de mais do que três sessões ou outros necessitam de menos e isso pode ser avaliado normalmente após a primeira sessão que é onde a gente já tem uma ideia de como o seu corpo vai reagir ao tratamento. óbvio, não esqueça, caso tenha alguma alergia avise seu médico para ele adequar a medicação à sua alergia. Em raros casos pode ocorrer a formação de pequenos trombos nesses vasos superficiais. Esses trombo são veias que ficam bem pretinhas, bem escuras mesmo e onde o sangue ficou coagulado ali dentro. Esse trombo não tem nada a ver com a trombose venosa que é grave. Nada disso. São trombos bem superficiais. A questão é que eles precisam ser retirados para que não manchem a pele. Então retorne em consulta a gente vai fazer um procedimento de retirada desse trombinho. é um procedimento muito rápido fácil. Só verificar com as meninas o horário em que eu estou no consultório. Eu atendo não tem problema nenhum em cinco minutinhos a gente resolve mas novamente esses pequenos trombinhos são raros, mas, se ocorrerem necessitam ser retirados. Com relação aos exercícios você pode voltar às atividades normais no dia seguinte tanto para exercícios quanto para as atividades laboriais. Então, hoje eu peço que não faça exercício evite pelo menos membros inferiores mas a partir do dia seguinte é possível fazer tudo normalmente. Quando a gente faz muito tratamento na região dos pés e tornozelo pode ocorrer um pequeno inchaço. Isso é normal. Pode acontecer mesmo. É uma das maneiras de evitar isso elevando o pé da cama. Uma das maneiras de levar ao pé da cama colocando um calço no pé da cama, um livro grosso ou mesmo um travesseiro embaixo do colchão que levanta a perna inteira vai se levantar apenas a panturrilha. Essas são as orientações pós procedimento de aplicação de vasinhos. Espero ter ajudado. Estou aqui à disposição. Entre em contato se tiver alguma dúvida. Curta o nosso vídeo. Compartilhe. Assine nosso canal e clique no Sininho. Muito obrigado. Até a próxima.

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No pain, no vein: campanha vasinhos sem dor

vascular.pro - Wed, 08/21/2019 - 19:54

Depois de muita pesquisa e diversas técnicas para minimizar a dor no tratamento dos vasinhos, passamos a fazer sedação consciente com gás seguro, de modo que não é mais necessário sentir dor na aplicação dos vasinhos, e, muito menos, medo da agulha.

Se você não faz a escleroterapia dos vasinhos por dor ou medo de agulha, saiba que agora há solução, sem a necessidade de ir ao centro cirúrgico para isso.

O laser para vasinhos foi o primeiro grande passo, excluindo a necessidade da agulha e diminuindo a sensibilidade dolorosa.

A crioanestesia foi o segundo grande passo, que, além de proteger a pele do calor do laser, também diminui a sensibilidade dolorosa. (CLACS)

Mas, apesar de tudo isso, ainda existiam pessoas com sensibilidade maior à dor, que ainda se sentiam incomodadas.

Agora, o último grande passo é a associação da sedação cosciente com gás (técnica Annox).

Com tudo isso, a sensibilidade é muito menor, sendo que a maioria das pacientes não sente nada.

Por isso, começamos a campanha "No pain, no vein", ou seja, "sem dor, sem veia". Pois não há necessidade de sentir dor ou medo para tratar as varizes. 

Essa mudança de paradigma com associação de técnicas seguras e comprovadas cientificamente permite ampliar as possibilidades de tratamento.

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Tratamento inovador de fibromiomas

vascular.pro - Mon, 08/12/2019 - 14:51

Realizado pela equipe de angiorradiologia e cirurgia endovascular, dirigido pelo professor Dr. Alexandre Amato.

O QUE SÃO FIBROMIOMAS?

Os fibromiomas, leiomiomas ou miomas são tumores benignos que nascem nas paredes do útero. A sua dimensão pode ir de alguns milímetros a mais de 20 cm. Entre 20 a 40% das mulheres em idade fértil são portadoras de fibromiomas, sendo a sua frequência de cerca de 70% das africanas

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS?

Os sintomas variam conforme a localização e dimensões dos fibromiomas no útero.

Os sintomas mais frequentes são:

Quanto à sua localização os Fibromiomas classificam-se em:

Sub-serosos – desenvolvem-se na porção externa da parede do útero e crescem para fora

Intra-murais – os mais frequentes que se desenvolvem na parede uterina

Sub-mucosos – são os menos frequentes, desenvolvem-se na superfície interna das paredes da cavidade uterina

 

COMO SÃO OS FIBROMIOMAS DIAGNOSTICADOS?

Os fibromiomas são geralmente diagnosticados durante um exame ginecológico. A presença de Fibromiomas é conformada por ecografia (ultrassom) ou por ressonância magnética

 

COMO OS FIBROMIOMAS SÃO TRATADOS?

Anti-inflamatório são muitas vezes são o primeiro passo para o tratamento dos fibromiomas. Num segundo passo, podem prescrever-se medicamentos à base de hormonas cujo efeito é temporário verificando-se, após a sua interrupção aumento de dimensões dos miomas e das hemorragias.

Miomectomia

Consistem na remoção cirúrgica de cada um dos fibromiomas. Não deve ser efetuada se os fibromiomas forem numerosos ou de grandes dimensões, devido aos maus resultados. Nestas situações, a embolização dos miomas é a única alternativa à Histerectomia. A cirurgia aberta tradicional implica estadia hospitalar de vários dias, seguidos por um período de convalescença de uma a seis semanas. A miomectomia pode complicar gravidezes subsequentes, pois provoca cicatrização do musculo uterino.

Histerectomia

Envolve a remoção da totalidade do útero. Elimina definitivamente os fibromiomas, mas tanto a estadia hospitalar como o período de convalescença são longos. E, claro, a histerectomia elimina a possibilidade de uma futura gravidez.

 

EMBOLIZAÇÃO

A embolização das arteiras uterinas é um novo tratamento que se realiza desde 1995. No nosso país, nossa equipe realiza o procedimento desde 2007.

A embolização é uma técnica micro-invasiva, com menos riscos que as técnicas cirúrgicas, cujo objetivo é interromper a circulação sanguínea que irriga os fibromiomas, resolvendo o problema de forma rápida e duradoura e preservando o útero. Sem irrigação sanguínea o fibromioma atrofia-se e os sintomas desaparecem. Sob anestesia local, e sem perda de sangue efetua-se um pequeno orifício de 1,5mm de diâmetro na virilha, através da qual se coloca um fino plástico chamado cateter e mediante monitoração por aparelho de raio X digital sofisticado é dirigido para as artérias uterinas.

Partículas de plástico finas, como grãos de areia, são então injetadas nas artérias uterinas. Como os fibromiomas tem muito sangue comportam-se como uma esponja, absorvendo aquelas partículas que vão entupir os ramos e os irrigam. Nas pacientes que ainda desejam engravidar efetuamos embolização parcial, ocluindo apenas os pequenos ramos que irrigam os miomas, poupando os maiores, para que a fertilidade seja conservada.

 

PREPARAÇÃO

Deve iniciar anti-inflamatórios 2 dias antes da embolização. No dia da embolização deve tomar um bom pequeno-almoço e os medicamentos prescritos, porque após a embolização não poderá comer nem beber. Ao chegar a casa após o tratamento, poderá comer uma dieta leve e um chá ou sopa.

Ao chegar ao quarto é colocado um soro na veia do braço.

Cerca de 1 hora antes de se iniciar a embolização uterina começam-se a administrar, analgésicos e anti-inflamatórios, através de soro colocado na veia.

A técnica dura geralmente de 30 a 60 minutos, estando a paciente consciente podendo mesmo visualizar o tratamento no monitor de televisão. Completada a embolização, retira-se o cateter, efetua-se compressão manual durante cerca de 5 minutos a que se segue de curativo compressivo que deve ser mantido até a manhã seguinte. Duas horas após a embolização a doente já se pode levantar do seu leito.

A internação dura apenas algumas horas e a quase totalidade das pacientes vai para casa 4 a 6 horas depois. Neste período haverá um contato permanente com a equipe médica para avaliar queixas ou esclarecer quaisquer dúvidas. Ao regressar a casa pode comer apenas dieta leve, um chá ou uma sopa.

QUANTO TEMPO DURA A CONVALESCENÇA?

No dia seguinte a embolização a doente não deve ficar acamada, e pode, na maioria dos casos, retornar a sua vida normal. Algumas pacientes iniciam mesmo suas atividades profissionais, não devendo contudo dirigir.

RESULTADO DA EMBOLIZAÇÃO

Estudos mostram que cerca de 90% nas mulheres as quais foi efetuada a embolização teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas. Com o aumento de números de fibromiomas e das artérias embolizadas, com aumento das suas dimensões verifica-se uma redução do percentagem de sucesso que pode baixar para 80% ou mesmo 70%. Ou seja, nessesas situações, que 20 ou 30% das pacientes podem não melhorar. Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida.

COMPLICAÇÕES APÓS À EMBOLIZAÇÃO

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados á qualquer cateterismo, mas que são raros. Geralmente não se sente qualquer sintoma durante a embolização. Algumas pacientes podem referir náuseas, vômitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações:

  • Alguma hemorragia, pouco abundante, que pode acompanhar alguns pequenos fragmentos de fibromiomas
  • Alguma dor de leve a média intensidade (controlada com medicação)
  • Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e apenas em fibromiomas submucosos. Ocorre na maioria dos casos, semanas ou meses após o tratamento. Se ocorrer deverá colocar gelo no abdome em baixo ventre e tomar antibiótico
  • O abdôme pode tornar-se raramente duro e distendido. Frequentemente não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica, mas deve ser avaliado.
  • A coxa ou o abdômen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente
  • Aparecimento de um pequeno "calombo" no local onde foi introduzido o cateter. Frequentemente não tem importância e desaparece sozinho, mas deve ser avaliado.
  • Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente sem qualquer medicação.
  • A febre é rara, mas pode ocorrer
  • Corrimento, sem odor, durante alguns dias.

Todos esses sintomas fazem parte do tratamento e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

 

 

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Quando ir no ginecologista pela primeira vez?

1˚ consulta no ginecologista

1˚ consulta no ginecologista

Quando sua filha precisa começar a ir no ginecologista? Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato, explica sobre essa mudança na vida das meninas.

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre dúvidas de quando ir a primeira vez ao ginecologista. Muitas pessoas têm dúvidas em quando ir ao ginecologista pela primeira vez: o ideal é que a partir dos 9 aos 12 anos a menina já tenha uma consulta com o ginecologista ou com a ginecologista da mãe. Por quê? Porque logo ela vai menstruar. Então essa consulta ela serve como uma orientação sobre esse período que ela vai entrar. Sua primeira menstruação. Como seu corpo vai funcionar a partir de então. E o que ela deve esperar sobre isso. O que ocorre é que muitas meninas procuram o ginecologista quando já têm uma vida sexual ativa e vem atrás uma anticoncepcional mas o ideal é que essa consulta seja antes para ter uma orientação sobre tudo isso. Até quando ela não iniciou a vida sexual para que ela possa ser orientada sobre métodos anticoncepcionais e sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Quando a mulher ou a menina iniciou a sua vida sexual é importante que ela vá todo ano, pelo menos uma vez ao ano ao seu ginecologista para fazer um exame preventivo, pra ser examinada para ver as mamas, pra ver como está sua saúde em geral. E quais os exames a serem realizados? Normalmente numa primeira consulta ginecológica, quando é uma menina vai pela primeira vez dos 9 aos 12 anos que não tenha relação sexual ainda que tenha iniciado as suas menstruações essa consulta vai ser mais uma conversa e uma orientação. Se ela tiver iniciado sua vida sexual vai começar a fazer os exames preventivos. O principal deles é o Papanicolau, que é um rastreamento de câncer de colo que deve ser realizado todo ano. Além disso, o exame das mamas, hoje em dia a gente sabe que os nódulos de mama são mais comuns numa idade menor. Câncer de Mama não tem mais aquele padrão de maior do que  40 ou 50 anos. Então é importante avaliar tudo fazer um ultrassom transvaginal, ou ultrassom pélvico para ver como é que está o útero, o ovário. Ou seja, para fazer um check-up ginecológico. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva-se no nosso canal , dê seu like,  deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Depilação íntima: higiene ou estética?

Depilação intima

estética ou higiene

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato, fala sobre a depilação das regiões intimas nas mulheres e sua relação com a estética e higiene.

 

 

-- transcrição --

Olá pessoal, sou dra Juliana Amato ginecologista e obstetra no Instituto Amato. Hoje eu vou conversar com vocês sobre uma dúvida muito frequente que me perguntam muito no consultório: sobre a depilação. Se é uma questão de higiene ou seja se é uma questão de estética. Muitas pessoas têm dúvida quanto à retirada dos pêlos se ela faz mal para saúde ginecológica, se ela aumenta o número de infecções. Então vamos tirar essas dúvidas a presença de pêlos nessa região associada com o aumento de temperatura com a sudorese excessiva ela pode aumentar o número de casos de infecção fúngica ou bacteriana porque essa região fica muito quente fica muito úmida e os fungos proliferam. A nossa vagina é uma casinha de fungos que ajudam a manter o pH vaginal. A pele da região da vulva é uma pele muito fina e muito sensível. Então a gente tem que ter algumas considerações na hora de fazer uma depilação. A depilação com gilete  causa mais escoriação na pele e com isso aumenta o risco de infecção por esses pequenos cortes. A depilação com cera quente é ótima. Ela tira a maioria dos pêlos porém pela temperatura maior ela pode escurecer a região da pele e pode também causar queimaduras. A depilação com cera fria ela é mais indicada porém é mais dolorida. Antigamente usava-se muito os cremes declaratórios que eram uma ótima saída para a depilação. Mas hoje em dia eles não são muito mais usados. Hoje em dia é mais utilizado o laser que ele projeta uma frequência de onda que destrói os bulbos capilares os bulbos pilosos e com isso o pêlo  pára de crescer. Porém existem vários bulbos pilotos ainda em desenvolvimento então na hora que faz essa depilação a laser você tem que fazer várias sessões para você conseguir destruir o maior número de bulbos pilosos. Então vou dar algumas dicas aqui sobre a depilação: após 24 horas do procedimento. O que ocorre é que a pele ainda está muito sensível e ela pode ficar propensa a ter infecções porque os poros estão mais abertos ainda nessas 24 horas. Então o ideal é que não se usa calcinhas muito justas calças muito justas e que não se tome sol pelo menos uma semana. Se você gostou do nosso vídeo dê o seu like. Inscreva se no nosso canal. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Vídeo - Acesso Transforaminal

Neurocirurgia - Thu, 08/08/2019 - 12:40

 

Melhores momentos de acesso endoscópico transforaminal em cirurgia ao vivo realizada em Curso de Endoscopia da Coluna. Instituto Amato e GIEC.

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Uso do DIU em quem nunca teve filhos

Uso do DIU

DIU: dispositivo intra uterino

A Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre o uso do DIU, dispositivo intra uterino para aquelas mulheres que nunca tiveram filhos.

--transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar sobre o uso de DIU por mulheres que nunca tiveram filhos. É muito comum no consultório receber pacientes com dúvidas sobre o uso do dispositivo intra uterino. Então vamos falar um pouquinho sobre ele. No mercado, a gente tem basicamente três tipos de dispositivo intra uterino: o de cobre, o de prata, e o dispositivo intra uterino hormonal que tem um hormônio chamado levonorgestrel. Qual a Diferença desses dois fios de cobre? Eles secretam o cobre, o diu de prata secreta prata e essas substâncias elas são espermaticidas ou seja elas matam os espermatozoides. Com isso os espermatozoides  não acendem para o útero, não encontram como óvulo   e não há fecundação. Já o dispositivo intra uterino de levonorgestrel, que é o hormonal , ele secreta hormônio e com isso não há ovulação. Qual que é  indicado para cada tipo de paciente? Normalmente usa o DIU medicado , ou seja, o DIU hormonal para mulheres que têm endometriose, para mulheres que tem mioma, ou mulheres que não desejam menstruar. Já o cobre é para as mulheres que não querem tomar nenhum tipo de anticoncepcional hormonal ou tem alguma contraindicação para o uso do hormônio. Então a gente utiliza esses. E qual é o receio das pacientes que não têm filhos ainda de usar um dispositivo intra uterino? Elas têm medo de ter mais doenças inflamatórias pélvicas e de não engravidar futuramente. Mas, vários estudos já foram realizados e hoje em dia a gente sabe que, não altera a fertilidade o uso de DIU, e não aumenta o número de doença inflamatória pélvica como o de uma paciente que já tenha tido filhos. Então é indicado o uso para pacientes que não engravidaram ainda. Como é feita a colocação desse DIU? É feito no consultório. Pode ser que com anestesia ou sem anestesia mas o mais indicado para pacientes que nunca tiveram filhos é com anestesia. Porque?. Porque elas não têm ainda o colo do útero um pouco alargado devido à gestação. É um pouquinho mais dolorido. Portanto a gente faz uma sedação e o procedimento demora de 20 a 30 minutos. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal dê o seu like. Comente aqui abaixo e ative o sininho de notificação.

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