Medicina

Endometrioma: cistos de endometriose no ovário

Endometrioma

Endometrioma são cistos de endometriose no ovário. Esses cistos têm um conteúdo achocolatado e podem ser chamados de cistos de chocolate. Pacientes com endometriose no estado avançado normalmente podem ter esses endometriomas que alteram a reserva folicular da mulher e com isso diminuir sua reserva ovariana. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com a Dra. Juliana Amato (CRM 106072).

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Miomas: tumores benignos causados por disfunções hormonais

Miomas uterinos são tumores benignos que aparecem de 20 a 40% das mulheres em idade reprodutiva. Eles acontecem mais entre as idades de 30 a 50 anos, e podem ser afetadas por disfunções hormonais e de origem genética. Os miomas uterinos estão associados com o aumento do crescimento do útero, aumento do fluxo menstrual e pode estar relacionado a infertilidade. Assista ao vídeo e saiba as regiões que podem ser afetadas pelos miomas com a Dra. Juliana Amato (CRM 106072).

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Aplicação de anticoagulante: tratamento para trombofilia e trombose

vascular.pro - Tue, 01/16/2018 - 16:17

Várias pessoas precisam usar anticoagulante por diversos motivos, entre eles, gestantes e pacientes com trombofilia e trombose. A técnica de aplicação, ou de autoaplicação, é muito importante, e deve ser feita de maneira subcutânea se for realizada pelo paciente. A melhor região para a aplicação é a abdominal, além de ser primordial a limpeza da área antes da injeção de anticoagulante. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Úlceras: causas e cuidados

vascular.pro - Tue, 01/16/2018 - 16:08

Úlceras são feridas de longas durações de várias causas, as venosas são as mais frequentes. As orientações podem variar conforme o paciente e o médico que estiver atendendo, mas basicamente os cuidados locais da úlcera venosa é deixa-la sempre limpa para evitar infecções. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Dermatite Ocre: manchas nas pernas

vascular.pro - Tue, 01/16/2018 - 16:01

Dermatite Ocre são manchas de tonalidade mostarda, que surgem nas pernas ocasionadas pela insuficiência venosa. Essa insuficiência acaba causando uma hipertensão nas veias resultando no extravasamento do conteúdo do sangue para o subcutâneo desse paciente. Assista ao vídeo e conheça mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Embolia de miomas: tumores não malignos no útero

vascular.pro - Tue, 01/16/2018 - 15:54

Os miomas são tumores não malignos que nascem na parede do útero. Eles podem causar diversos sintomas que podem variar desde sangramento menstrual exagerado, dor abdominal, entre outras dores que abrangem muitas das queixas femininas. Assista ao vídeo e saiba como eles podem ser tratados com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Retrospectiva 2017

2017 será mais um ano que ficará na história da equipe Fertilidade.org. Depois de tantos bebês colocados no mundo, temos que meditar nesse período do ano e traçar a rota que será seguida em 2018, sempre com o objetivo de ajudar mais mulheres a se tornarem mamães. Foi um ano que deixou sua marca, com muitas dificuldades, mas também com muitas vitórias. 
Para nosso site não foi diferente. Mais de 778.829 visitas ao nosso conteúdo, 8566 curtidas no Facebook (curta você também), 8573 seguidores, com avaliação 4,1 estrelas. Criamos uma playlist no Youtube com dicas de Reprodução Humana. Sempre buscando a melhor informação em reprodução humana para você.
Os artigos mais lidos em 2017 foram:

  1. Calculadora de Fertilidade
  2. Como o esperma chega ao óvulo
  3. Calculadora Gestacional
  4. Histerossalpingografia
  5. Reprodução Humana Assistida
  6. Inseminação artificial
  7. Fertilização in vitro (FIV)
  8. Atendimento gratuito para infertilidade
  9. Idade e a Fertilidade feminina
  10. Os principais tratamentos para infertilidade

Os artigos onde os usuários ficaram mais tempo lendo foram:

Se você ainda não leu, não perca a chance de ler os artigos vencedores.

Desejamos a todos muita saúde e muitos bebês em 2018.

 

Equipe Fertilidade.org

retrospectivaartigos
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Retrospectiva 2017

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  2. Como o esperma chega ao óvulo
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  4. Histerossalpingografia
  5. Reprodução Humana Assistida
  6. Inseminação artificial
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  8. Atendimento gratuito para infertilidade
  9. Idade e a Fertilidade feminina
  10. Os principais tratamentos para infertilidade

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Desejamos a todos muita saúde e muitos bebês em 2018.

 

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Tenho que estar menstruando antes de usar Clomid?

É possivel ovular sem a menstruação.

Para muitos casais que sofrem de infertilidade, a jornada do tratamento começa com o Clomid (clomifeno). Essas pílulas da fertilidade estimulam a ovulação, e, quando usadas da maneira correta, indicada e acompanhada por médico especialista em reprodução humana, são seguras e efetivas como primeira linha de tratamento.

Uma das partes mais frustrantes de usar o Clomid é ter que esperar o ciclo menstrual para iniciar a medicação.

Tradicionalmente o Clomid é iniciado no terceiro ou quinto dia do ciclo menstrual, e não é incomum a proibição de medicações tipo progesterona para acelerar a vinda da menstruação. Se você está acompanhando com médico especialista, provavelmente esse será o caminho.

Parece que não é mais necessário ter menstruado para começar com os medicamentos de fertilidade.

Especialistas em fertilidade adotaram uma nova estratégia e maneira de pensar após a publicação de um artigo alguns anos atrás que sugeria que a menstruação não é necessária para que os medicamentos de tratar infertilidade funcionem. Não só isso mas as chances de êxito podem até diminuir se usadas na mestruação. Isso é chamado de "stair step protocol". O que isso significa?

O "Stair Step Protocol"significa menos tempo para fazer você ovular e menor tempo para a concepção.

Então porque meu médico não usa o clomifeno dessa maneira?

A maioria dos ginecologistas está treinada para usar o clomifeno da maneira tradicional, enquanto que os especialistas em reprodução humana estão mais atualizados com os últimos tratamentos e podem oferecer o protocolo mais moderno.

Isso significa que o clomifeno pode começar a qualquer momento?

Não. Seu especialista em reprodução humana deve determinar que não está grávida e ainda não ovulou logo antes do uso das drogas de fetilidade. O uso do medicamento no momento errado do ciclo pode causar mais prejuizo do que benéfices.

Fonte: Clomid stair-step protocol may shorten the time to ovulation but not to pregnancy: a randomized clinical trial Craig, L.B. et al. Fertility and Sterility , Volume 104 , Issue 3 , e97

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Tenho que estar menstruando antes de usar Clomid?

É possivel ovular sem a menstruação.

Para muitos casais que sofrem de infertilidade, a jornada do tratamento começa com o Clomid (clomifeno). Essas pílulas da fertilidade estimulam a ovulação, e, quando usadas da maneira correta, indicada e acompanhada por médico especialista em reprodução humana, são seguras e efetivas como primeira linha de tratamento.

Uma das partes mais frustrantes de usar o Clomid é ter que esperar o ciclo menstrual para iniciar a medicação.

Tradicionalmente o Clomid é iniciado no terceiro ou quinto dia do ciclo menstrual, e não é incomum a proibição de medicações tipo progesterona para acelerar a vinda da menstruação. Se você está acompanhando com médico especialista, provavelmente esse será o caminho.

Parece que não é mais necessário ter menstruado para começar com os medicamentos de fertilidade.

Especialistas em fertilidade adotaram uma nova estratégia e maneira de pensar após a publicação de um artigo alguns anos atrás que sugeria que a menstruação não é necessária para que os medicamentos de tratar infertilidade funcionem. Não só isso mas as chances de êxito podem até diminuir se usadas na mestruação. Isso é chamado de "stair step protocol". O que isso significa?

O "Stair Step Protocol"significa menos tempo para fazer você ovular e menor tempo para a concepção.

Então porque meu médico não usa o clomifeno dessa maneira?

A maioria dos ginecologistas está treinada para usar o clomifeno da maneira tradicional, enquanto que os especialistas em reprodução humana estão mais atualizados com os últimos tratamentos e podem oferecer o protocolo mais moderno.

Isso significa que o clomifeno pode começar a qualquer momento?

Não. Seu especialista em reprodução humana deve determinar que não está grávida e ainda não ovulou logo antes do uso das drogas de fetilidade. O uso do medicamento no momento errado do ciclo pode causar mais prejuizo do que benéfices.

Fonte: Clomid stair-step protocol may shorten the time to ovulation but not to pregnancy: a randomized clinical trial Craig, L.B. et al. Fertility and Sterility , Volume 104 , Issue 3 , e97

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Lipedema: doença crônica do tecido adiposo

vascular.pro - Mon, 12/18/2017 - 12:59
O Lipedema é uma doença crônica do tecido adiposo, afetando geralmente as pernas, ancas e braços. É caracterizado por uma deposição maior de tecido gorduroso simétrico nos membros inferiores ou superiores, ocorrendo uma assimetria entre tronco e membros. Pode ser hereditária e ocorre quase exclusivamente em mulheres. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).  

--transcrição--     Olá! Sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vamos falar sobre lipedema, que é frequentemente confundido com o linfedema. O lipedema é uma doença crônica que atinge na maioria das vezes as mulheres. Aliás, é muito rara em homens.  É uma doença com características genéticas, hereditárias, embora não tenha sido identificado o gene específico, em que ocorre uma deposição maior de tecido gorduroso simétrico nos membros inferiores mais frequentemente, mas também nos membros superiores, ocorrendo uma assimetria entre a deposição de gordura no tronco e abdome com relação aos membros.  Então, são aquelas pessoas que têm as pernas muito gordas e têm dificuldade de perder o peso nas pernas quando fazem dieta, quando fazem exercício. Mas essa gordura também traz outros sintomas, sintomas que incomodam bastante. Sintomas como dor nos tecidos moles, tanto ao toque, com a sensibilidade maior, mas também uma dor generalizada nas pernas. Muitas vezes essa dor acaba se confundindo com outras causas de dor, como uma doença venosa, como o linfedema.  O paciente pode relatar também uma queixa de inchaço. Esses inchaço nas pernas que não diminui, não consegue controlar, pode estar associado ao lipedema.  Facilidade de formar hematomas, equimoses, qualquer pequena pancadinha forma grandes hematomas. Seria uma fragilidade capilar, mas isso também está associada ao lipedema. Normalmente os sintomas ocorrem após grandes alterações hormonais na mulher. Então após a puberdade, após a menopausa ou após uma gestação, pode acabar desencadeando a formação e a deposição de gordura do lipedema.  Existem outros sintomas que não são tão frequentes, mas que também estão associados, mas o importante é a gente diferenciar das outras causas de hedema de membros inferiores. Então a insuficiência venosa crônica, veja nosso vídeo sobre a insuficiência venosa crônica, e o linfedema, sobre o qual também temos um vídeo mostrando os principais sintomas.  Qualquer dúvida procure o cirurgião vascular. Se você curtiu esse vídeo, compartilhe. Tags: videolipedemaamatotv Select ratingGive Lipedema: doença crônica do tecido adiposo 1/5Give Lipedema: doença crônica do tecido adiposo 2/5Give Lipedema: doença crônica do tecido adiposo 3/5Give Lipedema: doença crônica do tecido adiposo 4/5Give Lipedema: doença crônica do tecido adiposo 5/5 No votes yet
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Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele

vascular.pro - Mon, 12/18/2017 - 12:55
A erisipela é uma infecção da camada superficial da pele que provoca feridas vermelhas, inflamadas e dolorosas, e se desenvolve principalmente nas pernas, rosto ou braços, apesar de poder surgir em qualquer parte do corpo. Esta doença é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos de idade, obesos ou diabéticos. Pode ser causada por uma bactéria específica (Streptcoccus pyogenes), ou por celulites. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).  

--transcricao--     Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar um pouquinho sobre erisipela. A erisipela é uma infecção extremamente comum em que acaba causando um grande vermelhão na perna. Essa hiperemia, esse vermelhão decorrente de uma infecção por uma bactéria localizada no tecido subcutâneo e derme, em membro inferior.  A erisipela é causada por uma bactéria bem específica, mas existe também a celulite, que aí não é celulite estética que todo mundo fala. A celulite também é uma infecção que pode ocorrer em tecidos subcutâneos e aí por outras bactérias menos graves. Mas as duas funcionam mais ou menos do mesmo jeito, tanto a erisipela, quanto a celulite.  É uma infecção que precisa de uma porta de entrada. Essa porta de entrada normalmente ocorre em pequenas feridas no pé e a ferida mais comum é a micose. Então quem tem uma micose, a gente sabe que a micose ocorre por causa de um fungo. Não é esse fungo que acaba causando a erisipela, mas as pequenas rachaduras, as pequenas feridas acabam sendo então a porta de entrada para essa bactéria que vai desencadear essa infecção.  O paciente que tem então vermelhão na perna por causa de uma erisipela vai ter os sinais sistêmicos de uma infecção. Pode ter febre, pode ter calafrios, pode ter infecção mostrada no sangue também.  E a erisipela deve ser tratada rápida e deve ser tratada com antibiótico sistêmico indicado pelo seu médico. Muito frequentemente os pacientes procuram o cirurgião vascular para o tratamento da erisipela, mas não espere passar até o consultório do cirurgião vascular. Se for demorar muito, vá ao pronto socorro, já inicie o tratamento, que é importante começar cedo, para ter a menor quantidade de dano no nosso sistema linfático possível.  Quem tem a erisipela vai acabar tendo esse dano no tecido linfático, que pode acabar causando inchaço no futuro e predispor a novos eventos de erisipela.  Então se tiver a suspeita, se tiver a dúvida, procure o seu médico o mais rápido possível.  Muito obrigado pela atenção e estamos à disposição. Tags: videoerisipela Select ratingGive Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele 1/5Give Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele 2/5Give Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele 3/5Give Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele 4/5Give Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele 5/5 No votes yet
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Tratamento de Lipedema

vascular.pro - Mon, 12/18/2017 - 12:51
O tratamento do Lipedema é baseado em 5 pilares, que visam oferecer melhor qualidade de vida ao paciente. O mais indicado é a prática de exercícios físicos, terapia de compressão, dieta, medicamentos que ajudam a aliviar os sintomas e a cirurgia para retirar o excesso de tecido gorduroso. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).  

--transcrição--   Olá! Sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vamos falar sobre outros aspectos do lipedema.  A história de quem tem o lipedema muitas vezes é dramática porque não existe um exame único que se faça e que determine a existência do lipedema. Então não tem um exame de sangue, não tem um exame de imagem. E acaba sendo um diagnóstico por exclusão.  Isso quer dizer que muitas pessoas passam a vida toda indo de médico em médico sem ter o diagnóstico do lipedema. E isso traz algumas angústias, algumas dificuldades. São pessoas que muitas vezes tiveram durante a vida tentativas de dieta, de exercício físico para perder peso, via a dificuldade, não conseguia perder o peso e em algum momento acaba desistindo desse tratamento e aí acaba tendo outro problema que é a obesidade.  Então essa sequência pode ocorrer, paciente com lipedema e que acaba tendo a obesidade depois, não por causa do lipedema, mas simplesmente porque deixou de se cuidar.  Agora a pergunta principal é: qual que é o tratamento do lipedema? O tratamento é baseado em cinco pilares. São os cinco pontos principais, não existe um remedinho milagroso, a gente tem que mudar vários aspectos.  O primeiro deles é exercício físico. É necessário fazer exercício físico, mesmo com a dificuldade da perda da gordura em membros inferiores, o exercício físico é muito importante. A terapia de compressão, elassocompressão, inelástica, elástica, tudo isso orientado pelo médico, pode auxiliar. A dieta também é muito importante. O medicamentoso, existem medicamentos que podem melhorar os sintomas e muitas vezes atingindo o objetivo. Mas também existe o tratamento cirúrgico. O tratamento medicamentoso não retira a célula doente. A única maneira de se retirar a célula doente é com a cirurgia. Então é possível cirurgicamente diminuir a quantidade desse tecido gorduroso, pode haver uma melhora estética, mas o objetivo para quem tem lipedema não é o tratamento estético, único e simplesmente, mas sim a diminuição dos sintomas que o lipedema acarreta, principalmente a dor, o inchaço e muito mais.  Então, qualquer dúvida nós estamos à disposição. Se você gostou desse nosso vídeo, curta e siga nosso canal no YouTube. Obrigado! Tags: lipedemavideo Select ratingGive Tratamento de Lipedema 1/5Give Tratamento de Lipedema 2/5Give Tratamento de Lipedema 3/5Give Tratamento de Lipedema 4/5Give Tratamento de Lipedema 5/5 No votes yet
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Varizes: As veias retiradas na cirurgia não fazem falta?

vascular.pro - Mon, 12/18/2017 - 12:44

As veias são responsáveis por trazer o sangue de volta ao coração. Para isto ocorrer elas têm de estar com o funcionamento normal. As veias que são varicosas são as que não estão trabalhando adequadamente, ou seja, não estão cumprindo a função de levar o sangue na direção correta. Por isso, a retirada dessas veias não irá fazer falta. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).

 

transcrição:

Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou responder uma pergunta muito frequente sobre varizes, que é: a retirada das veias não vai fazer mal? Essas veias não vão fazer falta?

Em primeiro lugar, as veias são parte do nosso sistema circulatório e ela trazem o sangue de volta para o coração. Enquanto as artérias levam para a periferia, a veia traz o sangue de volta para o coração. Então ela tem um sentido, um fluxo muito bem definido que é da perna para cima. Isso é direcionado por válvulas que abrem e fecham dentro dessa veia.

As veias que estão varicosas, as veias que estão doentes, essa válvula, e consequentemente a direção desse fluxo, não funcionam mais. Então o sangue nas veias varicosas acaba tendo refluxo, ou seja, ele pode ir tanto para cima, quanto para baixo, causando a hipertensão venosa.

As veias que são varicosas não estão trabalhando adequadamente. Elas não estão levando o sangue na direção correta. Então a retirada dessas veias não vai fazer falta nenhuma.

Agora tem outro aspecto bem interessante e importante nessa pergunta. Nós temos dois sistemas venosos importantes na perna, que é o sistema venoso profundo e o sistema venoso superficial. O sistema venoso profundo é responsável por 90% do retorno venoso, enquanto o sistema venoso superficial é responsável somente por 10% do retorno venoso. Então a retirada das veias desse sistema venoso superficial simplesmente vai direcionar esse fluxo para o sistema venoso profundo que dá conta. Ele é capaz de fazer esse retorno venoso.

Veja, estou falando de uma pessoa que tem o sistema venoso profundo adequado, funcionando, que, na maior parte dos casos de varizes, é assim que ocorre. Algumas pessoas têm problema no sistema venoso profundo e aí a questão é completamente diferente.

Mas no caso comum de varizes onde não tem o acometimento do sistema venoso profundo, a retirada das veias doentes do sistema venoso superficial não acarreta problema no sistema circulatório, melhorando até o retorno venoso.

Se você gostou do nosso vídeo, curta. Obrigado! 

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Gravidez múltipla: ter mais de um bebê

Gestação multipla

Descobrir que você vai ter gêmeos, trigêmeos ou mesmo quadrigêmeos pode ser excitante, mas também pode trazer problemas e preocupações para você, seu parceiro e familiares. Se você está esperando mais de um bebê, é importante que esteja bem preparada para as mudanças que irão ocorrer durante a gravidez e após o nascimento dos bebês.

Esta informação é para você que sabe que está carregando mais de um bebê. Aqui lerá sobre:

  • os diferentes tipos de gravidez múltipla
  • o que isso significa para você e seus bebês
  • os cuidados que você receberá durante a gravidez
  • as opções de nascimento para que você possa fazer uma escolha informada.

Esta página fornece uma visão geral da gravidez múltipla: centra-se principalmente em gêmeos, mas é relevante para qualquer gravidez onde espera-se mais de um bebê. Mais informações e suporte será forncidal por seu obstetra.

O que é uma gravidez múltipla?

Uma “gravidez múltipla” é o termo usado quando você está esperando dois ou mais bebês ao mesmo tempo. Ocorre em cerca de uma em cada 80 gestações. O tratamento de fertilidade aumenta as chances de gestação múltipla.

Quais são os diferentes tipos de gravidez múltipla?

Na sua primeira ultra-sonografia, que confirma se está carregando gêmeos ou trigêmeos, é importante descobrir a corionicidade da sua gravidez. Isso serve para ajudar a identificar se seus bebês compartilham uma placenta única e é importante porque os bebês que compartilham uma placenta têm um maior risco de complicações.

 

Gêmeos podem ser:

  • Diamniótico dicoriônico (DCDA) – se dois óvulos são fertilizados ou se um óvulo divide-se logo após a fertilização, cada bebê tem sua própria placenta com sua própria membrana exterior chamada “córion” e seu próprio saco amniótico
  • Diamniótico monocoriônico (MCDA) – se o óvulo fertilizado se divide um pouco mais tarde, os bebês compartilham uma placenta e córion mas cada um tem o seu próprio saco amniótico; Estes bebês são sempre idênticos
  • Monoamniótico monocorônico (MCMA) – muito menos comum, o óvulo fertilizado se divide mais tarde e os bebês compartilham a placenta e o córion e estão dentro do mesmo saco amniótico; Estes bebês são sempre idênticos; Isto é raro e acarreta riscos adicionais.

Da mesma forma, os trigêmeos podem ser tricoriônicos (cada bebê tem uma placenta e córion separados), dicoriônicos (dois dos três bebês compartilham uma placenta e o córion e o terceiro bebê está separado), ou monocoriônicos (todos os três bebês compartilham uma placenta e o córion).

Se seus bebês compartilham uma placenta, eles são idênticos ou monozigóticos. A maioria dos bebês que não compartilham uma placenta são não-idênticos ou dizigóticos. No entanto, é possível que bebês que não partilham uma placenta sejam idênticos também. Isto ocorre porque quase um terço dos gêmeos monozigóticos ou idênticos terão, cada um, sua própria placenta e, portanto, a mesma aparência em exames de ultra-som como os gêmeos DCDA (não idênticos ou dizigóticos).

O que significa uma gravidez múltipla para mim e meus bebês?

A maioria das mulheres que têm uma gestação múltipla têm uma gravidez saudável e bebês saudáveis. No entanto, as complicações são mais comuns em gravidez múltipla e deve-se ter cuidado extra durante a gestação, inclusive mais exames de ultra-som reduzem esses riscos para você e seus bebês.

Para você

Pequenos problemas que muitas mulheres grávidas experimentam, tais como o enjôo matinal, azia, inchaço dos tornozelos, varizes, dores nas costas e cansaço, são mais comuns em gestações múltiplas. Eles melhoram naturalmente depois que os bebês nascem.

Quaisquer problemas que possam surgir em qualquer gravidez são mais comuns com gêmeos e incluem:

  • Anemia – Geralmente causada por uma escassez de ferro porque os bebês em desenvolvimento usam uma grande quantidade de ferro
  • Pré-eclâmpsia – uma condição que provoca pressão alta e proteína na urina
  • Maior chance de uma hemorragia mais forte do que o normal após o nascimento – médicos obstetras são treinados para lidar com essas situações
  • Uma chance maior de precisar de uma cesariana ou parto vaginal assistido para o nascimento de seus bebês.

Para seus bebês

Prematuridade

Você está mais propensa a ter seus bebês mais cedo, se estiver esperando gêmeos ou trigêmeos:

  • cerca de 60 em cada 100 conjuntos de gêmeos vão nascer espontaneamente antes de 37 semanas de gravidez
  • cerca de 75 em cada 100 conjuntos de trigêmeos vão nascer espontaneamente antes de 35 semanas
  • em comparação, somente aproximadamente 10 em cada 100 mulheres grávidas com um bebê vão dar à luz antes de 37 semanas.

Os bebês que nascem antes das 37 semanas de gestação têm um risco aumentado de problemas, particularmente com a respiração, alimentação e infecção. Quanto mais cedo seus bebês nascem, mais provável que seja esse o caso. Eles talvez precisem ser atendidos em uma unidade neonatal. Você deve ter suporte para ficar tanto tempo quanto você puder com eles, e será encorajada a amamentar. 

Ter um bebê nascido precocemente pode ser preocupante e angustiante para os pais. Seus bebês são mais propensos a precisar de cuidados especiais após o nascimento. Seu médico obstetra ficará feliz em falar com você sobre isso e poder lhe dar informações sobre grupos de apoio que você possa achar útil.

Problemas com o crescimento

Ter gêmeos aumenta a chance da placenta não funcionar tão bem quanto deveria. Isso pode afetar o crescimento e o bem-estar dos bebês.

Síndrome da transfusão intergemelar (TTTS)

Gêmeos que compartilham uma placenta (gravidez monocoriônica) também compartilham o suprimento de sangue. Em cerca de 15 em cada 100 gestações de gêmeos monocoriônicos, o fluxo de sangue pode ser desequilibrado. Chamamos esta de Síndrome da transfusão intergemelar (TTTS). Um bebê, o doador, recebe muito pouco sangue e tem uma baixa pressão arterial, enquanto o outro bebê, o destinatário, recebe muito sangue e tem uma pressão arterial elevada. Você será monitorada com exames frequentes para detectar sinais de TTTS. Pode ser leve e pode não exigir qualquer tratamento, ou pode ser grave, caso em que será oferecido tratamento em um hospital com conhecimentos especializados.

Que cuidado especial eu preciso ter durante a gravidez?

Você estará sob os cuidados de uma equipe de cuidados de saúde especializada e será aconselhada a ter seus bebês em uma unidade de maternidade que possue uma unidade neonatal. Sua equipe geralmente incluirá um obstetra especializado em gestações múltiplas.

Ter uma gravidez múltipla significa que você precisará de mais visitas à clínica pré-natal no seu hospital. Você receberá exames extras de ultra-som para monitorar o crescimento dos seus bebês mais de perto.

  • Para gestações de gêmeos onde os bebês, cada um, têm sua própria placenta (dicoriônica), isto significará fazer um exame de ultra-som a cada 4 semanas.
  • Se seus bebês compartilham uma placenta (monocoriônica), sua gravidez será monitorada mais de perto, com exames indicados a cada 2 semanas a partir de 16 semanas de gravidez.
  • Você pode ser aconselhada a tomar comprimidos de ferro e ácido fólico diariamente durante a gravidez.
  • Se estiver tendo gêmeos e tem outros fatores de risco para pré-eclâmpsia, você pode ser aconselhada a tomar aspirina em baixa dose de 12 semanas de gravidez em diante, para reduzir o risco.

Ainda preciso testar para a síndrome de Down e outras anomalias?

Como todas as mulheres, você pode realizar um exame com cerca de 12 a 14 semanas para detectar condições cromossômicas, como a síndrome de Down. Mesmo em gestações múltiplas, os exames de sangue realizados ao mesmo tempo podem ser combinados com os resultados do ultra-som para avaliar o risco de um ou ambos os seus bebês terem um problema cromossômico.

Também será solicitado um outro ultra-som em cerca de 20 semanas para analisar o desenvolvimento dos seus bebês. A chance desses testes encontrarem um problema é ligeiramente maior do que se você estivesse grávida de apenas um bebê. Sua equipe de especialistas deve oferecer conselhos se o exame mostrar quaisquer problemas com a gravidez.

 

Conselhos e informações

Durante a gravidez, seus médicos vão lhe dar informações e conselhos sobre:

  • planejamento do nascimento, incluindo calendário e tipos de alívio de dor e de nascimento
  • cuidar de seus bebês após o nascimento
  • cuidados para você depois que seus bebês nascerem, incluindo a contracepção.

Onde eu deveria ter meus bebês?

Será informada para dar à luz em uma unidade de maternidade com infra estrutura adequada. Isto pode ser em sua unidade local ou em uma unidade mais especializada, dependendo de como sua gravidez progride e quando começa o seu trabalho.

Quando devem nascer meus bebês?

Você pode entrar em trabalho de parto cedo com gravidez múltipla. Mesmo se não o fizer, você provavelmente será aconselhada a ter seus bebês antes de sua data prevista de nascimento (nascimento eletivo). Isto é feito ao ter o trabalho de parto iniciado (induzido) ou por uma cesariana.

O momento exato do nascimento para gravidez múltipla depende de circunstâncias individuais e deve ser discutido com seu obstetra; no entanto, se a sua gestação não tiver sido complicada, recomenda-se que seja indicado nascimento eletivo de:

  • 37 semanas de gestação, se você estiver grávida de gêmeos dicoriônicos (bebês com placentas separadas)
  • 36 semanas, se você estiver carregando gêmeos monocoriônicos (bebês que compartilham uma placenta)
  • 35 semanas, se você estiver carregando trigêmeos.

Se você tem algum interesse em ter seus bebês nascidos em outros momentos, deve falar com seu médico, pois continuar a gravidez além destas datas aumenta o risco de danos para seus bebês.

Como vou ter meus bebês?

Você será capaz de discutir o seu plano de parto com seu obstetra. Sua decisão de ter um parto vaginal ou cesariana dependerá de vários fatores, incluindo a posição da(s) placenta(s), como os bebês estão crescendo e se você teve uma cesariana anterior.

Gêmeos

Se o bebê mais próximo do colo do útero (chamado frequentemente de gêmeo de apresentação) estiver de cabeça para baixo e você não tem outras complicações então deve ser capaz de ter um parto vaginal, se desejar. A posição do seu segundo gêmeo pode mudar depois que o primeiro bebê nasce e não deve influenciar em como você optará por dar à luz.

Se o bebê mais próximo do colo do útero (cérvix) estiver com o inferior para baixo (invertido) no final da gestação, uma cesariana é geralmente recomendada.

Tanto o parto vaginal quanto a cesariana tem riscos e benefícios, e é importante considerar as opções com cuidado e falar sobre sua situação individual com seus profissionais de saúde.

Se você decidiu ter uma cesariana, mas quer entrar em trabalho de parto naturalmente, você deve ir direto para o hospital. A operação será feita logo que possível. No entanto, ocasionalmente, o trabalho de parto pode estar muito avançado e pode ser mais seguro para você e seus filhos se eles nascerem pela vagina. Se você for entrar em trabalho de parto muito cedo na gravidez, pode ser avisada de que seria melhor para seus gêmeos nascerem pela vagina.

 

Trigêmeos, quadrigêmeos e gêmeos monoamnióticos

Estes bebês são nascem geralmente por cesariana, a menos que você esteja em trabalho de parto muito prematuro ou que você tenha dado à luz ao primeiro filho muito rapidamente.

Sua preferência é importante e deve ser dado tempo suficiente para considerar todas as informações relevantes antes de decidir o que melhor lhe convier.

Trabalho de parto e nascimento

A monitoração dos batimentos cardíacos dos seus bebês durante o trabalho de parto é recomendada, pois mostra o quão bem eles estão lidando; no entanto, fazer isso pode tornar menos fácil de você se mover. 

Você pode desejar ter uma anestesia epidural para alívio da dor. Isto pode ser útil, se surgir alguma complicação e seus bebês precisarem nascer por cesariana, fórceps ou ventosa (vácuo/ventouse). Não é essencial e as alternativas devem ser discutidas com você.

Após o nascimento do seu primeiro filho, o cordão será fixado e cortado da maneira usual, mas a placenta vai ficar dentro do útero até o segundo bebê nascer.

As parteiras e médicos irão verificar se o segundo bebê vem de cabeça-primeiro ou com a parte inferior-primeiro, ao sentir sua barriga, fazendo um exame interno e pela realização de uma ultra-sonografia. Conforme o segundo bebê vem pelo canal de nascimento, a segunda bolsa pode ser rompida. Um parto normal geralmente ocorre dentro de cerca de 30 minutos a uma hora.

Embora seja incomum que o primeiro gêmeo nasça por via vaginal e o segundo nasça por cesariana, pode ocorrer se o segundo bebê precisar nascer com urgência e/ou um parto vaginal não for seguro. Isso pode acontecer entre 2-10 em cada 100 nascimentos vaginais de gêmeos.

Um obstetra estará na sala de parto ou perto. Médicos e enfermeiros especializados no cuidado de bebês recém-nascidos podem também estar presentes e um anestesista pode estar lá para garantir que sua dor seja controlada. Os funcionários podem ajudá-la e responder a quaisquer perguntas que você tenha.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor para os recém-nascidos e seu corpo deve produzir leite suficiente para seus bebês. Se você encontrar dificuldades, sua parteira lhe oferecerá o aconselhamento e apoio que você precisa.

Como eu lido com dois bebês de uma vez?

Gêmeos vêm frequentemente mais cedo e você terá um impacto maior do que se você estivesse tendo apenas um bebê. Você poderia considerar parar de trabalhar cedo, possivelmente em cerca de 28 semanas.

Quando os bebês nascerem, será um tempo muito ocupado para todo o agregado familiar mas se tornará muito mais fácil se você for apoiada e aceitar ajuda quando for oferecido. Ajudará se estabelecer uma rotina tão cedo quanto possível. Procure por atividades e grupos de apoio em sua área local.

 

Pontos-chave

  • Gravidez múltipla ocorre em cerca de uma em cada 80 gestações.
  • Embora a maioria das mulheres com gestações múltiplas tenha uma gravidez saudável e bebês saudáveis, as complicações são mais comuns.
  • Controles pré-natais extras e exames de ultra-som para monitorar seus bebês serão oferecidos.
  • Você está mais propensa a ter seus bebês mais cedo, se você tiver uma gravidez múltipla.
  • Você será informada para dar à luz em uma unidade de maternidade com especialistas.
  • Seu obstetra e grupos de apoio podem lhe fornecer conselhos e apoio depois que seus bebês nascerem.
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Gravidez múltipla: ter mais de um bebê

Gestação multipla

Descobrir que você vai ter gêmeos, trigêmeos ou mesmo quadrigêmeos pode ser excitante, mas também pode trazer problemas e preocupações para você, seu parceiro e familiares. Se você está esperando mais de um bebê, é importante que esteja bem preparada para as mudanças que irão ocorrer durante a gravidez e após o nascimento dos bebês.

Esta informação é para você que sabe que está carregando mais de um bebê. Aqui lerá sobre:

  • os diferentes tipos de gravidez múltipla
  • o que isso significa para você e seus bebês
  • os cuidados que você receberá durante a gravidez
  • as opções de nascimento para que você possa fazer uma escolha informada.

Esta página fornece uma visão geral da gravidez múltipla: centra-se principalmente em gêmeos, mas é relevante para qualquer gravidez onde espera-se mais de um bebê. Mais informações e suporte será forncidal por seu obstetra.

O que é uma gravidez múltipla?

Uma “gravidez múltipla” é o termo usado quando você está esperando dois ou mais bebês ao mesmo tempo. Ocorre em cerca de uma em cada 80 gestações. O tratamento de fertilidade aumenta as chances de gestação múltipla.

Quais são os diferentes tipos de gravidez múltipla?

Na sua primeira ultra-sonografia, que confirma se está carregando gêmeos ou trigêmeos, é importante descobrir a corionicidade da sua gravidez. Isso serve para ajudar a identificar se seus bebês compartilham uma placenta única e é importante porque os bebês que compartilham uma placenta têm um maior risco de complicações.

 

Gêmeos podem ser:

  • Diamniótico dicoriônico (DCDA) – se dois óvulos são fertilizados ou se um óvulo divide-se logo após a fertilização, cada bebê tem sua própria placenta com sua própria membrana exterior chamada “córion” e seu próprio saco amniótico
  • Diamniótico monocoriônico (MCDA) – se o óvulo fertilizado se divide um pouco mais tarde, os bebês compartilham uma placenta e córion mas cada um tem o seu próprio saco amniótico; Estes bebês são sempre idênticos
  • Monoamniótico monocorônico (MCMA) – muito menos comum, o óvulo fertilizado se divide mais tarde e os bebês compartilham a placenta e o córion e estão dentro do mesmo saco amniótico; Estes bebês são sempre idênticos; Isto é raro e acarreta riscos adicionais.

Da mesma forma, os trigêmeos podem ser tricoriônicos (cada bebê tem uma placenta e córion separados), dicoriônicos (dois dos três bebês compartilham uma placenta e o córion e o terceiro bebê está separado), ou monocoriônicos (todos os três bebês compartilham uma placenta e o córion).

Se seus bebês compartilham uma placenta, eles são idênticos ou monozigóticos. A maioria dos bebês que não compartilham uma placenta são não-idênticos ou dizigóticos. No entanto, é possível que bebês que não partilham uma placenta sejam idênticos também. Isto ocorre porque quase um terço dos gêmeos monozigóticos ou idênticos terão, cada um, sua própria placenta e, portanto, a mesma aparência em exames de ultra-som como os gêmeos DCDA (não idênticos ou dizigóticos).

O que significa uma gravidez múltipla para mim e meus bebês?

A maioria das mulheres que têm uma gestação múltipla têm uma gravidez saudável e bebês saudáveis. No entanto, as complicações são mais comuns em gravidez múltipla e deve-se ter cuidado extra durante a gestação, inclusive mais exames de ultra-som reduzem esses riscos para você e seus bebês.

Para você

Pequenos problemas que muitas mulheres grávidas experimentam, tais como o enjôo matinal, azia, inchaço dos tornozelos, varizes, dores nas costas e cansaço, são mais comuns em gestações múltiplas. Eles melhoram naturalmente depois que os bebês nascem.

Quaisquer problemas que possam surgir em qualquer gravidez são mais comuns com gêmeos e incluem:

  • Anemia – Geralmente causada por uma escassez de ferro porque os bebês em desenvolvimento usam uma grande quantidade de ferro
  • Pré-eclâmpsia – uma condição que provoca pressão alta e proteína na urina
  • Maior chance de uma hemorragia mais forte do que o normal após o nascimento – médicos obstetras são treinados para lidar com essas situações
  • Uma chance maior de precisar de uma cesariana ou parto vaginal assistido para o nascimento de seus bebês.

Para seus bebês

Prematuridade

Você está mais propensa a ter seus bebês mais cedo, se estiver esperando gêmeos ou trigêmeos:

  • cerca de 60 em cada 100 conjuntos de gêmeos vão nascer espontaneamente antes de 37 semanas de gravidez
  • cerca de 75 em cada 100 conjuntos de trigêmeos vão nascer espontaneamente antes de 35 semanas
  • em comparação, somente aproximadamente 10 em cada 100 mulheres grávidas com um bebê vão dar à luz antes de 37 semanas.

Os bebês que nascem antes das 37 semanas de gestação têm um risco aumentado de problemas, particularmente com a respiração, alimentação e infecção. Quanto mais cedo seus bebês nascem, mais provável que seja esse o caso. Eles talvez precisem ser atendidos em uma unidade neonatal. Você deve ter suporte para ficar tanto tempo quanto você puder com eles, e será encorajada a amamentar. 

Ter um bebê nascido precocemente pode ser preocupante e angustiante para os pais. Seus bebês são mais propensos a precisar de cuidados especiais após o nascimento. Seu médico obstetra ficará feliz em falar com você sobre isso e poder lhe dar informações sobre grupos de apoio que você possa achar útil.

Problemas com o crescimento

Ter gêmeos aumenta a chance da placenta não funcionar tão bem quanto deveria. Isso pode afetar o crescimento e o bem-estar dos bebês.

Síndrome da transfusão intergemelar (TTTS)

Gêmeos que compartilham uma placenta (gravidez monocoriônica) também compartilham o suprimento de sangue. Em cerca de 15 em cada 100 gestações de gêmeos monocoriônicos, o fluxo de sangue pode ser desequilibrado. Chamamos esta de Síndrome da transfusão intergemelar (TTTS). Um bebê, o doador, recebe muito pouco sangue e tem uma baixa pressão arterial, enquanto o outro bebê, o destinatário, recebe muito sangue e tem uma pressão arterial elevada. Você será monitorada com exames frequentes para detectar sinais de TTTS. Pode ser leve e pode não exigir qualquer tratamento, ou pode ser grave, caso em que será oferecido tratamento em um hospital com conhecimentos especializados.

Que cuidado especial eu preciso ter durante a gravidez?

Você estará sob os cuidados de uma equipe de cuidados de saúde especializada e será aconselhada a ter seus bebês em uma unidade de maternidade que possue uma unidade neonatal. Sua equipe geralmente incluirá um obstetra especializado em gestações múltiplas.

Ter uma gravidez múltipla significa que você precisará de mais visitas à clínica pré-natal no seu hospital. Você receberá exames extras de ultra-som para monitorar o crescimento dos seus bebês mais de perto.

  • Para gestações de gêmeos onde os bebês, cada um, têm sua própria placenta (dicoriônica), isto significará fazer um exame de ultra-som a cada 4 semanas.
  • Se seus bebês compartilham uma placenta (monocoriônica), sua gravidez será monitorada mais de perto, com exames indicados a cada 2 semanas a partir de 16 semanas de gravidez.
  • Você pode ser aconselhada a tomar comprimidos de ferro e ácido fólico diariamente durante a gravidez.
  • Se estiver tendo gêmeos e tem outros fatores de risco para pré-eclâmpsia, você pode ser aconselhada a tomar aspirina em baixa dose de 12 semanas de gravidez em diante, para reduzir o risco.

Ainda preciso testar para a síndrome de Down e outras anomalias?

Como todas as mulheres, você pode realizar um exame com cerca de 12 a 14 semanas para detectar condições cromossômicas, como a síndrome de Down. Mesmo em gestações múltiplas, os exames de sangue realizados ao mesmo tempo podem ser combinados com os resultados do ultra-som para avaliar o risco de um ou ambos os seus bebês terem um problema cromossômico.

Também será solicitado um outro ultra-som em cerca de 20 semanas para analisar o desenvolvimento dos seus bebês. A chance desses testes encontrarem um problema é ligeiramente maior do que se você estivesse grávida de apenas um bebê. Sua equipe de especialistas deve oferecer conselhos se o exame mostrar quaisquer problemas com a gravidez.

 

Conselhos e informações

Durante a gravidez, seus médicos vão lhe dar informações e conselhos sobre:

  • planejamento do nascimento, incluindo calendário e tipos de alívio de dor e de nascimento
  • cuidar de seus bebês após o nascimento
  • cuidados para você depois que seus bebês nascerem, incluindo a contracepção.

Onde eu deveria ter meus bebês?

Será informada para dar à luz em uma unidade de maternidade com infra estrutura adequada. Isto pode ser em sua unidade local ou em uma unidade mais especializada, dependendo de como sua gravidez progride e quando começa o seu trabalho.

Quando devem nascer meus bebês?

Você pode entrar em trabalho de parto cedo com gravidez múltipla. Mesmo se não o fizer, você provavelmente será aconselhada a ter seus bebês antes de sua data prevista de nascimento (nascimento eletivo). Isto é feito ao ter o trabalho de parto iniciado (induzido) ou por uma cesariana.

O momento exato do nascimento para gravidez múltipla depende de circunstâncias individuais e deve ser discutido com seu obstetra; no entanto, se a sua gestação não tiver sido complicada, recomenda-se que seja indicado nascimento eletivo de:

  • 37 semanas de gestação, se você estiver grávida de gêmeos dicoriônicos (bebês com placentas separadas)
  • 36 semanas, se você estiver carregando gêmeos monocoriônicos (bebês que compartilham uma placenta)
  • 35 semanas, se você estiver carregando trigêmeos.

Se você tem algum interesse em ter seus bebês nascidos em outros momentos, deve falar com seu médico, pois continuar a gravidez além destas datas aumenta o risco de danos para seus bebês.

Como vou ter meus bebês?

Você será capaz de discutir o seu plano de parto com seu obstetra. Sua decisão de ter um parto vaginal ou cesariana dependerá de vários fatores, incluindo a posição da(s) placenta(s), como os bebês estão crescendo e se você teve uma cesariana anterior.

Gêmeos

Se o bebê mais próximo do colo do útero (chamado frequentemente de gêmeo de apresentação) estiver de cabeça para baixo e você não tem outras complicações então deve ser capaz de ter um parto vaginal, se desejar. A posição do seu segundo gêmeo pode mudar depois que o primeiro bebê nasce e não deve influenciar em como você optará por dar à luz.

Se o bebê mais próximo do colo do útero (cérvix) estiver com o inferior para baixo (invertido) no final da gestação, uma cesariana é geralmente recomendada.

Tanto o parto vaginal quanto a cesariana tem riscos e benefícios, e é importante considerar as opções com cuidado e falar sobre sua situação individual com seus profissionais de saúde.

Se você decidiu ter uma cesariana, mas quer entrar em trabalho de parto naturalmente, você deve ir direto para o hospital. A operação será feita logo que possível. No entanto, ocasionalmente, o trabalho de parto pode estar muito avançado e pode ser mais seguro para você e seus filhos se eles nascerem pela vagina. Se você for entrar em trabalho de parto muito cedo na gravidez, pode ser avisada de que seria melhor para seus gêmeos nascerem pela vagina.

 

Trigêmeos, quadrigêmeos e gêmeos monoamnióticos

Estes bebês são nascem geralmente por cesariana, a menos que você esteja em trabalho de parto muito prematuro ou que você tenha dado à luz ao primeiro filho muito rapidamente.

Sua preferência é importante e deve ser dado tempo suficiente para considerar todas as informações relevantes antes de decidir o que melhor lhe convier.

Trabalho de parto e nascimento

A monitoração dos batimentos cardíacos dos seus bebês durante o trabalho de parto é recomendada, pois mostra o quão bem eles estão lidando; no entanto, fazer isso pode tornar menos fácil de você se mover. 

Você pode desejar ter uma anestesia epidural para alívio da dor. Isto pode ser útil, se surgir alguma complicação e seus bebês precisarem nascer por cesariana, fórceps ou ventosa (vácuo/ventouse). Não é essencial e as alternativas devem ser discutidas com você.

Após o nascimento do seu primeiro filho, o cordão será fixado e cortado da maneira usual, mas a placenta vai ficar dentro do útero até o segundo bebê nascer.

As parteiras e médicos irão verificar se o segundo bebê vem de cabeça-primeiro ou com a parte inferior-primeiro, ao sentir sua barriga, fazendo um exame interno e pela realização de uma ultra-sonografia. Conforme o segundo bebê vem pelo canal de nascimento, a segunda bolsa pode ser rompida. Um parto normal geralmente ocorre dentro de cerca de 30 minutos a uma hora.

Embora seja incomum que o primeiro gêmeo nasça por via vaginal e o segundo nasça por cesariana, pode ocorrer se o segundo bebê precisar nascer com urgência e/ou um parto vaginal não for seguro. Isso pode acontecer entre 2-10 em cada 100 nascimentos vaginais de gêmeos.

Um obstetra estará na sala de parto ou perto. Médicos e enfermeiros especializados no cuidado de bebês recém-nascidos podem também estar presentes e um anestesista pode estar lá para garantir que sua dor seja controlada. Os funcionários podem ajudá-la e responder a quaisquer perguntas que você tenha.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor para os recém-nascidos e seu corpo deve produzir leite suficiente para seus bebês. Se você encontrar dificuldades, sua parteira lhe oferecerá o aconselhamento e apoio que você precisa.

Como eu lido com dois bebês de uma vez?

Gêmeos vêm frequentemente mais cedo e você terá um impacto maior do que se você estivesse tendo apenas um bebê. Você poderia considerar parar de trabalhar cedo, possivelmente em cerca de 28 semanas.

Quando os bebês nascerem, será um tempo muito ocupado para todo o agregado familiar mas se tornará muito mais fácil se você for apoiada e aceitar ajuda quando for oferecido. Ajudará se estabelecer uma rotina tão cedo quanto possível. Procure por atividades e grupos de apoio em sua área local.

 

Pontos-chave

  • Gravidez múltipla ocorre em cerca de uma em cada 80 gestações.
  • Embora a maioria das mulheres com gestações múltiplas tenha uma gravidez saudável e bebês saudáveis, as complicações são mais comuns.
  • Controles pré-natais extras e exames de ultra-som para monitorar seus bebês serão oferecidos.
  • Você está mais propensa a ter seus bebês mais cedo, se você tiver uma gravidez múltipla.
  • Você será informada para dar à luz em uma unidade de maternidade com especialistas.
  • Seu obstetra e grupos de apoio podem lhe fornecer conselhos e apoio depois que seus bebês nascerem.
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Categories: Medicina

A sua fertilidade pode ser um medidor de saúde?

Fertilidade

Saúde Geral

Pesquisas sugerem que mulheres inférteis poder estar sob risco de problemas de saúde no futuro.

Como especialista em fertilidade, ouço isso o tempo todo. Sou saudável e cuido de mim mesma, então não tem razão para não conseguir engravidar. Naturalmente passamos a conversar sobre a separação da fertilidade da saúde geral, o que é mais frequente. Mas, talvez, não seja inteiramente verdade.

Um estudo da Universidade da Pensilvânia e do Instituto Nacional do Câncer seguiu 78 mil mulheres a longo prazo, avaliando por problemas de saúde. Foram seguidas e rastreadas principalmente para câncer, mas foram perguntadas sobre problemas de infertilidade como parte do estudo. Foi apresentado em novembro de 2017 no encontro da  American Society of Reproductive Medicine Scientific Congress & Expo em San Antonio, Texas por Mitesh S. Patel.

Descobriram o seguinte:

  • no geral, mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 10% de risco de morrer no período de 13 anos do estudo
  • mulheres inférteis tinham 20% de risco aumentado de morrer por câncer
  • mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 44% de risco de morrer por câncer de mama
  • mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 70% de risco de morrer por diabetes embora não tenham tido maior risco de ter diabetes
  • câncer uterino e ovariano não foram mais comuns em mulheres com história de infertilidade

Lembrando de o aumento no risco de algo não é o número absoluto do risco. Não interprete erroneamente estes numeros. Eles só tem validade em comparação com grupo saudável.

Isso significa que a infertilidade causa piora da saúde? Provavelmente não, mas pode significar que a infertilidade pode ser um sinal precoce de problemas de saúde.

Significa também que mulheres inférteis, tratadas ou não da infertilidade, com êxito ou malogro do tratamento, precisam prestar atenção na sua saúde geral e fazer check-ups periodicamente.

 

Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171101141635.htm

https://www.pennmedicine.org/news/news-releases/2017/november/infertilit...

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/10/30/infertility-women-could-sign-...

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A sua fertilidade pode ser um medidor de saúde?

Fertilidade

Saúde Geral

Pesquisas sugerem que mulheres inférteis poder estar sob risco de problemas de saúde no futuro.

Como especialista em fertilidade, ouço isso o tempo todo. Sou saudável e cuido de mim mesma, então não tem razão para não conseguir engravidar. Naturalmente passamos a conversar sobre a separação da fertilidade da saúde geral, o que é mais frequente. Mas, talvez, não seja inteiramente verdade.

Um estudo da Universidade da Pensilvânia e do Instituto Nacional do Câncer seguiu 78 mil mulheres a longo prazo, avaliando por problemas de saúde. Foram seguidas e rastreadas principalmente para câncer, mas foram perguntadas sobre problemas de infertilidade como parte do estudo. Foi apresentado em novembro de 2017 no encontro da  American Society of Reproductive Medicine Scientific Congress & Expo em San Antonio, Texas por Mitesh S. Patel.

Descobriram o seguinte:

  • no geral, mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 10% de risco de morrer no período de 13 anos do estudo
  • mulheres inférteis tinham 20% de risco aumentado de morrer por câncer
  • mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 44% de risco de morrer por câncer de mama
  • mulheres com história de infertilidade tinham aumento de 70% de risco de morrer por diabetes embora não tenham tido maior risco de ter diabetes
  • câncer uterino e ovariano não foram mais comuns em mulheres com história de infertilidade

Lembrando de o aumento no risco de algo não é o número absoluto do risco. Não interprete erroneamente estes numeros. Eles só tem validade em comparação com grupo saudável.

Isso significa que a infertilidade causa piora da saúde? Provavelmente não, mas pode significar que a infertilidade pode ser um sinal precoce de problemas de saúde.

Significa também que mulheres inférteis, tratadas ou não da infertilidade, com êxito ou malogro do tratamento, precisam prestar atenção na sua saúde geral e fazer check-ups periodicamente.

 

Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/11/171101141635.htm

https://www.pennmedicine.org/news/news-releases/2017/november/infertilit...

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/10/30/infertility-women-could-sign-...

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Trombose Venosa Profunda (TVP)

vascular.pro - Wed, 11/29/2017 - 15:23

A você paciente, nossos cumprimentos. Se está lendo este pequeno texto, isto significa que está interessado na sua saúde. Para se aprofundar no assunto ou avaliar a sua situação, passe em consulta com um cirurgião vascular.

 

A palavra trombose, que tanto nos assusta, significa a coagulação, uma espécie de solidificação do sangue dentro dos vasos sanguíneos. Ocorre a formação de coágulos de forma indiscriminada dentro dos vasos. Então, a trombose é a oclusão de uma artéria ou veia por causa de um coágulo que não deveria ter ocorrido e acaba impedindo a corrente sanguinea. Muitas pessoas confundem a trombose venosa com a arterial, ou seja, aquela que ocorre nos vasos responsáveis pela condução do sangue para nutrir as extremidades. Não é. A trombose venosa ocorre nos vasos sanguíneos responsáveis pelo retorno do sangue ao coração e pulmões, depois de passar pelos tecidos de nosso corpo. Ao contrario da trombose nas artérias, a trombose venosa raramente é causa de amputação, ainda assim, está longe de ser doença benigna.

 

Complicações ligadas à trombose venosa:

 

Existem pelo menos duas complicações importantes, uma de curto prazo e outra de longo prazo ligadas a TVP. Na fase aguda (que dura alguns dias), pode ocorrer o deslocamento do trombo ou a formação de novo trombo a partir do local de formação (90% se inicia nas pernas) e este material viaja através do sistema venoso até causar a oclusão de um vaso no pulmão. Isto é chamado embolia pulmonar. Se a oclusão for múltipla ou em vasos pulmonares maiores, há risco de falência cardíaca, infarto pulmonar e até morte. Passada a fase aguda, o trombo na veia costuma se estabilizar e a chance de embolia pulmonar diminui drasticamente. Entretanto, se a trombose na perna não for tratada adequadamente, a dificuldade do retorno do sangue ao longo dos anos pode causar o represamento do sangue nessa perna e isso é a causa da segunda complicação, a chamada síndrome pós trombótica. Esta é caracterizada pelo inchaço crônico, sensação de peso ou dor de forma geral, escurecimento das pernas e, nos estágios mais graves, a abertura de feridas geralmente próximas aos tornozelos. Podendo demorar meses ou até mesmo anos para cicatrizar, essa síndrome é fonte considerável de sofrimento ao portador.

 

Qual a origem da TVP?

 

A TVP pode ocorrer sem um motivo aparente, mas a maioria (7 em cada 10) pode ser relacionada a algum fator de risco como:

  • Cirurgia recente, em especial as prolongadas, ortopédicas, por câncer e em pacientes acima de 40 anos
  • Traumatismos, principalmente associado a fratura
  • Câncer em atividade
  • Imobilização prolongada
  • Insuficiência cardíaca
  • Trombose venosa prévia
  • Gestação no último trimestre, e logo após o parto
  • Familiares (pais e irmãos) com TVP sem causa identificada
  • E a hospitalização. A TVP é uma das principais causas de mortalidade – não ligada à doença primária da internação durante a hospitalização – que é passível de prevenção

Alguns fatores são mais importantes do que outros, como as trombofilias, por exemplo.

 

Quais são os sintomas da TVP?

 

Um aspecto difícil com relação a esta doença é o fato de metade dos casos não apresentarem sintomas. Por outro lado, quando estes existem, em especial na presença de fatores de risco, devem ser valorizados. Dor em peso ou aperto associado ao inchaço em apenas uma das extremidades – que pode ser superior (braços), mas 90% dos casos envolvem os inferiores (pernas) – devem chamar a atenção para a possibilidade de TVP. Inchaços em ambos os lados sugerem outras causas, frequentemente sistêmicas como insuficiência cardíaca, renal, hepática, alterações da tireóide e outras.

 

Como se trata a TVP?

 

A TVP, quando diagnosticada e tratada precocemente, geralmente evolui bem, bastando o uso de medicamentos anticoagulantes, que atualmente podem ser administrados por via injetável e/ou por via oral. O uso destes anticoagulantes diminui a chance das complicações como embolia pulmonar e síndrome pós trombótica, ou ao menos minimiza seu impacto. O tempo de tratamento pode variar de poucas semanas até indefinidamente dependendo de sua origem, e pode envolver mais do que um tipo de medicação ao longe desse tempo.

Com relação a viagens, a chance exata de desenvolver trombose não está bem estabelecida. Sabemos que não é muito frequente, mas os portadores dos fatores de risco e, particularmente, em viagens aéreas de longa duração devem receber atenção especial. Beber agua em abundância, movimentar-se de hora em hora e, eventualmente, utilizar meias de compressão são medidas interessantes e suficientes para a maioria dos viajantes.

O exercício físico e a movimentação deve ser liberada pelo seu cirurgião vascular, mas, exceto poucos casos bem específicos, provavelmente será autorizado.

 

Dica:

 

Se você tem dúvidas sobre a prevenção, diagnóstico ou tratamento de trombose, converse com seu cirurgião vascular. Ele é o especialista que tem conhecimento sobre as melhores técnicas de investigação, prevenção e tratamento podendo, em conjunto com o paciente, definir a melhor forma de controlar esse problema.

Veja no vídeo o coágulo se formando. Veja os sintomas da trombose venosa.

A trombose venosa profunda é assunto recorrente aqui simplesmente pela sua importância e gravidade. 1 em cada 10 mortes em hospital ocorrem decorrentes da embolia pulmonar, sua principal complicação. Leia nossos outros artigos também:

$(window).on('message', function(e) { var tmp = (eval('(' +e.originalEvent.data+')')); window.hasOwnProperty = window.hasOwnProperty || Object.prototype.hasOwnProperty; if(tmp.hasOwnProperty('nhs_redirect')){ window.location.href = tmp.nhs_redirect; } });

 

 

Fonte: SBACV, Trombose Venosa Profunda. 2015

Tags: vascularvenosotrombose Select ratingGive Trombose Venosa Profunda (TVP) 1/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP) 2/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP) 3/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP) 4/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP) 5/5 Average: 3 (4 votes)
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