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Clinica de Reprodução Humana em São Paulo, SP. Tratamento de Infertilidade. Técnicas modernas de fertilização in vitro. Dicas para manter sua fertilidade.
Updated: 1 hour 3 min ago

Causas de sangramento vaginal

Thu, 09/19/2019 - 14:56

O sangramento vaginal pode não ser causado por doenças subjacentes. Algumas causas comuns incluem menstruação, objetos inseridos no corpo (como um DIU), efeitos colaterais de medicamentos ou parto.

O sangramento intermenstrual tem muitas causas possíveis. Por si só, não indica necessariamente uma condição séria.

O sangramento vaginal é considerado anormal se ocorrer:

  • Quando você não está esperando o período menstrual
  • Quando o fluxo menstrual é mais leve ou mais pesado do que o esperado
  • Em um momento inesperado, como antes de 9 anos de idade, durante a gravidez ou após a menopausa.

Durante a gravidez, um sangramento pode significar complicações graves, como gravidez ectópica ou aborto espontâneo. Nesses casos, sempre se deve procurar ajuda médica.

Outras causas de sangramento intermenstrual incluem:

Outras causas menos comuns de sangramento vaginal anormal que pode ser mais grave incluem:

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Categories: Medicina

Gravidez + Diabetes = Diabetes Gestacional

Mon, 09/09/2019 - 12:48

Conheça os principais riscos de se ter diabetes gestacional e saiba como se prevenir. Assista ao vídeo e compartilhe. Dra Juliana Amato, ginecologista especialista do Instituto Amato explica o assunto.

-- transcrição --

Olá, meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra da Clínica Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre diabetes gestacional. E diabetes gestacional é a condição de diabetes que ocorre somente na gravidez. O que ocorre é que no início da gravidez a placenta é formada e com isso a placenta é responsável pela produção de vários hormônios que mantêm o equilíbrio hormonal. Diante das inúmeras alterações hormonais que a grávida vai ter durante a evolução da sua gestação. A placenta é formada nesse início de gravidez e o que ocorre é que essa essa vascularização da placenta ela não é bem formada e com isso tem uma alteração na homeostase da insulina. Então a diabetes ela começa a aparecer. A glicemia ela aumenta e começa a ter sintomas de diabetes e os sintomas são: aumento da ingestão de água, aumento da urina durante a gestação, vai mais vezes ao banheiro, para urinar. Mas não é toda a urina porque quando a gente está grávida o útero cresce então a gente vai mais vezes ao banheiro. Quando a gente está grávida o útero cresce e comprime a bexiga. Nós vamos mais vezes ao banheiro então tem um aumento dessa frequência de ir ao banheiro. Na diabetes gestacional já é uma coisa exagerada, já é uma urina mesmo em grande quantidade a urina ela pode ficar mais amarelada.  Para o feto, para o bebê, o que pode ocasionar? Aumento de peso então foram aqueles grandes, gordinhos, que nascem muito maiores do que o esperado e com isso quando ele nasce ele pode ter hipoglicemia. Ele pode ter obesidade quando mais velho e ele pode ter um maior risco de diabetes gestacional quando ele for adulto. Quais exames  são feitos para diagnosticar uma diabetes gestacional? Inicialmente no pré natal e avaliada com um exame de glicemia mas a partir da 24ª semana é solicitado um exame de teste de tolerância oral a glicose. Ele vai fazer o diagnóstico dessa diabetes gestacional. Como que a gente faz o manejo dessa diabetes gestacional? Como a gente faz o tratamento? Inicialmente o tratamento é adequar a alimentação à dieta, e exercícios físicos na medida da pessoa que ela está acostumada mas tem que fazer um exercício físico. Mudanças de hábitos mesmo ter hábitos mais saudáveis. Se a diminuição da ingestão de carboidratos, de açúcar como a frutose, como os açúcares em geral não melhorarem essa condição de diabetes gestacional, aí sim é indicado entrar com insulinoterapia. No caso de gestante, o mais usado é a insulina, não pode ser os hipoglicemiantes orais porque eles são contra indicados durante a gravidez. Normalmente esse controle  é até razoável se a paciente ajudar junto com a alimentação. Então leva-se uma gravidez até o termo, até o final, normal, mas depois da gravidez, ainda tem que fazer um acompanhamento porque a maioria das pacientes que adquiriram diabetes gestacional  passam após 12 semanas pós parto a não ter mais essa condição. Mas algumas dependendo do nível de glicemia se for bem controlado ou não elas continuam sendo diabéticas. Por isso é importante o acompanhamento com seu obstetra e fazer um pré natal muito bem feito. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal, ative a Sininho de notificação, deixe seu comentário, deixe seu like que você receberá novos vídeos. Obrigada.

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Categories: Medicina

Doenças da tireoide na gestação.

Tue, 09/03/2019 - 16:33

Tireóide e gestação. Qual o problema da doença de tireoide na gestação? A Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto Amato  explica como a tireóide influencia na gravidez.

 -- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato. Eu sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre as doenças da tireoide na gestação. Existem casos em que a mulher  já pode ser portadora de um hipertireoidismo ou de hipotireoidismo na gravidez. E como é feito esse tratamento esse tratamento é feito com hormônio tireoidiano. Não é contra indicado durante a gravidez. O hormônio tireoidiano a mulher que já tem uma predisposição a ter alguma doença da tireoide pode fazer o seu tratamento normal que Não tem problema. Outra possibilidade que existe é você ter alguma alteração da tireoide durante a gravidez, sem que você tenha essa operação anterior, ou seja, a gestação ela muda muito o corpo da mulher, o funcionamento do seu organismo. A placenta produz muitos hormônios e durante a gestação esses hormônios podem ter um pouquinho de desequilíbrio e pode afetar a tireoide o que é importante durante a gravidez. Que você faça um acompanhamento com seu obstetra e que faça exames de tireoide periódicos como hormônio TSH. Para fazer esse diagnóstico precoce. Em casos de gravidez a gente tem  muito comum um hipotireoidismo subclínico onde a gente tem algumas alterações pequenas da tireoide que fora da gravidez não precisariam de tratamento mas, pela situação de gravidez, elas necessitam. E o que pode ocasionar o hiper ou hipotireoidismo na gravidez. Ele pode ocasionar sangramentos durante a gravidez. Alterações quanto à formação de placenta. Pode ocasionar perda gestacional precoces. Então é muito importante que no início da gravidez faça-se o diagnóstico e se não fizer no início da gravidez tem um acompanhamento periódico para se caso tiver alguma alteração na tireoide que seja de pronto visto e tratada. Se você gostou desse vídeo inscreva-se no nosso canal. Dê seu like. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais vídeos. Obrigada.

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Gestação de alto risco

Thu, 08/29/2019 - 13:42
Gestação de alto risco

Gestação de alto risco

Clique e veja o video com a Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do instituto amato (www.amato.com.br), falando sobre a gravidez de alto risco.

-- transcrição --

Meu nome é Juliana Amato, sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a definição de uma gravidez de alto risco. Muitas pacientes chegam ao consultório já com uma pré definição de gestação de alto risco e muitas vezes ela não sabe o que quer dizer isso. Então vamos tirar algumas dúvidas. Gestação de Alto Risco é um termo muito amplo que pode definir até uma gravidez normal em algum momento deu problema no seu curso ou uma gravidez onde a mulher já tinha uma doença pré existente. Então vamos lá. Uma gravidez de alto risco ela é tida como de alto risco principalmente pela idade. Ou seja mulheres menores do que 18 anos ou seja meninas têm uma imaturidade do sistema ginecológico e do útero. Então ela já tem uma gravidez mais propensa a ser mais arriscada tanto no termo de abortamento quanto perdas precoces, antes do nascimento. Mulheres acima dos 35 anos também são consideradas tendo uma gravidez de alto risco. Elas são propensas a ter mais intercorrências durante a gravidez como hipertensão arterial, diabetes gestacional, gestações gemelares também são consideradas de alto risco. O nosso corpo foi feito para engravidar e manter uma gestação única. Gestações mais do que um sobrecarregam o nosso organismo. Com isso podem levar a um parto prematuro ou indução de outros problemas dessa gravidez como uma doença hipertensiva específica da gravidez. Lembrando que essas doenças que ocorrem depois dos 35 anos de idade elas ocorrem mais depois das 20 semanas de gravidez. Outros fatores como obesidade, doenças metabólicas, problemas de tireoide também propiciam uma gravidez de alto risco mas é muito relativo, pois, se você tem uma mulher de 35 anos que leva uma vida adequada, mantêm uma alimentação saudável, ela pode ter uma gravidez normal sendo que uma mulher de 18 a 20 anos que fume que não faça exercícios pode ter uma gravidez de alto risco. É um termo muito amplo e só o seu obstetra vai conseguir definir se sua gravidez é de alto risco ou não. Essa gestação ela impede o parto normal? Na maioria das vezes não. Depende de caso a caso e tem que ser avaliada individualmente. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no nosso canal dê o seu like. Deixe seu comentário e ative o sininho de notificação para receber mais vídeos.

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Candidíase de repetição

Wed, 08/21/2019 - 21:26
Candidíase de repetição

Candidíase de repetição

Este vídeo é especialmente dedicado às mulheres que sofrem com coceiras de repetição e que não melhoram com os tratamentos realizados. Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato explica a candidíase de repetição.

 

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre candidíase de repetição o que é candidíase. A candidíase é uma infecção vaginal. Normalmente ela ocorre como o corrimento esbranquiçado vaginal e que coça muito. A candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans que é o mais comum. Ele está presente na nossa vagina. Na vagina de todas as mulheres. Eles fazem parte da flora vaginal e ajudam a manter o pH nessa região com isso impedindo que outras infecções ocorram quando essa candidíase pode ocorrer? Principalmente quando a gente está com a imunidade mais baixa. Essa Candida aumenta sua população na região vaginal e ela com uma quantidade aumentada vai causar esses sintomas de coceira e corrimento esbranquiçado. O que mais pode propiciar é uma candidíase muito tempo em piscina muito tempo em praia biquíni molhado. Isso deixa a região muito úmida e também propicia ao desenvolvimento de mais candida nessa área. Mulheres imunosuprimidas também têm mais chances de ter candidíase de repetição. Assim como as usuárias de antibióticos em grande escala. Por exemplo têm uma infecção uma faringite ou uma amigdalite tomou um antibiótico não melhorou ou tomou da forma errada vai ter que repetir esse tratamento. A imunidade cai e com isso a candidíase pode proliferar. O que também ocorre e o uso de roupas muito apertadas então calça jeans muito apertada e shorts muito apertado, muito curto. Isso também causa uma atração nessa região vaginal, forma pequenas lesões e que podem infectar pelo fungo. Algumas dicas para prevenir a candidíase é ter uma boa alimentação e uma alimentação equilibrada. Evitar o uso excessivo de antibiótico quando não é necessário. Quando estiver na praia trocar o biquíni e não ficar muito tempo com esse biquíni molhado quando tiver na piscina tomar mais sol para secar esse biquíni. Evitar o uso de roupas muito apertadas também ajuda bastante a evitar candidíase. E se ela ocorrer. O que fazer?Procure seu médico porque nos casos de candidíase de repetição que ocorrem mais de três vezes em seis meses é feito um tratamento contínuo com medicações específicas. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva no nosso canal comente aqui o seu like, ative o sininho de notificação para receber mais videos.

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Categories: Medicina

Quando ir no ginecologista pela primeira vez?

Mon, 08/12/2019 - 14:19
1˚ consulta no ginecologista

1˚ consulta no ginecologista

Quando sua filha precisa começar a ir no ginecologista? Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato, explica sobre essa mudança na vida das meninas.

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre dúvidas de quando ir a primeira vez ao ginecologista. Muitas pessoas têm dúvidas em quando ir ao ginecologista pela primeira vez: o ideal é que a partir dos 9 aos 12 anos a menina já tenha uma consulta com o ginecologista ou com a ginecologista da mãe. Por quê? Porque logo ela vai menstruar. Então essa consulta ela serve como uma orientação sobre esse período que ela vai entrar. Sua primeira menstruação. Como seu corpo vai funcionar a partir de então. E o que ela deve esperar sobre isso. O que ocorre é que muitas meninas procuram o ginecologista quando já têm uma vida sexual ativa e vem atrás uma anticoncepcional mas o ideal é que essa consulta seja antes para ter uma orientação sobre tudo isso. Até quando ela não iniciou a vida sexual para que ela possa ser orientada sobre métodos anticoncepcionais e sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Quando a mulher ou a menina iniciou a sua vida sexual é importante que ela vá todo ano, pelo menos uma vez ao ano ao seu ginecologista para fazer um exame preventivo, pra ser examinada para ver as mamas, pra ver como está sua saúde em geral. E quais os exames a serem realizados? Normalmente numa primeira consulta ginecológica, quando é uma menina vai pela primeira vez dos 9 aos 12 anos que não tenha relação sexual ainda que tenha iniciado as suas menstruações essa consulta vai ser mais uma conversa e uma orientação. Se ela tiver iniciado sua vida sexual vai começar a fazer os exames preventivos. O principal deles é o Papanicolau, que é um rastreamento de câncer de colo que deve ser realizado todo ano. Além disso, o exame das mamas, hoje em dia a gente sabe que os nódulos de mama são mais comuns numa idade menor. Câncer de Mama não tem mais aquele padrão de maior do que  40 ou 50 anos. Então é importante avaliar tudo fazer um ultrassom transvaginal, ou ultrassom pélvico para ver como é que está o útero, o ovário. Ou seja, para fazer um check-up ginecológico. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva-se no nosso canal , dê seu like,  deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Depilação íntima: higiene ou estética?

Mon, 08/12/2019 - 13:43
Depilação intima

estética ou higiene

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato, fala sobre a depilação das regiões intimas nas mulheres e sua relação com a estética e higiene.

 

 

-- transcrição --

Olá pessoal, sou dra Juliana Amato ginecologista e obstetra no Instituto Amato. Hoje eu vou conversar com vocês sobre uma dúvida muito frequente que me perguntam muito no consultório: sobre a depilação. Se é uma questão de higiene ou seja se é uma questão de estética. Muitas pessoas têm dúvida quanto à retirada dos pêlos se ela faz mal para saúde ginecológica, se ela aumenta o número de infecções. Então vamos tirar essas dúvidas a presença de pêlos nessa região associada com o aumento de temperatura com a sudorese excessiva ela pode aumentar o número de casos de infecção fúngica ou bacteriana porque essa região fica muito quente fica muito úmida e os fungos proliferam. A nossa vagina é uma casinha de fungos que ajudam a manter o pH vaginal. A pele da região da vulva é uma pele muito fina e muito sensível. Então a gente tem que ter algumas considerações na hora de fazer uma depilação. A depilação com gilete  causa mais escoriação na pele e com isso aumenta o risco de infecção por esses pequenos cortes. A depilação com cera quente é ótima. Ela tira a maioria dos pêlos porém pela temperatura maior ela pode escurecer a região da pele e pode também causar queimaduras. A depilação com cera fria ela é mais indicada porém é mais dolorida. Antigamente usava-se muito os cremes declaratórios que eram uma ótima saída para a depilação. Mas hoje em dia eles não são muito mais usados. Hoje em dia é mais utilizado o laser que ele projeta uma frequência de onda que destrói os bulbos capilares os bulbos pilosos e com isso o pêlo  pára de crescer. Porém existem vários bulbos pilotos ainda em desenvolvimento então na hora que faz essa depilação a laser você tem que fazer várias sessões para você conseguir destruir o maior número de bulbos pilosos. Então vou dar algumas dicas aqui sobre a depilação: após 24 horas do procedimento. O que ocorre é que a pele ainda está muito sensível e ela pode ficar propensa a ter infecções porque os poros estão mais abertos ainda nessas 24 horas. Então o ideal é que não se usa calcinhas muito justas calças muito justas e que não se tome sol pelo menos uma semana. Se você gostou do nosso vídeo dê o seu like. Inscreva se no nosso canal. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Uso do DIU em quem nunca teve filhos

Wed, 08/07/2019 - 15:48
Uso do DIU

DIU: dispositivo intra uterino

A Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre o uso do DIU, dispositivo intra uterino para aquelas mulheres que nunca tiveram filhos.

--transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar sobre o uso de DIU por mulheres que nunca tiveram filhos. É muito comum no consultório receber pacientes com dúvidas sobre o uso do dispositivo intra uterino. Então vamos falar um pouquinho sobre ele. No mercado, a gente tem basicamente três tipos de dispositivo intra uterino: o de cobre, o de prata, e o dispositivo intra uterino hormonal que tem um hormônio chamado levonorgestrel. Qual a Diferença desses dois fios de cobre? Eles secretam o cobre, o diu de prata secreta prata e essas substâncias elas são espermaticidas ou seja elas matam os espermatozoides. Com isso os espermatozoides  não acendem para o útero, não encontram como óvulo   e não há fecundação. Já o dispositivo intra uterino de levonorgestrel, que é o hormonal , ele secreta hormônio e com isso não há ovulação. Qual que é  indicado para cada tipo de paciente? Normalmente usa o DIU medicado , ou seja, o DIU hormonal para mulheres que têm endometriose, para mulheres que tem mioma, ou mulheres que não desejam menstruar. Já o cobre é para as mulheres que não querem tomar nenhum tipo de anticoncepcional hormonal ou tem alguma contraindicação para o uso do hormônio. Então a gente utiliza esses. E qual é o receio das pacientes que não têm filhos ainda de usar um dispositivo intra uterino? Elas têm medo de ter mais doenças inflamatórias pélvicas e de não engravidar futuramente. Mas, vários estudos já foram realizados e hoje em dia a gente sabe que, não altera a fertilidade o uso de DIU, e não aumenta o número de doença inflamatória pélvica como o de uma paciente que já tenha tido filhos. Então é indicado o uso para pacientes que não engravidaram ainda. Como é feita a colocação desse DIU? É feito no consultório. Pode ser que com anestesia ou sem anestesia mas o mais indicado para pacientes que nunca tiveram filhos é com anestesia. Porque?. Porque elas não têm ainda o colo do útero um pouco alargado devido à gestação. É um pouquinho mais dolorido. Portanto a gente faz uma sedação e o procedimento demora de 20 a 30 minutos. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal dê o seu like. Comente aqui abaixo e ative o sininho de notificação.

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A clamídia causa infertilidade?

Mon, 07/29/2019 - 21:21

Clamidia

A clamídia afeta muitos homens e mulheres em algum momento de suas vidas e é muito comum entre os jovens. É uma doença sexualmente transmissível que pode ser facilmente tratada com antibióticos. No entanto, muitas vezes permanece sem sintomas e, se não for tratada, pode ter sérios efeitos a longo prazo para homens e mulheres.

 

Quais efeitos a longo prazo a clamídia pode causar em mulheres?

A clamídia pode causar uma série de efeitos a longo prazo em homens e mulheres.

 

Nas mulheres, a infecção pode causar:

 

Nos homens, a clamídia pode causar:

 

A clamídia no ânus pode causar complicações em ambos os sexos, pois pode causar uma inflamação da membrana mucosa do ânus. Isso pode levar a sintomas como dor, corrimento, cólicas ou diarreia.

A presença de bactérias da clamídia também aumenta o risco de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV.

E se a clamídia não for tratada por vários anos?

Não há um intervalo de tempo específico em que você possa ter complicações devido à clamídia. É possível transportar as bactérias durante vários anos sem sofrer efeitos a longo prazo. Cada paciente é diferente e é difícil prever se uma infecção existente causou alguma complicação se você não notou nenhum sintoma de clamídia.

Quanto mais tempo a DST permanecer sem tratamento, maior o risco de complicações e danos permanentes, como infertilidade.

A clamídia torna homens e mulheres inférteis?

Estima-se que 10% a 40% das mulheres que contraem clamídia desenvolvam a doença inflamatória pélvica (DIP) como resultado. DIP pode afetar o útero, ovários ou as trompas de falópio. Se a inflamação persistir por um longo período de tempo, pode causar cicatrizes e bloquear as tubas uterinas. Se as trompas de falópio estão bloqueadas, o espermatozoide não chega a um óvulo, o que significa que você pode ficar infértil. Isso significa que a clamídia pode causar infertilidade após causar uma DIP.  

Não se sabe o quão comum é para as mulheres se tornarem inférteis após uma infecção por clamídia, mas alguns especialistas estimam que a clamídia é responsável por até um em cada cinco casos de infertilidade em mulheres.

No entanto, a clamídia não afeta apenas a fertilidade feminina, mas também pode afetar a fertilidade masculina. Pode levar a uma menor contagem de espermatozoides e ter um impacto negativo na qualidade do esperma. Também aumenta o risco de uma inflamação chamada epididimite (que afeta o tubo que transporta o esperma), o que pode levar a cicatrizes e resultar em infertilidade.

Quanto tempo leva para a clamídia torná-lo infértil?

Quanto tempo leva para a clamídia causar danos permanentes ao seu sistema reprodutivo não é sabido. Se isso afeta sua fertilidade vai depender se a infecção se alastra. A regra geral é: quanto mais rápido você tratar, melhor.  

No entanto, o fato de você ter tido clamídia por vários anos não significa necessariamente que você é infértil. Muitas pessoas carregam as bactérias por um longo tempo sem sofrer consequências.

Você pode morrer de clamídia?

A clamídia não é uma ameaça à vida e não causa nenhum impacto permanente na sua saúde se for tratada logo após você ter sido infectada.

Os bebês que contraem clamídia durante o parto podem desenvolver complicações perigosas, como pneumonia. No Brasil não é oferecido de rotina teste de clamídia no início de sua gravidez para garantir que o bebê não seja exposto à bactéria da clamídia, somente havendo sintomas.

Como evitar complicações

Embora a clamídia possa causar complicações graves em algumas pessoas, ela também é uma infecção tratável. Você pode evitar pegá-la ou deixá-la sem tratamento seguindo estas três etapas simples:

  1. Sempre use preservativo ao fazer sexo com um novo parceiro.
  2. Certifique-se de que você e seu parceiro façam o exame antes de fazer sexo pela primeira vez.
  3. Faça o exame para as ISTs uma vez por ano.

 

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Endometriose

Tue, 07/23/2019 - 16:10
Como engravidar

com endometriose

Fatos e definição de endometriose

  • Endometriose é o crescimento anormal de células (células endometriais) semelhantes às que se formam dentro do útero, mas em um local fora dele. Endometriose é mais comumente encontrada implantada em outros órgãos da pelve.
  • A causa exata da endometriose ainda não foi identificada.
  • A endometriose é mais comum em mulheres que estão passando pelo problema da infertilidade do que em mulheres férteis, mas a endometriose nem sempre causa infertilidade.
  • A maioria das mulheres com endometriose não têm sintomas, mas quando têm podem apresentar: 
    • Menstruação
    • Relações sexuais dolorosas
    • Micção ou Evacuações dolorosas (dor para ir ao banheiro)
    • Infertilidade
  • Dor pélvica durante a menstruação ou ovulação pode ser um sintoma de endometriose, mas também pode ocorrer em mulheres normais.
  • A suspeita de Endometriose pode ser com base no padrão dos sintomas da mulher e às vezes durante um exame físico, mas o diagnóstico definitivo é geralmente confirmado por cirurgia, mais frequentemente por videolaparoscopia.
  • O tratamento da endometriose inclui medicamentos e cirurgia para alívio da dor e tratamento da infertilidade, se a gravidez é desejada.

O que é endometriose?

Endometriose é o crescimento anormal de tecido endometrial semelhante àquele que reveste o interior do útero, mas em um local fora do útero. Tecido endometrial é renovado a cada mês durante a menstruação. Áreas de tecido endometrial, encontradas em localizações ectópicas (fora do normal) são chamadas de implantes endometriais. Estas lesões são mais comumente encontradas nos ovários, trompas de Falópio, superfície do útero, intestino e no revestimento da membrana da cavidade pélvica (ou seja, o peritônio). São menos comumente encontradas envolvendo a bexiga, colo do útero e vagina. Raramente, a endometriose pode ocorrer fora da pelve. Endometriose tem sido relatada no fígado, cérebro, pulmão e em  cicatrizes cirúrgicas antigas. Os implantes endometriais, embora possam se tornar problemáticos, são geralmente benignos (ou seja, não cancerosos).

Quais são as fases da endometriose?

Endometriose é classificada em uma das quatro fases (I - mínima, II - leve, III - moderada e IV - grave) com base na exata localização, extensão e profundidade dos implantes de endometriose, bem como na presença e gravidade de tecido cicatricial e com a presença e o tamanho dos implantes endometrióticos nos ovários. A maioria dos casos de endometriose é classificada como mínima ou leve, o que significa que existem implantes superficiais e cicatrizes suaves. A Endometriose moderada e grave normalmente resulta em cistos e cicatrizes mais graves. O estágio da endometriose não está relacionado com o grau de sintomas que uma mulher experimenta. A infertilidade é comum em endometriose de estágio IV.

 Quais são os sinais e sintomas da endometriose?

Na verdade, a maioria das mulheres que têm endometriose, não têm sintomas. Das que possuem, os mais comuns incluem:

  • Dor (geralmente pélvica) que normalmente ocorre apenas antes da menstruação e diminui após a menstruação
  • Relações sexuais dolorosas
  • Cólicas durante a relação sexual
  • Cólicas ou dor durante os movimentos intestinais ou durante a micção
  • Infertilidade
  • Dor em exames pélvicos

A intensidade da dor pode variar de mês para mês e pode variar muito entre as pacientes afetadas. Algumas mulheres experimentam uma piora progressiva dos sintomas, enquanto outras podem ter uma resolução da dor sem nenhum tratamento.

A Dor pélvica em mulheres com endometriose depende em parte de onde se situam os implantes endometriais.

  • Implantes mais profundos e implantes em áreas com mais terminações nervosas são mais capazes de produzir dor.
  • Os implantes também podem liberar substâncias na corrente sanguínea que são capazes de provocar dor.
  • A dor pode ser resultante de quando os implantes endometrióticos incitam a cicatrização dos tecidos circundantes. Parece não haver nenhuma relação entre a severidade da dor e a quantidade de doença anatômica que está presente.

A Endometriose pode ser uma das razões para a causa da infertilidade em casais saudáveis. Quando os exames laparoscópicos são realizados para avaliar a infertilidade, os implantes são frequentemente encontrados em pacientes que eram totalmente assintomáticas. As razões da diminuição da fertilidade em muitas pacientes com endometriose não são totalmente compreendidas. A endometriose pode incitar a formação de tecido cicatricial dentro da pelve. Se os ovários e as trompas de Falópio estiverem envolvidos, os processos mecânicos envolvidos na transferência dos óvulos fertilizados para as trompas podem ser alterados. Alternativamente, as lesões endometriais podem produzir substâncias inflamatórias que afetam adversamente a ovulação, a fertilização e a implantação.

Outros sintomas que podem estar relacionados à endometriose incluem:

  • Dor no abdômen inferior (dor na barriga baixa)
  • Diarréia e/ou constipação
  • Lombalgia
  • Fatiga crônica
  • Menstruação forte ou irregular
  • Dor ao urinar, ou
  • Sangue ao urinar (especialmente durante a menstruação).

Sintomas raros da endometriose incluem dor no peito ou tosse com sangue devido a endometriose nos pulmões, dor de cabeça e/ou convulsões devido a endometriose no cérebro.

E o risco de endometriose e câncer?

Alguns estudos têm postulado que as mulheres com endometriose têm um risco aumentado para o desenvolvimento de certos tipos de câncer de ovário, conhecido como câncer epitelial de ovário (CEO). Este risco é maior em mulheres com endometriose e infertilidade primária (aquelas que nunca passaram por uma gravidez). O uso da combinação de pílulas orais contraceptivas (POC), que são por vezes utilizadas no tratamento da endometriose, parece reduzir significativamente este risco.

As razões para a associação entre endometriose e câncer epitelial de ovário não são claramente compreendidas. Uma teoria diz que os implantes de endometriose se submetem a uma transformação maligna para o câncer. Outra possibilidade é que a presença da endometriose pode estar relacionada a outros fatores genéticos ou ambientais que servem para aumentar o risco das mulheres de desenvolverem câncer de ovário.

Quais as causas da endometriose?

A causa da endometriose é desconhecida. Uma teoria diz que o tecido endometrial é depositado em locais incomuns pelo fluxo retrógrado de detritos menstruais através das trompas de Falópio para as cavidades abdominais e pélvicas. A causa desta menstruação retrógrada não é entendida claramente. É claro que a menstruação retrógrada não é a única causa da endometriose, já que muitas mulheres que têm menstruação retrógrada não desenvolveram a condição.

Outra possibilidade é que áreas que alinham os órgãos pélvicos possuem células primitivas que são capazes de evoluir para outras formas de tecidos, tais como o endométrio. (Este processo é denominado coelomic metaplasia.)

Também é provável que a transferência direta dos tecidos endometriais no momento da cirurgia seja responsável pelos implantes de endometriose ocasionalmente encontrados em cicatrizes cirúrgicas (por exemplo, episiotomia ou cicatrizes de cesariana). A transferência de células endometriais através da corrente sanguínea ou do sistema linfático é a explicação mais plausível para os raros casos de endometriose que são encontrados no cérebro e outros órgãos distantes da pelve.

Finalmente, há evidências de que algumas mulheres com endometriose têm uma resposta imunológica alterada que pode afetar a habilidade natural do corpo para reconhecer o tecido endometrial ectópico.

O que dizer sobre a Endometriose e a infertilidade?

A Endometriose é mais comum em mulheres inférteis, em oposição a aquelas que passaram por uma gravidez. No entanto, muitas mulheres com endometriose confirmada são capazes de engravidar sem dificuldade, especialmente se a doença é leve ou moderada. Estima-se que acima de 70% das mulheres com endometriose leve ou moderada conseguirão engravidar no prazo de três anos sem qualquer tratamento específico.

As razões para uma diminuição na fertilidade quando a endometriose está presente não são completamente compreendidas. É provável que fatores anatômicos e hormonais sejam contributivos à diminuição da fertilidade. A presença da endometriose pode incitar a formação de cicatriz significativa (adesão) na pelve que pode distorcer as estruturas anatômicas normais. Alternativamente, a endometriose pode afetar a fertilidade através da produção de substâncias inflamatórias que têm um efeito negativo na ovulação, na fertilização do óvulo, e/ou na implantação do embrião. Infertilidade associada com endometriose é mais comum em mulheres com formas anatomicamente graves da doença.

Opções de tratamento para infertilidade associada à endometriose são variados, mas a maioria dos médicos acreditam que, para a endometriose, a cirurgia é superior ao tratamento médico. Quando apropriada, a tecnologia de reprodução assistida pode também ser utilizada como adjuvante ou alternativa ao tratamento cirúrgico.

A dieta afeta a endometriose?

Não existem dados bem estabelecidos que mostram que as modificações dietéticas podem evitar ou reduzir os sintomas da endometriose. Um estudo mostrou que um alto consumo de verduras e frutas foi associado com um risco menor de desenvolver endometriose, enquanto uma maior ingestão de carnes vermelhas foi associada com um risco mais elevado. Nenhuma associação foi vista com o consumo de café, leite ou álcool. Mais estudos são necessários para determinar se dieta desempenha um papel importante no desenvolvimento da endometriose.

Quais especialidades médicas tratam a endometriose?

A Endometriose é mais comumente tratada por ginecologistas/obstetras.

Há um exame para diagnosticar a endometriose?

A suspeita de Endometriose pode surgir com base nos sintomas de dor pélvica e descobertas durante exames físicos. Ocasionalmente, durante um exame reto-vaginal (um dedo na vagina e um dedo no reto), o médico pode sentir nódulos (implantes endometriais) atrás do útero e ao longo dos ligamentos que unem a parede pélvica. Outras vezes, nenhum nódulo é sentido, mas o exame em si causa dor incomum ou desconforto.

Infelizmente, nem os sintomas, nem o exame físico pode ser confiável para conclusivamente, estabelecer o diagnóstico da endometriose. Exames de imagem, tais como o ultrassom, podem ser úteis para excluir outras doenças pélvicas e podem sugerir a presença de endometriose nas áreas vaginais e na bexiga, mas eles não podem diagnosticar a endometriose com certeza absoluta. Para um diagnóstico preciso, uma inspeção visual direta dentro da pelve e no abdômen, assim como uma biópsia do tecido dos implantes são necessárias.

Portanto, o único método definitivo (de certeza) para diagnosticar a endometriose é a cirurgia. Requer videolaparoscopia (por furinhos) ou laparotomia (abertura do abdômen, fazendo uma grande incisão).

A laparoscopia é o procedimento cirúrgico mais comumente empregado, utilizado para o diagnóstico da endometriose. Este é um pequeno procedimento cirúrgico realizado sob anestesia geral, ou em alguns casos, sob anestesia local. É geralmente realizada como um procedimento ambulatorial (a paciente não fica internada durante a noite). A laparoscopia é realizada primeiro inflando a cavidade abdominal com um gás (dióxido de carbono), através de uma pequena incisão no umbigo. Um instrumento fino, de visão tubular (laparoscópio) é inserido na cavidade abdominal inflada para inspecionar o abdômen e a pelve. Os implantes endometriais então podem ser vistos diretamente.

Durante a laparoscopia, biópsias (remoção de amostras minúsculas de tecido para exame sob um microscópio) também podem ser realizadas a fim de obter um diagnóstico do tecido. Às vezes biópsias aleatórias obtidas durante a laparoscopia mostrarão a endometriose microscópica, mesmo que os implantes não sejam visualizados.

Laparoscopia e ultrassom pélvico também são importantes na exclusão de neoplasias malignas (como câncer de ovário) que podem causar muitos dos mesmos sintomas que imitam os sintomas da endometriose.

Qual é o tratamento para a endometriose?

Endometriose pode ser tratada com medicamentos e/ou cirurgia. Os objetivos do tratamento da endometriose podem incluir alívio dos sintomas e/ou aumento da fertilidade.

Quais os medicamentos que tratam a endometriose?

Antiinflamatórios não-esteroides (AINEs)

Medicamentos antiinflamatórios não-esteroides ou AINEs são comumente prescritos para ajudar a aliviar a dor pélvica e as cólicas menstruais. Esses medicamentos para aliviar a dor não têm efeito sobre os implantes endometriais ou a progressão da endometriose. No entanto, eles diminuem a produção de prostaglandinas, e as prostaglandinas são conhecidas por ter um papel na causa da dor. Como o diagnóstico da endometriose só pode ser definitivamente confirmado com uma biópsia, muitas mulheres com queixas, suspeitas de que possuem endometriose são tratadas para dor primeiro sem um diagnóstico firme ser estabelecido. Sob tais circunstâncias, os AINEs são comumente usados como um tratamento empírico de primeira linha. Se eles forem eficazes no controle da dor, outros procedimentos ou tratamentos médicos não serão necessários. Se eles são ineficazes, tratamento e uma avaliação adicional será necessária.

Como a endometriose ocorre durante os anos reprodutivos, muitos dos tratamentos médicos disponíveis para endometriose se baiseiam na interrupção da produção hormonal cíclica normal dos ovários. Estes medicamentos incluem os análogos GnRH, pílulas contraceptivas orais e progesterona prescritos pelo ginecologista.

Análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (análogos de GnRH)

Análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (análogos de GnRH) têm sido efetivamente usados para aliviar a dor e reduzir o tamanho dos implantes de endometriose. Estas drogas suprimem a produção de estrogênio pelos ovários, inibindo a secreção de hormônios reguladores da glândula pituitária. Como resultado, para os períodos menstruais, imitando a menopausa. Formas nasais e injeção de agonistas de GnRH estão disponíveis.

Os efeitos colaterais são do resultado da falta de estrogênio e incluem:

  • ondas de calor
  • secura vaginal
  • sangramento vaginal irregular
  • alterações de humor
  • fadiga, e
  • Perda da densidade óssea (osteoporose).

Felizmente, repor pequenas quantidades de progesterona em forma de pílula (semelhante aos tratamentos, por vezes, utilizados para o alívio dos sintomas da menopausa), pode evitar muitos dos efeitos colaterais irritantes devido à deficiência de estrogênio. "Adicionar terapia de reposição" é um termo que se refere a esta forma moderna de administrar agonistas de GnRH juntamente com progesterona, de forma a garantir a conformidade, eliminando a maioria dos indesejados efeitos colaterais da terapia de GnRH.

Pílulas contraceptivas

Pílulas contraceptivas orais (combinação de estrogênio e progesterona) são também por vezes utilizadas para tratar a endometriose. A combinação mais comum usada é em forma de pílula contraceptiva oral (PCO). Às vezes as mulheres que têm dor menstrual severa são convidadas a tomar a PCO continuamente, significando ignorar o placebo (hormonalmente inerte) como parte do ciclo. O uso contínuo, dessa maneira, geralmente irá parar a menstruação por completo. Ocasionalmente, ganho de peso, mastalgia, náusea, e sangramento irregular podem ocorrer. Pílulas contraceptivas orais são geralmente bem toleradas em mulheres com endometriose.

Progesterona

Progesterona [por exemplo, acetato de medroxiprogesterona (Provera, Cycrin, Amen), acetato de noretisterona, acetato de norgestrel (Ovrette)] são mais potentes do que os anticoncepcionais e foram recomendadas para mulheres que não obtêm alívio da dor ou não podem tomar uma pílula anticoncepcional. Elas podem ser úteis para as mulheres que não respondem a, ou não podem tomar (por razões médicas) contraceptivos orais.

Efeitos colaterais são mais comuns e incluem:

  • mastalgia
  • distenção abdominal
  • ganho de peso
  • sangramento uterino irregular, e
  • depressão.

Como a ausência de menstruação (amenorreia) induzida pelas altas doses de progesterona podem durar muitos meses após o término da terapia, estas drogas não são recomendadas para mulheres que estão planejando uma gravidez imediatamente após o término da terapia.

Outras drogas usadas para tratar a endometriose Danazol (Danocrine)

Danazol (derivado da etisterona, esteróide sintético) é uma droga sintética que cria um alto andrógeno (hormônio do sexo masculino) e baixo nível hormonal de estrogênio por interferir na ovulação e na produção ovariana de estrogênio. Oitenta por cento das mulheres que tomam esta droga têm alívio da dor e encolhimento dos implantes de endometriose, mas até 75% das mulheres desenvolvem efeitos colaterais da droga significativos. Estes incluem:

  • ganho de peso
  • edema (inchaço)
  • encolhimento da mama
  • acne
  • pele oleosa
  • Hirsutismo (crescimento de cabelo de padrão masculino)
  • intensificação da voz
  • dor de cabeça
  • ondas de calor
  • alterações da libido, e
  • alterações de humor.

Exceto para as alterações de voz, todos esses efeitos colaterais são reversíveis. Em alguns casos, a resolução dos efeitos colaterais pode levar muitos meses. Danazol não deve ser tomado por mulheres com certos tipos de doenças no fígado, rim ou doenças do coração. Este produto é raramente usado.

Inibidores da aromatase

Uma abordagem mais atual para o tratamento da endometriose envolve a administração de medicamentos conhecidos como inibidores da aromatase (por exemplo, anastrozole [Arimidex] e letrozole [Femara]). Estas drogas atuam interrompendo a formação do estrogênio local dentro dos implantes de endometriose. Elas também inibem a produção de estrogênio dentro do ovário e do tecido adiposo. Pesquisas estão em andamento para avaliar a eficácia dos inibidores de aromatase no tratamento da endometriose. Inibidores da aromatase podem causar perda óssea significativa com o uso prolongado. Devem também ser empregados em combinação com outras drogas em mulheres pré-menopáusicas devido aos seus efeitos sobre os ovários.

Cirurgia para endometriose?

Tratamento cirúrgico para endometriose pode ser útil quando os sintomas são graves ou quando há uma resposta inadequada à terapia médica. A cirurgia é o tratamento preferido quando há distorção anatômica dos órgãos pélvicos ou obstrução do intestino ou do trato urinário. Ela pode ser classificada como conservadora, em que o útero e tecido ovariano são preservados, ou definitiva, que envolve histerectomia (remoção do útero), com ou sem remoção dos ovários. Obviamente implicando na fertilidade da mulher.

A cirurgia conservadora é normalmente realizada por laparoscopia. Implantes endometriais podem ser extirpados ou destruídos por diferentes fontes de energia (por exemplo, laser, corrente elétrica). Se a doença for extensa e de anatomia distorcida, a laparotomia pode ser necessária.

Enquanto os tratamentos cirúrgicos podem ser muito eficazes na redução da dor, estima-se que a taxa de recorrência da endometriose após tratamento cirúrgico conservador é tão elevada quanto 40%. Muitos médicos recomendam realizar terapia médica após a cirurgia na tentativa de evitar a recorrência da doença sintomática.

Quem desenvolve endometriose?

Endometriose afeta as mulheres durante seus anos reprodutivos. A prevalência exata da endometriose não é conhecida, uma vez que muitas mulheres que são identificadas mais tarde como tendo a condição são assintomáticas. Estima-se que a endometriose afeta mais de 1 milhão de mulheres (as estimativas variam de 3% a 18% das mulheres) nos Estados Unidos. É uma das principais causas de dor pélvica e é a responsável por muitas das laparoscopias e histerectomias realizadas por ginecologistas. As estimativas sugerem que 20% a 50% das mulheres em tratamento para infertilidade têm endometriose, e que até 80% das mulheres com dor pélvica crônica podem estar afetadas.

Enquanto a maioria dos casos de endometriose é diagnosticada em mulheres com idade entre 25 a 35 anos, a endometriose tem sido relatada em meninas a partir dos 11 anos de idade. Endometriose é rara em mulheres pós-menopáusicas. Estudos ainda sugerem que a endometriose é mais comum em mulheres mais altas, finas, com uma baixa massa corporal (IMC). Atrasar a gravidez até uma idade avançada, nunca dar à luz, ou início precoce da menstruação e menopausa tardia foram apontados como fatores de risco para endometriose. Também é provável que existam fatores genéticos que predispõem a mulher a desenvolver endometriose, uma vez que ter um parente de primeiro grau com a condição aumenta a chance de que uma mulher vá desenvolver a condição.

Endometriose pode ser prevenida?

Como a causa da endometriose é mal compreendida, não existem formas conhecidas efetivas para impedir o seu desenvolvimento.

Qual é o prognóstico para uma mulher com endometriose?

A endometriose é comumente uma doença dos anos reprodutivos, e os sintomas geralmente desaparecem depois que a mulher atinge a menopausa. Para as mulheres que experimentam sintomas, algumas terapias estão disponíveis para socorro. Tratamentos para a infertilidade associada com endometriose também estão disponíveis para ajudar a aumentar as chances de uma mulher engravidar

 

Qual a diferença entre endometriose e varizes pélvicas?

Veja o video sobre as diferenças nos sintomas das varizes pélvicas e endometriose.

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Endometriose e infertilidade

A infertilidade pode ser o primeiro sinal de endometriose em muitas mulheres. Cerca de 30% a 40% das mulheres com endometriose têm alguns problemas para engravidar. A razão para isso não é bem compreendida, e cicatrizes do trato reprodutivo podem desempenhar um papel importante. Fatores hormonais também podem estar envolvidos. Felizmente, tratamentos para tratar a infertilidade são eficazes para muitas mulheres.

 

 

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Categories: Medicina

Varizes pélvicas e endometriose. Dor pélvica em mulheres.

Tue, 07/23/2019 - 16:07
Endometriose

Varizes Pelvicas

Dr Juliana Amato, ginecologista e obstetra, explica sobre as varizes pélvicas e endometriose nas mulheres.

---transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre varizes pélvicas: muito comum hoje em dia queixa de dor abdominal, uma dor pélvica em peso que piora quando a pessoa fica muito tempo de pé e que é muito confundida com a endometriose. Então hoje a gente vai tirar as dúvidas o que é uma varizes pélvica e o que é a endometriose. E diferenciá-las. Então   varizes pélvicas: O que ela é? Ela é muito parecida com uma varizes de perna ou seja ela é um engurgitamento das veias dos vasos dessa região. Uma perda da função dessas válvulas em com esse engurgitamento a gente sente uma dor em peso um cansaço nessa região pélvica e muitas vezes piora com a gravidez porque com a gravidez a gente tem um aumento do peso. O aumento da barriga e com isso o peso da gravidez já piora o peso das varizes pélvicas. E qual é o sintoma principal? É aquela dor em peso mesmo, e ela difere da endometriose porque se a paciente deita, se a pessoa deita, e ela tem uma melhora nessa dor a gente sabe que é porque ela tirou aquela pressão da pelve. Então ela tem uma melhora parcial dessa dor. Já na endometriose isso não acontece a endometriose é uma dor contínua é uma dor que você pode deitar, descansar você não vai tirar essa pressão da pelve porque não é uma dor de pressão é uma dor de processo inflamatório. Então a principal diferença entre diferenciar endometriose e varizes pélvicas é essa característica da dor. E qual é o tratamento dessa varizes pélvicas. O tratamento pode ser cirúrgico ou medicamentoso. Vai depender muito do grau de dor, do grau de varizes. Então como é feito o diagnóstico de varizes pélvicas: é um diagnóstico difícil que é baseado principalmente na característica da dor. Em alguns exames laboratoriais. Porém não é todo  exame que consegue ver essas varizes pélvicas. Os exames de imagem eles não são tão específicos para ver uma ressonância magnética pode não visualizar. Talvez seja necessário uma angioressonância. Não é todo lugar que faz. Aqui em São Paulo tem centros especializados que fazem isso por aí afora no Brasil pode ser que não tenha. Então o principal é falar da sua queixa com o médico, se possível. Esse médico ginecologista tem um contato direto com vascular e os dois fazerem esse diagnóstico em conjunto. O tratamento de varizes pélvicas é a cirurgia. Essa cirurgia não é indicada em todos os casos de varizes. Depende muito do grau da dor e do grau de varizes pélvica. Mas existem tratamentos medicamentosas que auxiliam na diminuição da dor. Se você gostou desse vídeo dê o seu like. Deixe seu comentário se inscreva no canal e ative o sininho de notificação. 

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Categories: Medicina

Miomas uterinos. Leiomiomas no útero. Mal muito frequente.

Fri, 07/19/2019 - 18:34
TRatamento: embolização

Mioma uterino

Dra. Juliana Amato explica sobre esse problema tão comum que atinge tantas mulheres e ainda pode dificultar a gestação.

 

--transcrição-- Olá meu nome é Juliana Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre mioma. Existe muita dúvida se o mioma pode causar infertilidade. Então vamos tirar algumas dúvidas. O que é o mioma? Ele é um tumor benigno muito comum no útero cerca de 70% das mulheres vão ter mioma em alguma época da sua vida mas isso não quer dizer que vai causar infertilidade. Cerca de 50% dessas pacientes não vão ter nenhum problema relacionado à doença durante a sua vida. A gente tem alguns tipos de mioma eles são bem diferenciados e eu vou comentar um pouquinho sobre eles com vocês. A gente tem um mioma subseroso: esse mioma subseroso ele fica na camada externa do útero. E ele não tem repercussão nenhuma para fertilidade da mulher. O que pode ocorrer ele pode aumentar o seu volume durante a vida da mulher e pode causar sangramentos aumentados durante a menstruação. Mas da parte de fertilidade ele não tem alteração. Os miomas submucosos eles ficam na parede dentro do útero muito próximo do endométrio e esse sim se crescerem muito, podem ter alteração na fertilidade porque eles vão competir com o espaço do feto crescer e pode ter casos de abortamento, de trabalhos de parto prematuro. Então esses merecem ser tratados. Existem os miomas intramurais. Esses miomas intramurais eles ficam na camada de dentro do útero na parede uterina. Esses se crescerem muito podem abaular a cavidade do endométrio e pode dar algum problema de infertilidade sim. Mioma não dá sintoma nenhum, a não ser que ele esteja numa dimensão um pouquinho maior que começa dar irregularidade menstrual. Com o aumento do fluxo menstrual. Mas, normalmente, se eles são pequenos, eles não causam nenhum sintoma. E o tratamento para esse tipo de mioma. Depende muito da localização desse mioma. Hoje em dia a cirurgia que a gente usa pra mioma chama embolização uterina. Essa embolização uterina consiste em uma cirurgia endovascular onde se coloca um cateter no vaso. Esse cateter chega até os vasos de nutrição do útero e lá se colocam microembolos que fecham essa circulação e com isso esses miomas param de receber essa nutrição e eles necrosam. Eles morrem. Eles não saem dali mas eles vão diminuindo de volume com o tempo. Porque é que é mais interessante fazer uma embolização de mioma no aspecto reprodutivo do que uma cirurgia para retirar esse mioma como uma laparoscopia como o histeroscopia porque no caso da embolização não vão ter cicatrizes uterinas então não vão ter áreas de fragilidade e não vão ter cortes. Isso é importante para uma futura gravidez.

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Categories: Medicina

Ovário policístico e infertilidade. Causa de dificuldade para engravidar

Fri, 07/12/2019 - 12:42
Ovário policístico e infertilidade

Ovário policístico e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre um problem muito comum, o ovário policístico e sua associação com a infertilidade, ou seja, a dificuldade de engravidar e ter bebês.

-- transtrição --

Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre ovário policístico infertilidade e o que é o ovário policístico. Ela é uma síndrome e essa síndrome ela é causada por alterações hormonais e caracterizada por alterações no ciclo menstrual. Então ou pára-se de menstruar (não tem a menstruação) ou essa mensuração é bem regular: a cada 50 dias a cada dois meses está associado também com alterações de pele como acne e aumenta muito o risco cardiovascular, aumenta o risco de diabetes e hipertensão. Mais para frente na sua vida. Então é uma síndrome que deve ser tratada, causa infertilidade porque não tendo esse ciclo regulares não tem ovulação então fica muito difícil de engravidar. A prevalência é de 10 a 15% na população. A gente faz o diagnóstico mais nas adolescentes mas ocorre muito de fazer o diagnóstico já com 20-30 anos de idade. O importante é tratar antes de querer engravidar porque existe o tratamento que diminui essa resistência à insulina e com isso, com a perda de peso, com essa diminuição da resistência da insulina a pessoa  começa a menstruar novamente e ela começa a ovular e pode ter até uma gravidez natural. Mas se não tratada fica mais difícil como é feito o diagnóstico da síndrome da síndrome do ovário policístico? Ela é feita através do ultrassom transvaginal onde vai ver a presença de vários folículos característica de anel de conta na periferia desses ovários e também por alterações hormonais e de insulina. O tratamento do ovário policístico ele consiste em tratamento hormonal através de anticoncepcionais ou através de tratamentos que diminuem essa resistência à insulina. Porém a melhor pessoa que vai indicar esse tratamento é o seu médico, de acordo com o grau dos seus sintomas no caso de pacientes que estão tentando engravidar como se faz o tratamento desse ovário policístico? Normalmente a gente tenta se tratar um pouco antes mas dependendo da idade da paciente a gente já parte para uma tentativa de gravidez que pode ser: Se a causa fosse somente o ovário policístico não tiver nenhuma causa associada tanto a masculina quanto outra causa feminina de infertilidade. Podemos fazer uma indução da ovulação com coito programado ou uma inseminação intrauterina. Se você gostou desse vídeo e se inscreva no nosso canal dê o seu lá e deixe seu comentário e ative esse sininho de notificação para ver mais videos. Obrigada. 

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Endometriose e infertilidade. Dificuldade de engravidar.

Fri, 07/12/2019 - 12:37
Endometriose e infertilidade

Endometriose e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre a doença comum endometriose e como ela afeta a reprodução humana com infertilidade e dificuldade de engravidar.

--transcrição--

Meu nome é Juliana Amato eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a endometriose e infertilidade. Como nós estamos em  junho, junho é o mês da conscientização da endometriose e o que é endometriose. A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do tecido do endométrio tecido que reveste o útero por dentro fora da cavidade. O que ocorre é que esse tecido ele passa pela trompa. Ele tem uma regurgitação pelas trompas e ele vai se fixando em locais fora do útero como cavidade abdominal como intestino bexiga. Isso vai causando uma série de processos inflamatórios contínuos dentro dessa cavidade abdominal e esse processo inflamatório  pode causar aderência. Essas aderência podem comprometer a trompa e com isso a dificuldade para engravidar.  A endometriose tem uma prevalência de 10 a 15% na população em geral. Como que a gente sabe que a gente tem endometriose? O principal sintoma da endometriose é a dor! Como é caracterizada essa dor? É uma dor intensa uma dor contínua e uma dor que parece uma cólica. Ela pode estar localizada em baixo ventre. Ela pode ser uma dor mais peri-anal. Pode acontecer após relação sexual e após a evacuação. É muito importante lembrar que a endometriose em uma porcentagem pequena das mulheres pode não causar nenhum sintoma de dor. Mas isso não quer dizer que ela não possa ter a doença. Então é importante passar no seu ginecologista e falar sobre esses sintomas e fazer seus exames de rotina. O diagnóstico da endometriose  é realizado através do exame físico do médico, da história da paciente e de exames laboratoriais. Tem que ser exames bem específicos e realizados por radiologistas experientes em endometriose. Porque muitas vezes numa ressonância magnética ou um transvaginal normal. Essa endometriose não é detectada tem que haver um preparo especial para a realização desses exames e tem que ser avaliado com uma pessoa experiente em endometriose. Qual é o tratamento da endometriose? A endometriose pode ser tratada através de hormônios que impedem a evolução da doença ou por cirurgia mas muitas vezes essa cirurgia não é indicada ela é muito controversa depende muito do grau dessa endometriose. Essa endometriose profunda vai precisar realmente de uma cirurgia mas se é uma endometriose leve a medicação já mantém estável essa evolução da endometriose. Importante lembrar que não tem cura é uma doença evolutiva mas que tem um tratamento que mantém essa doença estável. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal de seu like, deixa seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais videos. 

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Categories: Medicina

Aborto recorrente e tardio: exames e tratamento de casais

Tue, 07/02/2019 - 17:18
Aborto recorrente

Aborto recorrente e tardio: exames e tratamento de casais

Sofrer um aborto pode ser muito angustiante. Ter vários abortos ou um aborto tardio pode ser devastador. Esta página é para você que teve três ou mais abortos precoces ou um ou mais abortos tardios.

Vamos falar sobre

  • o que sabemos sobre as razões do aborto recorrente e aborto tardio
  • recomendações para exames e tratamento para casais nesta situação.

Assim você pode se ajudar e a sua equipe de saúde pode tomar as melhores decisões sobre seus cuidados. Não substitui o aconselhamento de um médico.

O que é um aborto?

Se você perder um bebê antes das 24 semanas de gravidez, isso é chamado de aborto espontâneo. Se isso acontecer nos primeiros 3 meses da gravidez, é conhecido como um aborto precoce. Infelizmente, os abortos precoces são comuns, ocorrendo em cerca de 10 a 20 em cada 100 gestações (10-20%).

Abortos tardios, que ocorrem depois de 3 meses de gravidez, mas antes de 24 semanas, são menos comuns: 1 a 2 em cada 100 (1-2%) gestações culminam em aborto tardio.

O que é um aborto recorrente?

Quando um aborto espontâneo acontece três ou mais vezes seguidas, é chamado de aborto espontâneo recorrente. O aborto recorrente afeta 1 em cada 100 (1%) casais tentando ter um bebê.

Por que o aborto recorrente e o aborto tardio acontecem?

Às vezes, há uma causa encontrada para o aborto recorrente e tardio. Em outros casos, não há problema subjacente que possa ser descoberto. A maioria dos casais provavelmente terá uma gravidez bem sucedida no futuro, particularmente se os resultados dos exames e acompanhamento com médico estejam normais.

Há uma série de fatores que podem desempenhar um papel na causa do aborto recorrente e tardio:

  • Idade

Quanto mais idade, maior o risco de ter um aborto espontâneo. Se a mulher tem mais de 40 anos, mais de 1 em cada 2 gestações terminam em um aborto espontâneo. Abortos espontâneos também podem ser mais comuns se o pai for mais velho.

  • Síndrome antifosfolípide (APS)

APS (uma síndrome que torna o seu sangue mais provável coagular) é incomum, mas é uma causa de aborto recorrente e aborto tardio.

  • Trombofilia

Trombofilia (uma condição hereditária - genética ou não - que significa que seu sangue está mais sujeito a coagular) pode causar aborto recorrente e, em particular, abortos tardios.

  • Fatores genéticos

Em aproximadamente 2 a 5 em cada 100 casais (2-5%) com aborto recorrente, um dos parceiro terá uma anormalidade em um dos seus cromossomos (estruturas genéticas dentro de nossas células que contêm o nosso DNA e as características que herdamos de nossos pais). Embora essa alteração possa não afetar o pai, às vezes pode causar um aborto.

  • Colo do útero fraco (insuficiência/imcompetência do colo uterino)

Fraqueza do colo do útero é conhecida por ser uma das causas de aborto entre 14 e 23 semanas de gravidez. Isto pode ser difícil de diagnosticar quando você não está grávida. Pode ser uma suspeita se em uma gestação anterior sua bolsa rompeu cedo, ou se o colo do útero abriu sem qualquer dor.

  • Problemas de desenvolvimento do bebê

Algumas anomalias do bebê podem levar a um aborto, mas é improvável que seja a causa de aborto espontâneo recorrente.

  • Infecção

Qualquer infecção que te fez muito mal pode provocar um aborto. Infecções mais leves que afetam o bebê também podem provocar um aborto. Desconhece-se o papel das infecções no aborto recorrente.

  • Forma do útero

Não é claro quanto um útero de forma anormal contribui para o aborto recorrente ou abortos tardios. No entanto, pequenas variações não parecem provocar aborto.

  • Problemas de tiroide e diabetes

Diabetes ou distúrbios da tireoide podem ser fatores dos abortos. Eles não causam aborto recorrente, enquanto são tratados e mantidos sob controle.

  • Fatores imunológicos

Tem sido sugerido que algumas mulheres abortam porque seu sistema imunológico não responde ao bebê da forma habitual. Isso é conhecido como uma reação auto-imune. Não há nenhuma evidência para apoiar essa teoria no momento. Pesquisa adicional é necessária.

Existem outros fatores de risco?

Excesso de peso aumenta o risco de aborto. Fumar e tomar muita cafeína também podem aumentar o risco. Excesso de álcool é conhecido por ser prejudicial para um bebê em desenvolvimento e beber cinco ou mais unidades por semana pode aumentar o risco de aborto.

A chance de mais um aborto aumenta ligeiramente com cada aborto. As mulheres com três abortos consecutivos têm uma chance de 4 em cada 10 de ter outro. Isto significa que 6 em cada 10 mulheres (60%) nesta situação vão ter um bebê na próxima vez.

Por que as investigações são úteis?

Descobrir se há uma causa para seu aborto recorrente ou aborto tardio é importante, pois assim seu médico será capaz de lhe dar uma ideia sobre a sua probabilidade de ter uma gravidez bem sucedida. Em um pequeno número de casos pode haver tratamento disponível para ajudá-la.

Que investigações/exames podem ser feitos?

Exames de sangue:

  • Para APS. APS é diagnosticada se der positivo em duas ocasiões com 12 semanas de intervalo, antes de você engravidar novamente.
  • Para trombofilia. Se você teve um aborto tardio, você pode fazer exames de sangue para certas trombofilias hereditárias.
  • Para checar os seus cromossomos e do seu parceiro para anormalidades. Você pode ser fazer este exame se seu bebê tiver demonstrado ter cromossomos anormais.

Exames para anomalias no bebê

Você pode precisar fazer exames para verificar se há anormalidades nos cromossomos de seu bebê. Isto não é sempre possível, mas pode ajudar a determinar a sua chance de abortar novamente.

Se você teve um aborto tardio, também pode ser indicado um exame pós-morte do seu bebê. Isto não acontecerá sem o seu consentimento, e você terá a oportunidade de discutir isso de antemão com sua equipe de saúde.

Exames para anormalidades na forma do seu útero.

Uma ultra-sonografia pélvica para verificar se há qualquer anormalidade na forma do seu útero. Se houver suspeita de uma anormalidade, outras investigações podem incluir uma histeroscopia (um procedimento para examinar o útero através de uma pequena câmera que é passada através da vagina e do colo do útero) ou uma laparoscopia (um procedimento no qual um cirurgião usa uma câmera bem fina para olhar dentro do abdômen e da pelve).

Exames para infecção

Se você já teve um aborto tardio, exames como amostras de sangue e papanicolau podem ser colhidos no momento para procurar por qualquer fonte de infecção.

Quais são minhas opções de tratamento?

Tratamento para APS

Se você tem APS e teve aborto irregular recorrente ou um aborto tardio, o tratamento com comprimidos de aspirina em baixa dose e injeções de heparina na gravidez podem aumentar sua chance de ter um bebê, desde que não tenha contra-indicações. Aspirina e heparina tornam o seu sangue menos provável de coagular e são seguras para tomar durante a gravidez.

Ter APS significa que você está com risco aumentado de complicações durante a gravidez, como pré-eclâmpsia, problemas com o crescimento do seu bebê e parto prematuro. Você deve ser monitorada cuidadosamente para que possa ser receber tratamento para quaisquer problemas que possam surgir.

Tratamento para trombofilia

Se você tem uma tendência genética de hipercoagulação do sangue (trombofilia) e teve um aborto espontâneo entre 12 e 24 semanas de gravidez, pode ser necessário receber tratamento com heparina.

Neste momento não há evidências suficientes para dizer se a heparina irá reduzir suas chances de aborto espontâneo, se você teve abortos precoces (até 12 semanas de gravidez). No entanto, você pode ser ainda indicada ao tratamento para reduzir o risco de um coágulo de sangue durante a gravidez. Seu médico irá discutir o que seria recomendado no seu caso em particular.

Encaminhamento para aconselhamento genético

Se você ou seu parceiro tem uma anomalia cromossômica, você deve ser indicada a oportunidade de ver um especialista chamado de geneticista clínico. Ele discutirá com você quais são suas chances para futuras gestações e irá explicar quais são as suas escolhas. Isso é conhecido como aconselhamento genético.

Monitoramento e tratamento para um colo do útero fraco

Se você já teve um aborto espontâneo entre 14 e 24 semanas e teve um diagnóstico de colo do útero fraco, pode ser necessário para uma cirurgia para colocar um ponto no colo do seu útero (cerclagem). Isso geralmente é feito através da vagina às 13 ou 14 semanas de gravidez sob anestesia geral ou raquianestesia. Seu médico deve discutir a cirurgia com você.

Se não está claro se seu aborto tardio foi causado por um cérvix fraco, podem ser indicados exames de ultra-som vaginal durante a gravidez para medir o comprimento do seu colo do útero. Isso pode dar informações sobre quão provável você está de abortar. Se o seu colo uterino é menor do que deveria ser antes de 24 semanas de gravidez, pode ser indicada uma operação para colocar um ponto no colo do seu útero.

Cirurgia do útero

Se uma anomalia é encontrada em seu útero, pode ser indicada uma operação para corrigir isso.

Tratamento hormonal

Foi tentado progesterona ou hormônios de gonadotrofina coriônica humana no início da gestação para evitar aborto recorrente, porém mais evidências são necessárias para mostrar se isso funciona.

Imunoterapia

O tratamento para prevenir ou modificar a resposta do sistema imunológico (conhecido como imunoterapia) não é recomendado para mulheres com aborto recorrente. Não foi provado que funciona, não melhora as chances de um nascimento vivo e pode levar a sérios riscos (incluindo a reação à transfusão, choque alérgico e hepatite).

E se nenhuma causa é encontrada?

Onde não há uma causa para o aborto recorrente ou aborto tardio, não há, atualmente, nenhuma evidência de que o tratamento de heparina e aspirina reduza a chance de um outro aborto espontâneo. Por esse motivo, este tratamento não é recomendado habitualmente, embora tenha relatos de êxito.

O que isso significa para nós no futuro?

Você e seu parceiro devem ser vistos juntos por um especialista em fertilidade. Dentro de uma clínica dedicada.

Seu médico conversará com você tanto sobre sua situação particular quanto a sua probabilidade de sofrer um novo aborto e uma gravidez bem sucedida. Se a causa foi encontrada, as opções possíveis de tratamento serão oferecidas para melhorar suas chances de uma gravidez bem sucedida.

As mulheres que têm cuidados de apoio com médico especialista desde o início da gravidez, têm mais chances de um parto bem sucedido. Para casais onde nenhuma causa para o aborto recorrente foi encontrada, 75 em cada 100 (75%) terão uma gravidez bem sucedida com este cuidado.

Vale lembrar que, estatisticamente, a maioria dos casais terá uma gravidez bem sucedida na próxima vez, mesmo depois de três abortos consecutivos

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Abortamento recorrente

Tue, 07/02/2019 - 17:17
Abortamento e infertilidade

Aborto recorrente

Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre abortamento recorrente.

-- transcrição --

Meu nome é dra Juliana Amato sou ginecologista obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre abortamento recorrente.  O que é o abortamento recorrente e a perda gestacional precoce no primeiro trimestre da gravidez que ocorre por mais de duas vezes. O abortamento é muito comum se acontecer uma em cada cinco gestações normais acabam em abortamento. Porém quando essas perdas começam a ficar frequentes é necessário investigação. E Porque essas abortamentos ocorrem: o abortamento é causa de uma seleção natural. Ou seja são alterações cromossômicas que ocorrem nesse feto e que a natureza por si própria dá um jeito de eliminar. A prevalência de abortamento recorrente é menos de 5% na população. E as causas principais desse abortamento como eu já falei são as alterações cromossômicas então aqui a gente pode citar as  monossomias, as   trissomias,  a síndrome de Down,  Síndrome de Turner, as anomalias incompatíveis com a vida. A gente pode citar também alterações uterinas ou alterações na formação do útero como presença de septos no útero presença de alguma malformação uterina incompatível com a evolução dessa gravidez. As alterações hormonais também ocorrem muito como causa de abortamento. Aqui a gente pode citar o hipotireoidismo o hipertireoidismo quando eles estão descompensados. Eles podem levar abortamento assim como um aumento de um hormônio produzido na lactação, que se produzido fora dela, fora do período de amamentação, também pode levar a abortamento. Por isso o importante nos casos de pacientes que já fazem um acompanhamento de hipo ou  hipertireoidismo antes de engravidar passar no seu médico e ver se essas alterações hormonais  estão compensadas com a medicação. Se é necessário aumentar ou diminuir a sua dose. 

Além disso uma causa muito frequente que a gente tem visto hoje em dia dos abortos recorrentes é a trombofilia. E o que é a trombofilia? A trombofilia é a pré disposição que o paciente tem que a pessoa tem a formar trombos NA VEIA. E essa trombofilia, causando essa trombose. Ela altera a circulação da gravidez para esse útero e causam as perdas gestacionais. Hoje em dia se fala muito em trombofilia. Existem exames de sangue que fazem o diagnóstico e pode ser realizado um tratamento durante a gravidez toda que previne essa formação desses trombos e a gravidez se completa naturalmente chegando até o nascimento do neném. Se você gostou do nosso vídeo deixe seu like que comente ative o sininho de notificação. Inscreva-se no nosso canal.

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Categories: Medicina

Determinação do período fértil

Mon, 06/17/2019 - 12:22
Determinação

Periodo fertil

Dra Juliana Amato explica como é feito a determinação do período fertil. Como fazer o seu calendário da fertilidade próprio e quais sintomas para determinar o período fertil, melhor época para engravidar. Em nosso site temos uma calculadora online. Veja: https://fertilidade.org/fertility

 

 

---transcrição---

 

05 - determinacao do periodo fertil Video #5.mp4

 [00:00:00] Olá meu nome Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a determinação do período fértil. Muitas pacientes escrevem perguntando como que determina o seu período fértil. Não é uma coisa muito simples de se fazer. Se você tem um ciclo menstrual com dias pré determinados, por exemplo, regulares de 28 dias. Assim é fácil, mas você sabe porque o seu período fértil vai estar no meio do seu ciclo entre o 10 e o 14 dia do ciclo. Então o ideal no seu período fértil você tem relação entre o 10-14 um dia sim um dia. Se você tem um ciclo mais curto de 20-25 dias aí começa a mudar um pouquinho porque o seu período fértil não vai ser mais naquele período do 10-14. 

 [00:00:56] Então o que é necessário fazer puxar essa contagem de dias um pouco mais para trás. Então pra quem tem um ciclo mais curto vai sem ferir o 8 e o 10 dia. Então vai manter relações sexuais nesse período. E para quem tem ciclos de 30 a 35 dias a gente tem que puxar esses dias mais para frente. Ou seja se seria normalmente no 10-14 em relação ao 15-18 um Dia sim e um dia nao . Algumas mulheres mas não a regra, apresentam alguns sinais em seu ponto que prediz em ovulação quais sinais são esses? Por exemplo uma dor no meio do ciclo para dor pélvica mais baixa parecendo uma pontada que as  vezes dura um dia um dia e meio. A gente chama de dor é a dor da ovulação

 [00:01:51] Muitas mulheres sentem, mas muitas não sentem. Para aquelas que sentem essa dor é um indício de ovulação. No período ovulatório existe um aumento do muco vaginal. Então a gente tem a percepção de que a vagina fica mais úmida e com uma secreção mais grudenta mais ___ parece uma gelatina. Isso é indício também do período fértil. Quando tiver essa sensação também manter relação. 

 [00:02:24] Que muito é dito na internet é que o aumento da temperatura também prediz a ovulação. Porém esse aumento da temperatura ele é difícil de ser mensurado. Para fazer essa medida a mulher tem que antes de levantar da cama de colocar o pé no chão colocar o termômetro e é uma alteração muito pequena de meio centígrado. Então se ela tiver alguma infecção se ela tiver gripada na época se tiver dormido com muito cobertor vai ser muito difícil a gente mensurar essa diferença de 0,5 centigrado então indico uma outra maneira de saber se está no período fértil e fazer os testes de LH que existem na farmácia. 

 [00:03:10] Eles são testes fidedignos e eles diminuem a ansiedade de saber em que período está ovulando. Esses sinais ajudam a gente. Esses sinais ajudam. A direcionar para saber qual a melhor época para ter relação e devemos usá los a nosso favor. 

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Exames para mulheres

Wed, 06/12/2019 - 14:52
Exames Femininos˜

para infertilidade

A fertilidade de uma mulher declina com a idade. Isso significa que as chances de engravidar, ambas naturalmente ou através de tratamento de fertilidade, caem conforme você envelhece. Seu clínico geral deve dar mais informações sobre isso.

Seu ginecologista deve perguntar qual a frequência e quão regular é a sua menstruação. Se você tem menstruações mensais regulares (a cada 26 a 36 dias), é provável que você esteja ovulando. Você não será aconselhada a usar tabelas da sua temperatura corporal (conhecida como temperatura corporal basal) para verificar se você está ovulando normalmente, já que não são um teste confiável para isso.

Verificando os seus níveis hormonais

Você deve realizar exames de sangue para verificar seus níveis hormonais para ver se você está ovulando. Estes devem incluir um exame para medir um hormônio chamado progesterona, que é produzido pelos ovários depois que os óvulos são liberados. O momento do exame variará dependendo do quão regular são as suas menstruações.

Se as suas menstruações são irregulares, você deve realizar também um exame para medir hormônios chamados gonadotrofinas, que estimulam os ovários a produzirem óvulos.

Verificando seus ovários

Você também deverá realizar exames para ver quão bem seus ovários podem responder aos medicamentos de fertilidade. Isso envolve um exame de sangue para medir os níveis de hormônios (chamados hormônio folículo-estimulante e hormônio anti Mülleriano) ou um ultrassom para contar o número de folículos nos seus ovários.

Verificando suas trompas de falópio

Quando os resultados dos seus exames e do exame de sêmen do seu parceiro forem conhecidos, também será requerido um exame para ver se as suas trompas de falópio estão bloqueadas. Dependendo de suas circunstâncias e histórico médico, isso pode ser feito usando raio-X, ultrassom, ou por uma operação chamada laparoscopia. Antes que você faça esse procedimento, você deverá ser testada para uma infecção chamada clamídia. Clamídia pode danificar suas trompas de falópio se não for diagnosticada e tratada com antibióticos. Se você está infectada, você e o seu parceiro (ou parceiros) devem ser encaminhados para tratamento. Se você não tiver feito exames para clamídia, pode ser que lhe seja dado antibióticos antes do procedimento como uma precaução no caso de você ter a infecção.

Exames que não necessariamente devem ser solicitados

Você normalmente não deve ter os seguintes exames solicitados porque eles não mostraram ser úteis:

  • Exames do seu muco cervical depois da relação sexual (conhecido como teste pós-coital)
  • Um exame de sangue para medir os níveis de um hormônio chamado prolactina
  • Uma biópsia (um procedimento para tomar uma pequena amostra de tecido) do revestimento do seu útero
  • Um exame do seu útero, chamado de histeroscopia (em algumas circunstâncias seu médico pode precisar realizar uma histeroscopia mas será realizada como parte da sua laparoscopia).
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Como preservar a fertilidade?

Tue, 06/04/2019 - 20:59
Fertilidade

Como preservar a fertilidade?

A Dra Juliana Amato explica como preservar sua fertilidade para ter filhos quando quiser. Dá dicas de ouro para sua saúde!

---transcrição---

Olá meu nome é Juliana Amato e hoje nós vamos conversar um pouco sobre medidas de como preservar a fertilidade. Eu sei que recebo muitas mensagens perguntando "Dra como que eu posso preservar a minha fertilidade". Não quero ser mãe agora mas, quero ser mãe daqui uns 10 anos... mais velha, mas eu quero fazer algumas coisas que preservem a minha fertilidade. O que é o ideal para você? O ideal é pensar que se até 35 anos  você engravidar você já está preservando sua fertilidade. Abaixo dessa idade. As mulheres têm uma chance maior de engravidar. Depois dos 35 anos essa chance decai porque a reserva ovariana abaixa e abaixa consideravelmente. Então engravidar antes dos 35 anos é uma medida de preservar a sua fertilidade. Pensar na sua alimentação. Alimentação é muito importante não só para fertilidade mas sim para sua vida toda. Para você ter uma qualidade de vida boa, uma fertilidade boa e ter uma longevidade. O que é comer bem? Evitar os industrializados evitar os enlatados evitar farinha para evitar o açucar.  dê preferência aos alimentos: as farinhas orgânicas, aos carboidratos complexos, as proteínas tanto animal quanto vegetal; não importa se você é vegetariano ou se você não é, mas comer o mais natural possível. Evitar o uso abusivo de bebidas alcoólicas. Quem não gosta de tomar um vinho de final de semana uma cerveja com os amigos. Mas que não se torne um hábito de todos os dias. 
Proibido não é, mas com moderação ao evitar a ingestão de muito café. Evitar o cigarro. O tabagismo sim: existem estudos mostrando que a nicotina diminui a motilidade dos espermatozoides além de diminuir a motilidade de cílios das tubas uterinas das mulheres. Evitar o máximo possível. A prática de exercícios diários é muito importante também. Além de você manter o seu corpo ativo.. A sua atividade cardiovascular você mantenha o seu bem estar e evita doenças. A prática de sexo seguro de se proteger durante as relações sexuais. Principalmente contra as doenças sexualmente transmissíveis porque a gente sabe muito bem que pode gerar uma infertilidade. Doenças infecções como a gonorreia têm voltado na atualidade e é comprovado a causa de infertilidade em mulheres. O ideal é sempre o uso da camisinha. Sempre manter seus exames em dia e a cada sintoma  diferente procurar o seu médico. Para a mulher a ginecologista e o homem urologista. Se você curtiu o nosso vídeo e se inscreva no canal. Deixe seu like. Deixe seu comentário aqui abaixo. Ae ative Sininho de notificação para receber novos videos.

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Video novo! não perca! "Diferença entre fertilização in vitro e inseminação intra uterina. FIV vs IIU." 
https://www.youtube.com/watch?v=DJn4YvcUnco
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