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Updated: 1 hour 53 min ago

Trombose Venosa Profunda (TVP)

Wed, 11/15/2017 - 16:51
Trombose Venosa Profunda

A você paciente, nossos cumprimentos. Se está lendo este pequeno texto, isto significa que está interessado na sua saúde. Para se aprofundar no assunto ou avaliar a sua situação, passe em consulta com um cirurgião vascular.

 

A palavra trombose, que tanto nos assusta, significa a coagulação, uma espécie de solidificação do sangue dentro dos vasos sanguíneos. Muitas pessoas confundem a trombose venosa com a arterial, ou seja, aquela que ocorre nos vasos responsáveis pela condução do sangue para nutrir as extremidades. Não é. A trombose venosa ocorre nos vasos sanguíneos responsáveis pelo retorno do sangue ao coração e pulmões, depois de passar pelos tecidos de nosso corpo. Ao contrario da trombose nas artérias, a trombose venosa raramente é causa de amputação, ainda assim, está longe de ser doença benigna.

 

Complicações ligadas à trombose venosa:

 

Existem pelo menos duas complicações importantes, uma de curto prazo e outra de longo prazo ligadas a TVP. Na fase aguda (que dura alguns dias), pode ocorrer o deslocamento do trombo ou a formação de novo trombo a partir do local de formação (90% se inicia nas pernas) e este material viaja através do sistema venoso até causar a oclusão de um vaso no pulmão. Isto é chamado embolia pulmonar. Se a oclusão for múltipla ou em vasos pulmonares maiores, há risco de falência cardíaca, infarto pulmonar e até morte. Passada a fase aguda, o trombo na veia costuma se estabilizar e a chance de embolia pulmonar diminui drasticamente. Entretanto, se a trombose na perna não for tratada adequadamente, a dificuldade do retorno do sangue ao longo dos anos pode causar o represamento do sangue nessa perna e isso é a causa da segunda complicação, a chamada síndrome pós trombótica. Esta é caracterizada pelo inchaço crônico, sensação de peso ou dor de forma geral, escurecimento das pernas e, nos estágios mais graves, a abertura de feridas geralmente próximas aos tornozelos. Podendo demorar meses ou até mesmo anos para cicatrizar, essa síndrome é fonte considerável de sofrimento ao portador.

 

Qual a origem da TVP?

 

A TVP pode ocorrer sem um motivo aparente, mas a maioria (7 em cada 10) pode ser relacionada a algum fator de risco como:

  • Cirurgia recente, em especial as prolongadas, ortopédicas, por câncer e em pacientes acima de 40 anos
  • Traumatismos, principalmente associado a fratura
  • Câncer em atividade
  • Imobilização prolongada
  • Insuficiência cardíaca
  • Trombose venosa prévia
  • Gestação no último trimestre, e logo após o parto
  • Familiares (pais e irmãos) com TVP sem causa identificada
  • E a hospitalização. A TVP é uma das principais causas de mortalidade – não ligada à doença primária da internação durante a hospitalização – que é passível de prevenção

 

Quais são os sintomas da TVP?

 

Um aspecto difícil com relação a esta doença é o fato de metade dos casos não apresentarem sintomas. Por outro lado, quando estes existem, em especial na presença de fatores de risco, devem ser valorizados. Dor em peso ou aperto associado ao inchaço em apenas uma das extremidades – que pode ser superior (braços), mas 90% dos casos envolvem os inferiores (pernas) – devem chamar a atenção para a possibilidade de TVP. Inchaços em ambos os lados sugerem outras causas, frequentemente sistêmicas como insuficiência cardíaca, renal, hepática, alterações da tireóide e outras.

 

Como se trata a TVP?

 

A TVP, quando diagnosticada e tratada precocemente, geralmente evolui bem, bastando o uso de anticoagulantes, que atualmente podem ser administrados por via injetável e/ou por via oral. O uso destes anticoagulantes diminui a chance das complicações como embolia pulmonar e síndrome pós trombótica, ou ao menos minimiza seu impacto. O tempo de tratamento pode variar de poucas semanas até indefinidamente dependendo de sua origem, e pode envolver mais do que um tipo de medicação ao longe desse tempo.

Com relação a viagens, a chance exata de desenvolver trombose não está bem estabelecida. Sabemos que não é muito frequente, mas os portadores dos fatores de risco e, particularmente, em viagens aéreas de longa duração devem receber atenção especial. Beber agua em abundância, movimentar-se de hora em hora e, eventualmente, utilizar meias de compressão são medidas interessantes e suficientes para a maioria dos viajantes.

 

Dica:

 

Se você tem dúvidas sobre a prevenção, diagnóstico ou tratamento de trombose, converse com seu cirurgião vascular. Ele é o especialista que tem conhecimento sobre as melhores técnicas de investigação, prevenção e tratamento podendo, em conjunto com o paciente, definir a melhor forma de controlar esse problema.

 

Veja no vídeo o coágulo se formando. Veja os sintomas da trombose venosa.

A trombose venosa profunda é assunto recorrente aqui simplesmente pela sua importância e gravidade. 1 em cada 10 mortes em hospital ocorrem decorrentes da embolia pulmonar, sua principal complicação. Leia nossos outros artigos também:

 

Autor: Prof. Dr. Alexandre Amato

Fonte: SBACV, Trombose Venosa Profunda. 2015

tromboseLocal do corpo: veias profundas
Categories: Medicina

Restrições para FIV

Wed, 11/15/2017 - 15:28
Restrições

FIV

Existem algumas restrições para pacientes que farão a FIV:

  • Atividade fisica: evitar atividade extenuante que envolva o levantamento de objetos pesados, certos exercicios aerobicos, corridas e levantamento de peso durante a estimulação ovariana
  • Medicações: Se estiver tomando medicamentos, é importante avisar seu médico especialista em reprodução humana porque as medicações podem interferir com as medicações de fertilidade, ovulação ou mesmo na implantação do embrião durante o ciclo de FIV
  • Álcool e Tabaco: É importante que você não consuma nenhum alcool a partir do momento que você começa os medicamentos de fertilidade até o teste de gravidez, e também após
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Categories: Medicina

Aborto recorrente e tardio: exames e tratamento de casais

Wed, 11/15/2017 - 15:28

Sofrer um aborto pode ser muito angustiante. Ter vários abortos ou um aborto tardio pode ser devastador. Esta página é para você que teve três ou mais abortos precoces ou um ou mais abortos tardios.

Vamos falar sobre

  • o que sabemos sobre as razões do aborto recorrente e aborto tardio
  • recomendações para exames e tratamento para casais nesta situação.

Assim você pode se ajudar e a sua equipe de saúde pode tomar as melhores decisões sobre seus cuidados. Não substitui o aconselhamento de um médico.

O que é um aborto?

Se você perder um bebê antes das 24 semanas de gravidez, isso é chamado de aborto espontâneo. Se isso acontecer nos primeiros 3 meses da gravidez, é conhecido como um aborto precoce. Infelizmente, os abortos precoces são comuns, ocorrendo em cerca de 10 a 20 em cada 100 gestações (10-20%).

Abortos tardios, que ocorrem depois de 3 meses de gravidez, mas antes de 24 semanas, são menos comuns: 1 a 2 em cada 100 (1-2%) gestações culminam em aborto tardio.

O que é um aborto recorrente?

Quando um aborto espontâneo acontece três ou mais vezes seguidas, é chamado de aborto espontâneo recorrente. O aborto recorrente afeta 1 em cada 100 (1%) casais tentando ter um bebê.

Por que o aborto recorrente e o aborto tardio acontecem?

Às vezes, há uma causa encontrada para o aborto recorrente e tardio. Em outros casos, não há problema subjacente que possa ser descoberto. A maioria dos casais provavelmente terá uma gravidez bem sucedida no futuro, particularmente se os resultados dos exames e acompanhamento com médico estejam normais.

Há uma série de fatores que podem desempenhar um papel na causa do aborto recorrente e tardio:

  • Idade

Quanto mais idade, maior o risco de ter um aborto espontâneo. Se a mulher tem mais de 40 anos, mais de 1 em cada 2 gestações terminam em um aborto espontâneo. Abortos espontâneos também podem ser mais comuns se o pai for mais velho.

  • Síndrome antifosfolípide (APS)

APS (uma síndrome que torna o seu sangue mais provável coagular) é incomum, mas é uma causa de aborto recorrente e aborto tardio.

  • Trombofilia

Trombofilia (uma condição hereditária - genética ou não - que significa que seu sangue está mais sujeito a coagular) pode causar aborto recorrente e, em particular, abortos tardios.

  • Fatores genéticos

Em aproximadamente 2 a 5 em cada 100 casais (2-5%) com aborto recorrente, um dos parceiro terá uma anormalidade em um dos seus cromossomos (estruturas genéticas dentro de nossas células que contêm o nosso DNA e as características que herdamos de nossos pais). Embora essa alteração possa não afetar o pai, às vezes pode causar um aborto.

  • Colo do útero fraco (insuficiência/imcompetência do colo uterino)

Fraqueza do colo do útero é conhecida por ser uma das causas de aborto entre 14 e 23 semanas de gravidez. Isto pode ser difícil de diagnosticar quando você não está grávida. Pode ser uma suspeita se em uma gestação anterior sua bolsa rompeu cedo, ou se o colo do útero abriu sem qualquer dor.

  • Problemas de desenvolvimento do bebê

Algumas anomalias do bebê podem levar a um aborto, mas é improvável que seja a causa de aborto espontâneo recorrente.

  • Infecção

Qualquer infecção que te fez muito mal pode provocar um aborto. Infecções mais leves que afetam o bebê também podem provocar um aborto. Desconhece-se o papel das infecções no aborto recorrente.

  • Forma do útero

Não é claro quanto um útero de forma anormal contribui para o aborto recorrente ou abortos tardios. No entanto, pequenas variações não parecem provocar aborto.

  • Problemas de tiroide e diabetes

Diabetes ou distúrbios da tireoide podem ser fatores dos abortos. Eles não causam aborto recorrente, enquanto são tratados e mantidos sob controle.

  • Fatores imunológicos

Tem sido sugerido que algumas mulheres abortam porque seu sistema imunológico não responde ao bebê da forma habitual. Isso é conhecido como uma reação auto-imune. Não há nenhuma evidência para apoiar essa teoria no momento. Pesquisa adicional é necessária.

Existem outros fatores de risco?

Excesso de peso aumenta o risco de aborto. Fumar e tomar muita cafeína também podem aumentar o risco. Excesso de álcool é conhecido por ser prejudicial para um bebê em desenvolvimento e beber cinco ou mais unidades por semana pode aumentar o risco de aborto.

A chance de mais um aborto aumenta ligeiramente com cada aborto. As mulheres com três abortos consecutivos têm uma chance de 4 em cada 10 de ter outro. Isto significa que 6 em cada 10 mulheres (60%) nesta situação vão ter um bebê na próxima vez.

Por que as investigações são úteis?

Descobrir se há uma causa para seu aborto recorrente ou aborto tardio é importante, pois assim seu médico será capaz de lhe dar uma ideia sobre a sua probabilidade de ter uma gravidez bem sucedida. Em um pequeno número de casos pode haver tratamento disponível para ajudá-la.

Que investigações/exames podem ser feitos?

Exames de sangue:

  • Para APS. APS é diagnosticada se der positivo em duas ocasiões com 12 semanas de intervalo, antes de você engravidar novamente.
  • Para trombofilia. Se você teve um aborto tardio, você pode fazer exames de sangue para certas trombofilias hereditárias.
  • Para checar os seus cromossomos e do seu parceiro para anormalidades. Você pode ser fazer este exame se seu bebê tiver demonstrado ter cromossomos anormais.

Exames para anomalias no bebê

Você pode precisar fazer exames para verificar se há anormalidades nos cromossomos de seu bebê. Isto não é sempre possível, mas pode ajudar a determinar a sua chance de abortar novamente.

Se você teve um aborto tardio, também pode ser indicado um exame pós-morte do seu bebê. Isto não acontecerá sem o seu consentimento, e você terá a oportunidade de discutir isso de antemão com sua equipe de saúde.

Exames para anormalidades na forma do seu útero.

Uma ultra-sonografia pélvica para verificar se há qualquer anormalidade na forma do seu útero. Se houver suspeita de uma anormalidade, outras investigações podem incluir uma histeroscopia (um procedimento para examinar o útero através de uma pequena câmera que é passada através da vagina e do colo do útero) ou uma laparoscopia (um procedimento no qual um cirurgião usa uma câmera bem fina para olhar dentro do abdômen e da pelve).

Exames para infecção

Se você já teve um aborto tardio, exames como amostras de sangue e papanicolau podem ser colhidos no momento para procurar por qualquer fonte de infecção.

Quais são minhas opções de tratamento?

Tratamento para APS

Se você tem APS e teve aborto irregular recorrente ou um aborto tardio, o tratamento com comprimidos de aspirina em baixa dose e injeções de heparina na gravidez podem aumentar sua chance de ter um bebê, desde que não tenha contra-indicações. Aspirina e heparina tornam o seu sangue menos provável de coagular e são seguras para tomar durante a gravidez.

Ter APS significa que você está com risco aumentado de complicações durante a gravidez, como pré-eclâmpsia, problemas com o crescimento do seu bebê e parto prematuro. Você deve ser monitorada cuidadosamente para que possa ser receber tratamento para quaisquer problemas que possam surgir.

Tratamento para trombofilia

Se você tem uma tendência genética de hipercoagulação do sangue (trombofilia) e teve um aborto espontâneo entre 12 e 24 semanas de gravidez, pode ser necessário receber tratamento com heparina.

Neste momento não há evidências suficientes para dizer se a heparina irá reduzir suas chances de aborto espontâneo, se você teve abortos precoces (até 12 semanas de gravidez). No entanto, você pode ser ainda indicada ao tratamento para reduzir o risco de um coágulo de sangue durante a gravidez. Seu médico irá discutir o que seria recomendado no seu caso em particular.

Encaminhamento para aconselhamento genético

Se você ou seu parceiro tem uma anomalia cromossômica, você deve ser indicada a oportunidade de ver um especialista chamado de geneticista clínico. Ele discutirá com você quais são suas chances para futuras gestações e irá explicar quais são as suas escolhas. Isso é conhecido como aconselhamento genético.

Monitoramento e tratamento para um colo do útero fraco

Se você já teve um aborto espontâneo entre 14 e 24 semanas e teve um diagnóstico de colo do útero fraco, pode ser necessário para uma cirurgia para colocar um ponto no colo do seu útero (cerclagem). Isso geralmente é feito através da vagina às 13 ou 14 semanas de gravidez sob anestesia geral ou raquianestesia. Seu médico deve discutir a cirurgia com você.

Se não está claro se seu aborto tardio foi causado por um cérvix fraco, podem ser indicados exames de ultra-som vaginal durante a gravidez para medir o comprimento do seu colo do útero. Isso pode dar informações sobre quão provável você está de abortar. Se o seu colo uterino é menor do que deveria ser antes de 24 semanas de gravidez, pode ser indicada uma operação para colocar um ponto no colo do seu útero.

Cirurgia do útero

Se uma anomalia é encontrada em seu útero, pode ser indicada uma operação para corrigir isso.

Tratamento hormonal

Foi tentado progesterona ou hormônios de gonadotrofina coriônica humana no início da gestação para evitar aborto recorrente, porém mais evidências são necessárias para mostrar se isso funciona.

Imunoterapia

O tratamento para prevenir ou modificar a resposta do sistema imunológico (conhecido como imunoterapia) não é recomendado para mulheres com aborto recorrente. Não foi provado que funciona, não melhora as chances de um nascimento vivo e pode levar a sérios riscos (incluindo a reação à transfusão, choque alérgico e hepatite).

E se nenhuma causa é encontrada?

Onde não há uma causa para o aborto recorrente ou aborto tardio, não há, atualmente, nenhuma evidência de que o tratamento de heparina e aspirina reduza a chance de um outro aborto espontâneo. Por esse motivo, este tratamento não é recomendado habitualmente, embora tenha relatos de êxito.

O que isso significa para nós no futuro?

Você e seu parceiro devem ser vistos juntos por um especialista em fertilidade. Dentro de uma clínica dedicada.

Seu médico conversará com você tanto sobre sua situação particular quanto a sua probabilidade de sofrer um novo aborto e uma gravidez bem sucedida. Se a causa foi encontrada, as opções possíveis de tratamento serão oferecidas para melhorar suas chances de uma gravidez bem sucedida.

As mulheres que têm cuidados de apoio com médico especialista desde o início da gravidez, têm mais chances de um parto bem sucedido. Para casais onde nenhuma causa para o aborto recorrente foi encontrada, 75 em cada 100 (75%) terão uma gravidez bem sucedida com este cuidado.

Vale lembrar que, estatisticamente, a maioria dos casais terá uma gravidez bem sucedida na próxima vez, mesmo depois de três abortos consecutivos

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Categories: Medicina

A colher cheia de açúcar pode influenciar na sua fertilidade?

Mon, 10/30/2017 - 12:46
Açúcar e a fertilidade

Estudos recentes sugerem que bebidas açucaradas, mesmo aquelas com adoçantes artificiais podem influenciar negativamente as chances de gravidez. Não é só a gordura que influencia na dieta da fertilidade.

Apesar de longe de ser conclusivo, diversos estudos sugerem que bebidas adoçadas podem afetar as chances de gestação, incluindo:

  • Médicos de Harvard viram que beber uma bebida açucarada por dia pode diminuir a taxa de sucesso na FIV em 12% e mais de uma bebida por dia diminui em 16%
  • Pesquisadores brasileiros mostraram que consumir bebidas açucaradas ou com adoçantes reduz a qualidade do embrião e as chances de implantação. Interessante.

Esse efeito não ocorreu com o café sem açucar/adoçante.

A razão para isso não está clara. Sabemos que obesidade e ovários policísticos estão associados com a infertilidade e aborto, além de mudanças em como o corpo lida com a açucar, que pode diminuir as chances de gravidez.

Então, o que fazer?

É uma boa idéia diminuir a quantidade de produtos açucarados/adoçados ingeridos diariamente para um mínimo quanto estiver tentando engravidar. Diminuir tanto o açúcar quanto os adoçantes.

Não entre em pânico. Mulheres que usam açúcar e aadoçantes engravidam a todo momento, mesmo com chances menores. Ainda existem muitos fatores que influenciam a fertilidade, e os estudos estão longe de ser definitivos.

 

 

Fonte:

  1. ARTIFICIAL SWEETENERS - DO THEY BEAR AN INFERTILITY RISK?
  2. A Randomized Trial of Sugar-Sweetened Beverages and Adolescent Body Weight
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Categories: Medicina

Viagens aéreas e a gestação

Tue, 10/24/2017 - 19:25
Gestação e voar de avião

Para quem é esta informação?

Esta informação é para você, se você estiver grávida e estiver pensando em viajar pelo ar. A informação é relevante para o voo curto (menos de quatro horas), médio e voos de longa duração (4 horas).

Se você é um membro de uma tripulação de voo ou se você voa frequentemente como parte do seu trabalho, você deve procurar aconselhamento adicional do seu departamento de saúde ocupacional sobre sua própria situação.

Voar fará mal a mim ou ao meu bebê?

Se a sua gravidez não é uma gestação complicada complicada com outras doenças, ela é simples, e voar não é prejudicial para você ou seu bebê:

  • Se você tiver uma gravidez descomplicada e saudável, não há provas de que as mudanças na pressão do ar ou a diminuição da umidade tenha um efeito nocivo sobre você ou seu bebê.
  • Não há nenhuma evidência de que voar irá causar aborto espontâneo, trabalho de parto precoce ou fazer a sua bolsa estourar.

Quem voa é exposto a um ligeiro aumento na radiação, mas vôos ocasionais não apresentam um risco para você ou seu bebê

Quando é o momento mais seguro de voar durante a gravidez?

Quando você está grávida, é o momento mais seguro para voar:

  • Antes de 37 semanas, se você estiver carregando um bebê. Pois depois de 37 semanas de gravidez você pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento, e é por isso que muitas mulheres optam por não voar após esse tempo.
  • Antes de 32 semanas, se você estiver carregando uma gravidez de gêmeos descomplicada.

Veja aqui a sua idade gestacional.

A maioria das companhias aéreas não permitem que as mulheres voem depois de 37 semanas. É importante que você verifique com sua companhia aérea antes de voar. Também pode ser mais difícil de obter seguro de viagem depois de 37 semanas. Não se esqueça de uma cartinha do seu obstetra autorizando vôo.

Eu tenho um risco aumentado de problemas se eu viajar pelo ar?

Algumas mulheres grávidas podem sentir desconforto durante o voo. Você pode ter:

  • inchaço das pernas devido a retenção de líquidos (edema)
  • problemas de congestionamento com suas orelhas/nariz – durante a gravidez são mais propensas a ter um nariz entupido e, combinadas com isso, as mudanças na pressão do ar no avião também podem lhe causar problemas nos ouvidos
  • sintomas de gravidez – se sentir enjoo durante o voo, isso pode piorar a sua sintomatologia.

Trombose venosa profunda (TVP)

Uma TVP é um coágulo de sangue que se forma em sua perna ou pélvis. Se viaja para os pulmões (embolia pulmonar) pode ser fatal. Quando você está grávida, e até seis semanas após o nascimento de seu bebê, você tem um risco maior de desenvolver uma TVP em comparação com mulheres que não estão grávidas (reduzindo o risco de trombose venosa no avião na gravidez e após o nascimento).

Há um risco aumentado de desenvolver uma TVP durante o voo, por ficar sentada por um período prolongado.

O risco de TVP aumenta com a duração do voo. Seu risco também é aumentado se você tem fatores de risco adicionais como uma TVP anterior ou se você estiver com sobrepeso. Seu médico será capaz de verificar seu risco individualmente.

O que posso fazer para reduzir o risco de uma TVP?

Se for fazer um voo de curta distância (menos de quatro horas), é improvável que você precisará tomar medidas específicas. Seu obstetra ou cirurgião vascular deve fazer uma avaliação de risco individual de trombose venosa e conselhar para sua situação.

Para minimizar o risco de uma TVP em um meio ou em um voo de longa distância (mais de 4 horas), você deve:

  • vestir roupas soltas e sapatos confortáveis
  • sentar num assento no corredor e fazer caminhadas regulares ao redor do avião
  • no assento faça exercícios a cada 30 minutos
  • beber copos de água a intervalos regulares durante seu voo
  • reduzir bebidas que contenham álcool ou cafeína (café, bebidas gaseificadas)
  • usar meias de compressão elástica gradual – seu médico precisará fornecer o tamanho e o tipo correto para você, já que eles são diferentes das meias de vôo padrão.

Se você tiver outros fatores de risco para uma TVP, independentemente da duração de seu vôo, você pode ser aconselhada a tomar injeções de heparina. Estas vão afinar seu sangue e ajudar a prevenir uma TVP. Uma injeção de heparina deve ser tomada no dia do vôo e, diariamente, durante alguns dias depois. Por razões de segurança, você vai precisar de uma carta do seu médico para que você possa levar essas injeções para o avião.

A aspirina em baixa dosagem não parece reduzir o risco de uma TVP, mas você deve levá-la se isso foi receitado por outro motivo.

Existem circunstâncias em que eu posso ser aconselhada a não voar?

Um problema de saúde ou condição médica pode complicar a gestação e colocar você e seu bebê em risco. Por este motivo, se algum dos seguintes itens se aplicar, você pode ser aconselhada a não voar:

  • Risco aumentado de dar a luz antes da sua data de parto.
  • Anemia grave. Isto é, quando o nível de glóbulos vermelhos no sangue é inferior ao normal. Glóbulos vermelhos contêm a hemoglobina, um pigmento rico em ferro, que transporta o oxigênio ao redor de seu corpo.
  • Anemia falciforme (uma doença que afeta os glóbulos vermelhos) e teve recentemente uma crise falciforme.
  • Recentemente teve sangramento vaginal significativo.
  • Tem uma doença grave que afeta os pulmões ou o coração e que torna muito difícil para você respirar.

É importante que você discuta quaisquer problemas de saúde ou complicações na gravidez com o seu médico antes de voar. Se você tem uma chance maior de aborto espontâneo ou gravidez ectópica, o obstetra pode solicitar uma ultra-sonografia para confirmar a segurança antes de voar.

Esteja ciente de que o inesperado pode acontecer durante a viagem, o que poderia adiar o seu regresso a casa. Algumas companhias aéreas podem não permitir o voo se você tiver fraturado um osso, tiver uma infecção sinusal ou do ouvido, ou se fez recentemente uma cirurgia  abdominal que envolveu o seu intestino, tal como ter o seu apêndice removido.

Tomando a decisão de voar

Para ajudar a decidir se deve ou não voar, pense sobre sua própria história clínica e quaisquer grandes riscos que você possa ter. As perguntas a seguir também podem ajudá-la na tomada de sua decisão:

  • Por que você quer voar neste momento?
  • É necessário o seu voo?
  • Quanto tempo é o seu voo? Isto aumentará o risco de problemas médicos?
  • Quantas semanas de gravidez você terá quando você viajar e quando voltará?

Sua chance de dar a luz é maior quanto mais avançada você está na gravidez.

Também é importante lembrar que ter um aborto espontâneo, se você voar ou não, é comum (um em cada cinco) nos primeiros três meses da gravidez.

  • Quais são as instalações médicas do seu destino no caso de uma complicação inesperada com a gravidez?
  • Tomou todas as vacinas pertinentes e/ou medicação para o país para o qual você está viajando? Você verificou com o seu médico como elas afetam a gravidez?
  • O seu seguro de viagem cobre a gravidez e/ou cuida de seu bebê recém-nascido se der à luz inesperadamente? Há grande variação entre as companhias aéreas e apólices de seguro de viagem, assim vale a pena conferir antes de você decidir voar.
  • Você discutiu seus planos de viagem com seu obstetra e o informou de que você está pensando em fazer um voo de médio ou longo prazo?

O que devo levar comigo?

  • Suas anotações feitas à mão sobre a gravidez
  • Qualquer medicação que você esteja tomando
  • Se você está com mais de 28 semanas de gravidez, sua companhia aérea pedirá a você que entregue uma carta do seu médico informando para quando seu bebê é esperado e confirmando que você está em boa saúde, tendo uma gestação descomplicada e que não tem qualquer risco aumentado de complicações.
  • Qualquer documento necessário para confirmar a sua data de parto e que você está apta a voar. Algumas companhias aéreas têm seus próprios formulários/documentos que precisam ser preenchidos em qualquer fase da gravidez. Entre em contato com sua companhia aérea se você não tiver certeza.
  • Documentos de seguro de viagem

Eu terei que passar por um scanner de segurança?

Você terá que passar através dos controles de segurança normais antes de voar. Isto não é considerado um risco para você ou seu bebê.

Posso usar um cinto de segurança?

Você deve usar um cinto de segurança. Você deve garantir que a fita do seu cinto de segurança esteja razoavelmente firmemente amarrada na parte superior das coxas e então sob sua protuberância. Peça à tripulação da cabine se precisar de uma extensão do cinto de segurança. Eles também podem ajudar a explicar.

O que acontece se eu entrar em trabalho de parto no vôo?

Qualquer mulher grávida tem uma pequena chance de entrar em trabalho de parto precoce ou de sua bolsa romper mais cedo. Se isso acontecer com você em um voo, não há nenhuma garantia de que outros passageiros ou tripulantes serão experientes e treinados para ajudá-la a dar à luz em segurança. Como resultado, o piloto pode ter de desviar o vôo para obter ajuda para você.

 

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Categories: Medicina

Dor pélvica em mulheres

Thu, 09/21/2017 - 19:52
Dor pélvica

Crônica e Aguda

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). A dor pélvica é mais comum em mulheres. Existem muitas causas diferentes de dor em sua pélvis. Elas podem ser classificadas por quando elas tendem a acontecer: se você está grávida e se elas são acompanhadas por outros sintomas, como sangramento vaginal. As causas mais comuns são mencionadas abaixo. Sendo que a maioria pode melhorar com analgésicos, que não devem ser tomados sem orientação médica. As causas mais recorrentes têm tratamentos disponíveis.

O que é a pelve?

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). Os órgãos em sua pélvis incluem o seu intestino, bexiga, útero e os ovários. A dor pélvica, normalmente, se refere a dor que começa a partir de um destes órgãos. Em alguns casos a dor vem a partir de seus ossos pélvicos que estão ao lado destes órgãos, ou de músculos, nervos, vasos sanguíneos ou articulações próximas. Portanto, existem muitas causas para dor pélvica.

A dor pélvica é mais comum em mulheres do que em homens, e aqui falaremos das dores femininas.

Quais são as causas de dor pélvica?

Dor pélvica pode ser aguda ou crônica. Aguda significa que essa é a primeira vez que você tem este tipo de dor, de inicio rápido. Crônica significa que a dor tem sido um problema por um longo tempo - mais de seis meses.

Dor pélvica durante a gravidez

Aborto espontâneo: aborto é a perda de uma gravidez em qualquer momento até as 24 semanas. 7 a 8 abortos entre 10 ocorrem antes da 13ª semana de gravidez. Os sintomas mais comuns de aborto são sangramento vaginal e cãibras/dores na barriga (abdominal) ou pélvicas. Em seguida, pode sair algum tecido da vagina, que muitas vezes se parece com um coágulo de sangue. 

Gravidez ectópica: uma gravidez ectópica é uma gravidez que tenta se desenvolver fora do útero. Ocorre em cerca de 1 em cada 100 gestações. Os sintomas mais comuns são dor de um lado, na parte inferior do abdômen ou pélvis. Ela pode se desenvolver agudamente, ou pode piorar lentamente durante vários dias. Pode se tornar uma situação grave. Sangramento vaginal ocorre frequentemente, mas não sempre. Muitas vezes é de cor mais escura do que o sangramento de uma menstruação. 

Ruptura de cisto do corpo lúteo: um corpo lúteo faz hormônios que ajudam a manter você grávida, até que outros órgãos como a placenta façam sua parte. Forma-se após a liberação do óvulo na ovulação. Eles são frequentemente encontrados, por acaso, quando você faz uma ultrassonografia, por qualquer motivo. Eles muitas vezes não causam nenhum problema e somem sem tratamento. Às vezes podem também se tornar inchados e podem estourar. Isso pode causar dor aguda em um lado da sua pélvis. Se você tiver dor em sua pélvis nas primeiras 12 semanas de sua gravidez, consulte seu médico.

Parto prematuro: normalmente o trabalho de parto começa depois de 37 semanas de gravidez. O trabalho de parto normal geralmente começa com contrações que se sente em toda a parte inferior do abdome. Estas tornam-se mais fortes, mais dolorosas e mais próximas. Você também pode ter um 'aviso' prévio: o tampão mucoso do colo do útero. Se você tiver um jato de líquido da vagina, pode ser que sua bolsa tenha se rompido. Você deve contatar seu obstetra imediatamente. Se você tiver dores pélvicas que aparecem e desaparecem em um padrão regular, entre em contato com seu obstetra para o atendimento. 

Descolamento prematuro da placenta: raramente (cerca de 6 vezes em cada 1.000 partos), a placenta se desprende da parede do útero. Antes de 24 semanas de gravidez, isso é um aborto; no entanto, depois de 24 semanas é chamado de descolamento. Quando isso acontece, é uma emergência. Isto porque o bebê depende da placenta para o alimento e oxigênio. É uma emergência médica! Os funcionários no departamento de maternidade rapidamente tentarão fazer o parto. Isso geralmente ocorre através de uma cesariana de emergência.

 

Problemas ginecológicos

Ovulação: A ovulação se refere a produção de um óvulo no seu ovário. Algumas mulheres desenvolvem uma dor aguda quando um óvulo é liberado. Esta dor da ovulação é chamada 'Mittelschmerz' (dor do meio em alemão - porque ela ocorre no meio do ciclo). A dor pode ser de um lado diferente a cada mês, dependendo de qual ovário libera o óvulo. Esta dor dura apenas algumas horas, mas algumas mulheres acham que é grave.

Cólicas dolorosas (dismenorreia): a maioria das mulheres tem um pouco de dor durante suas menstruações. A dor é geralmente leve, mas, em cerca de 1 em cada 10 mulheres, a dor é grave o suficiente para afetar as atividades diárias. A dor pode ser tão grave que elas são incapazes de ir à escola ou trabalhar. Médicos podem chamar a dor da menstruação de 'dismenorreia'. 

Doença inflamatória pélvica (DIP): DIP é uma infecção do seu útero. Os germes (bactérias) que causam a infecção geralmente viajam para o seu útero de sua vagina ou colo do útero. Na maioria dos casos é causada por clamídia ou gonorreia. Os sintomas da DIP incluem dor no abdômen na parte inferior ou na pelve, alta temperatura (febre), sangramento vaginal anormal e um corrimento vaginal. 

Ruptura ou torção de cisto de ovário: um cisto no ovário é um saco cheio de líquido que se desenvolve em um ovário. A maioria dos cistos ovarianos não são cancerígenos (benignos) e não causam nenhum sintoma. Alguns causam problemas como dor e sangramento irregular. A dor pode acontecer quando eles explodem (ruptura) ou torcem (chamado de torção). Nenhum tratamento pode ser necessário para certos tipos de cistos ovarianos, que tendem a ir embora por conta própria. 

Mudanças degenerativas em um mioma: miomas são tumores não cancerosos que podem ocorrer no seu útero. Eles são comuns e costumam não causar nenhum sintoma. No entanto, às vezes podem causar menstruações pesadas, inchaço abdominal e problemas urinários. Raramente, o mioma ultrapassa seu suprimento sanguíneo. Isto pode fazê-lo diminuir (se degenerar), o que pode ser muito doloroso. Veja sobre embolização de miomas.

Varizes pélvicas: Acúmulo de veias dilatadas ao redor do útero, causando dor, sensação de peso na barriga. Às vezes causa dor pós coito. É um problema muito comum, mas também muito frequentemente pouco considerado. Deve ser avaliado em conjunto com o cirurgião vascular.

Endometriose: esta é uma condição encontrada em mulheres, entre as idades de 13 e 50. É mais comumente diagnosticado em mulheres na casa dos trinta. É mais comum em mulheres que estão tendo problemas para engravidar. Pode ser encontrada em 1 em cada 5 mulheres. Causa dor na época da sua menstruação. Também pode causar dor quando faz sexo. 

Dor pélvica crônica: Este é o termo usado quando uma mulher tem dor há pelo menos seis meses. Dor pélvica crônica pode ocorrer em cerca de 1 em cada 6 mulheres, por isso é muito comum. Às vezes encontra-se uma causa (tais como aquelas acima) e às vezes não há nenhuma causa óbvia. Se a fonte de sua dor pélvica crônica puder ser encontrada, o tratamento centra-se sobre essa causa. Algumas mulheres nunca recebem um diagnóstico específico, que explica a dor delas. Se nenhuma causa pode ser encontrada, seu tratamento incidirá sobre a gestão da dor. Manter um diário de sintomas pode ser útil. Isto pode identificar um padrão para a dor e os gatilhos em sua vida que podem ser os responsáveis. Depressão, estresse crônico ou um histórico de abuso físico ou sexual aumenta o risco de desenvolver dor pélvica crônica. Além disso, qualquer sofrimento emocional muitas vezes aumenta a dor, e a viver com dor crônica contribui para o sofrimento emocional. Seu médico considerará frequentemente tratamentos psicológicos para ajudar com a dor. Para obter mais informações, consulte referências abaixo.

 

ARTIGOS RELACIONADOS

 

Problemas de intestino ou bexiga

Apendicite: apendicite se refere a inflamação do seu apêndice. O apêndice é uma pequena bolsa que sai da parede do intestino. Apendicite é comum. Os sintomas típicos incluem dor abdominal e mal estar (vômitos) que gradualmente pioram ao longo de 6-24 horas. Algumas pessoas têm sintomas menos típicos. Uma operação para remover o apêndice inflamado, geralmente é feita antes que estoure (perfure). Um apêndice perfurado é grave. É o cirurgião geral que atua na apendicite.

Síndrome do intestino irritável (SII): SII é um distúrbio intestinal comum. A causa não é conhecida. Os sintomas podem ser bastante variáveis e incluem dor abdominal, inchaço e às vezes crises de diarreia e/ou constipação. Os sintomas tendem a ir e vir. Não existe cura para a SII, mas os sintomas muitas vezes podem ser aliviados com o tratamento. 

Cistite: trata-se de uma infecção de urina na bexiga. É comum em mulheres. Um tratamento curto de medicação antibiótica é um tratamento comum. Pode melhorar espontaneamente sem a necessidade de antibióticos. Cistite some rapidamente sem complicações na maioria dos casos. 

Se você tiver sintomas da cistite mas não há sinais de infecção quando sua urina é testada, você pode ter cistite intersticial. Esta é uma condição mal compreendida onde as paredes da bexiga estão inflamadas. É uma causa de dor a longo prazo. É também chamada 'síndrome da bexiga dolorosa'.

Aderências: aderências podem acontecer após a cirurgia. Enquanto seu corpo tenta se curar após a cirurgia, os tecidos se tornam pegajosos. A viscosidade pode acidentalmente causar junção dos tecidos. O órgão mais comumente afetado é o intestino. Isso pode causar dor.

Estrangulamento de Hérnia: uma hérnia ocorre onde há uma fraqueza na parede do abdômen. Como resultado, alguns dos conteúdos de dentro do abdômen podem então avançar (causar protuberância) sob a pele. Então, você pode sentir um nódulo macio ou um inchaço sob a pele. Há uma pequena chance de que a hérnia possa sofrer estrangulamento. Uma hérnia sofre estrangulamento quando muito intestino chegou através da abertura no músculo ou ligamento, tornando-se então espremido. Isso pode cortar o fornecimento de sangue para a parte do intestino na hérnia. Isso pode levar a dor severa e alguns danos à parte dos intestinos na hérnia. Também é o cirurgião geral o responsavel pelo tratamento das hérnias.

Problemas musculares e ósseos

Problemas com a parte inferior das costas, nos ossos em sua pélvis e nas articulações próximas, como as articulações do quadril, podem causar dor. Muitas vezes é claro de onde vem a dor. No entanto, em alguns casos, a dor pode ser sentida como se estivesse na sua pélvis e pode ser difícil identificar sua origem.

O que devo fazer se eu tiver dor pélvica?

Existem muitas diferentes causas de dor pélvica. Algumas são mais graves do que outras. Se você está confiante de que você conhece a causa ou a dor - por exemplo, cólica durante a menstruação - você poderia tentar tomar um analgésico como o paracetamol ou ibuprofeno, com a orientação prévia de seu médico especialista.

Se você não tem certeza da causa da dor ou se a dor for grave, você deve consultar um médico. Em particular, algumas causas são emergências - por exemplo, uma gravidez ectópica. Procure ajuda médica urgentemente se você suspeitar que seja isso. Você também pode querer consultar um médico se a dor continua voltando. Para muitas das condições listadas acima, existem tratamentos disponíveis.

Podem-se recomendar quais investigações?

Seu médico irá lhe fazer algumas perguntas (anamnese) e poderá examiná-la. Baseado no que ele acha, ele pode aconselhá-la a fazer outras investigações.

Uma infecção de urina é uma causa muito comum de dor pélvica e seu médico pode pedir uma amostra de urina. Se ele achar que existe um risco de infecção, ele pode pedir para tirar uma amostra para exame. Um teste de gravidez pode ser recomendado se você não tiver certeza. Ele pode providenciar um ultrassom urgente (se houver suspeita de aborto ou gravidez ectópica) no seu hospital local. Uma ultrassonografia de rotina pode ser agendada para diagnosticar problemas, como cistos ovarianos.

Laparoscopia é comumente realizada por ginecologistas. Neste procedimento, uma pequena câmera de video é colocada através de um pequeno corte no seu umbigo. Isto permite ao médico ver o interior de sua pélvis. 

Médicos que se especializam no intestino podem usar vídeos flexíveis para olhar dentro do seu intestino. O esôfago e o estômago podem ser vistos por endoscopia. O intestino inferior (reto e cólon) são vistos por colonoscopia.

O que pode ser recomendado para ajudar a gerenciar o problema?

Isso vai depender da causa provável. Siga os links acima para as respectivas páginas para obter mais informações sobre isso.

Se o problema não for uma emergência, seu médico pode encaminhar você para uma consulta com um especialista investigações adicionais - como acima.

dorpelveginecologia
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Esporte e Fertilidade

Thu, 09/21/2017 - 14:45
Esporte e Exercicio Fisico

Fertilidade

Tanto o excesso de esporte e/ou a falta do exercício físico pode influenciar a fertilidade. Você precisa de gordura corporal para engravidar. A recomendação é se exercitar regularmente e com intensidade moderada, acompanhado de uma dieta equilibrada. Esporte e fertilidade andam juntos, já que o esporte fornece ingredientes indispensáveis: reduz os níveis de estresse (teste seu estado emocional para engravidar), fornece energia, ajuda a controlar o peso e a manter um corpo ativo.

Uma vida sedentária não é uma boa aliada da fertilidade, já que dela pode originar-se a obesidade, que também é inimigo da fertilização nas mulheres. Além do mais, praticar esportes e não levar uma vida sedentária melhora consideravelmente a qualidade do esperma do homem.

Também não é recomendável passar de nenhum exercício ao esporte extremo em um curto período de tempo com o objetivo de perder peso rapidamente; isso pode afetar a capacidade reprodutiva das pessoas.

Esporte e Fertilidade: Quais são as consequências do excesso de esportes?

Quando se trata de mulheres, realizar muito ou muito pouco exercício pode causar desequilíbrios hormonais que alteram a ovulação. Em atletas de alta performance, podem haver casos de:

  • Anovulação: Nos casos mais graves, há uma ausência do ciclo menstrual e nenhuma gravidez devido à falta de ovulação.
  • Insuficiência lútea: muitas atletas mulheres mantêm seu ciclo menstrual e sua capacidade ovulatória, mas apresentam uma diminuição na produção de progesterona durante a segunda fase do ciclo menstrual. A importância disso está no fato de que a fertilidade pode ficar comprometida por essa deficiência de progesterona – este é o hormônio responsável por uma boa implantação do embrião. Por esta razão, podemos encontrar mulheres atletas com falhas de implantação e abortos prematuros.

Nos homens, o excesso de esporte pode influenciar na qualidade e na quantidade de espermatozoides, afetando sua fertilidade.

Quando há excesso de esporte, é necessário equilibrar a ingestão nutricional e ajustar a quantidade de calorias de acordo com o consumo de calorias. Geralmente, a solução seria aumentar a ingestão de calorias e reduzir a quantidade de exercício físico. Se o peso for baixo, também deve haver um equilíbrio do peso.

Quais são os benefícios de praticar exercício?

Melhorar a circulação sanguínea: o exercício físico melhora a circulação e o fluxo de oxigênio no sistema do corpo a nível celular. Também aumenta a formação de receptores de células hormonais complexas.

Reduz o estresse: realizado de forma moderada é um ótimo redutor de estresse. Está provado que o estresse afeta negativamente a fertilidade e pode provocar reações hormonais que criam um bloqueio.

Melhora o equilíbrio hormonal: praticar esporte regularmente tonifica os músculos, ajuda a regular a menstruação e reduz os sintomas pré-menstruais.

Aumenta as endorfinas: estudos recentes provaram que logo após o exercício físico, o nível de endorfina no sangue aumentou consideravelmente. Esta é conhecida como o hormônio da felicidade, um anestésico natural que ajuda a combater a depressão e a ansiedade.

esporte
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Revista Fertilidade.org

Mon, 09/04/2017 - 11:52

Revista Fertilidade.org fez tanto sucesso entre nossas pacientes que agora está online.

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Pré natal na gestação de fertilização in vitro (FIV)

Mon, 08/07/2017 - 14:49
Pré Natal

na FIV

A dra. Juliana Amato os cuidados no pré natal de uma gestação gerada por meio de fertilização in vitro. Confira!  

  ***** Transcrição *****   Olá, meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar sobre o pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Muitas pacientes que fazem o tratamento de fertilização in vitro tem dúvidas como será o seu pré-natal, se vai ser um pré-natal normal, se ela vai ter que fazer mais exames, se ela vai ter que vir em consultas mais vezes. Como funciona. As pacientes que se submeteram a fertilização in vitro até 35 anos sem nenhuma doença de base é um pré-natal normal. O que vai ocorrer nas consultas? Ela vai fazer todos os exames a cada 2 ou 3 meses de gravidez exame, de sangue, sorologia para algumas doenças, ultrassom, vão fazer quatro ultrassons durante esse pré-natal que é o de base, vão fazer quatro estações durante o pré-natal são dois morfológicos e mais dois obstétricos. E nas pacientes acima de 35 anos se tiverem alguma doença de base as consulta vão ser menos espaçados uma frequência de duas vezes ao mês e vão fazer mais exames para detectar algumas doenças. O que é feito durante o pré-natal? Normalmente se fazem exames sorologia para Hepatite, HIV, hemograma para ver se tem anemia, sorologia para sífilis ultrassons. Ultrassom morfológico  de primeiro trimestre  ele é realizado entre a 12ª e 14ª semana de gravidez ele aquele ultrassom que rastreia a síndrome de Down. O segundo ultrassom morfológico ele é feito entre a 20ª semana e a 22ª semana de gravidez e ele vai detectar outras malformações e como que tá o crescimento desses embriãozinho, desse bebezinho. As pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro além desses dois ultrassons vão fazer mais ultrassons, mas no início da gravidez para ver se esse embrião ele tá se desenvolvendo bem, se ele está bem fixado, se ele vai ter algum descolamento de placenta, entre outros probleminhas que podem ocorrer nesse início de gravidez. Bom, isso que eu gostaria de falar para vocês hoje um pouquinho sobre essa dúvidas do pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Para mais informações só acessar as normas redes sociais e curti-las. vídeopré natalgestaçãofiv
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Preservação da fertilidade feminina

Mon, 08/07/2017 - 14:30
Preservação da Fertilidade A obstetra e ginecologista dra. Juliana Amato explica alguns hábitos importantes que as mulheres devem ter se quiserem aumentar as chances de engravidar. Confira!  

  ***** Transcrição *****     Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra da Amato Instituto de Medicina Avançada. E hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a preservação da fertilidade feminina. Então, o que a mulher ela deve tomar cuidado, que a mulher deve se ater para preservar a sua fertilidade. Não fumar, existem estudos mostrando que o tabagismo ele altera e muito a qualidade dos óvulos, assim como ele também altera a qualidade dos espermatozoides. Então o indicado é que se evite o tabagismo. Manter hábitos de vida adequados, como, atividade física regular, uma boa alimentação, evitar ficar alimentos com muito conservante. Muito artificiais, isso também prejudica a qualidade do óvulos. Além disso o que a mulher deve fazer e se ater quando ela chega por volta dos 35 anos. À partir dos 35 anos a nossa fertilidade ela tem uma queda, ou seja, ocorre uma diminuição da qualidade e da quantidade dos óvulos então chegando nessa época da vida dela ela tem que se preocupar em preservar a sua fertilidade através do congelamento de óvulos. Muitas mulheres elas não têm uma perspectiva de 35 anos de quando elas vão ter filhos, normalmente não tem um namorado, não tem um parceiro fixo.  Então o ideal é que elas conversem com o seu ginecologista, conversem com o médico especialista em reprodução assistida, para que isso seja feito. Bom, era isso que eu gostaria de falar com você hoje. Para mais informações acesse nossas redes sociais e curtam no Facebook. vídeopreservação
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Azoospermia

Wed, 08/02/2017 - 22:13
Azoospermia

Azoospermia é quando nenhum espermatozóide é detectado no semen ejaculado. É diagnosticada no espermograma, exame que analisa o líquido ejaculado pelo homem e verifica não só a presença e ausência de espermatozoides, como também sua qualidade e mobilidade avaliando a fertilidade do homem.

Tipos e causas
Azoospermia não obstrutiva — falta de produção de espermatozóides pelos testículos. As causas deste tipo de azoospermia incluem defeitos congênitos dos testículos ou danos externos.
Azoospermia obstrutiva — bloqueio do sistema de transporte do esperma. Pode ocorrer por danos, uma vasectomia ou anormalidades do epidídimo ou canais deferentes.

O que é azoospermia?

Para entender a azoospermia além da ausência de espermatozóides, é preciso compreender que os espermatozoides são produzidos nos testículos e ficam depositados em estruturas chamados epidídimos, onde os eles amadurecem e ganham mais movimentação. Quando existe a estimulação sexual, os espermatozoides armazenados viajam pela uretra (canal por onde passa a urina e o sêmen), onde desagua também o material proveniente da próstata e das vesículas seminais: o sêmen.

Sêmen é o líquido ejaculado na relação sexual pelos homens e que normalmente carrega os espermatozoides. Serve para manter os espermatozoides vivos até chegarem no local da fecundação, no encontro com o óvulo. Milhares de espermatozoides precisam envolver um óvulo no interior da trompa uterina da mulher para que apenas um consiga penetrar e iniciar toda a mágica da formação do embrião.

Portanto, a azoospermia é causada por problemas na produção (testículos), no armazenamento (epidídimos), ou ainda na distribuição dos espermatozoides, no caminho das células até a uretra. Isso inclui todas as doenças que afetam os testículos ou epidídimos como:

  • trauma,
  • infecções,
  • radiação,
  • tumores/neoplasias/câncer,
  • seu tratamento com medicamentos quimioterápicos,
  • torções,
  • criptorquidia (testículo oculto que não desceu para a bolsa escrotal),
  • cirurgias pélvicas,
  • varicocele (dilatação das veias que drenam os testículos);
  • e doenças que provocam obstruções no caminho que liga os testículos até o canal da uretra, tubo por onde o sêmen é ejaculado.

Cada uma das causas possui tratamento diferente, quando o objetivo é tratar a causa. Mas, quando o objetivo final é ter um bebê, a coleta dos espermatozóides pode ser feita, muitas vezes por:

homemespermaespermatozóide
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