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Como calcular a tabelinha

A tabelinha é um dos métodos mais utilizados por mulheres quando elas desejam engravidar mais rapidamente, e também quando elas precisam evitar uma gravidez não desejada. Apesar de ser uma técnica comum, ainda existem muitas dúvidas acerca dessa ferramenta. Se você também não sabe ao certo como calcular a tabelinha, veja a seguir como proceder.

O que é a tabelinha

Antes de tudo, me responda: você sabe o que é a tabelinha? A tabelinha é um método contraceptivo usado para identificar o período fértil da mulher. Ou seja, aqueles dias em que acontece a ovulação e que é o momento ideal para uma gravidez natural.

Para calcular a tabelinha, é preciso saber também o que é o ciclo menstrual. Pois bem, o ciclo menstrual começa no primeiro dia da sua menstruação e termina no início da sua menstruação seguinte. O período fértil normalmente acontece na metade do ciclo e dura cerca de 5 dias.

Mulheres com ciclos regulares, de 28 dias, por exemplo, costumam apresentar o período fértil por volta da metade desse ciclo, ou seja, entre o 10° e o 14° dia.

A tabelinha é usada exatamente para descobrir quando a mulher está fértil e, a partir desta informação, ela pode escolher se mantém relações sexuais desprotegidas ou não, de acordo com o seu objetivo: engravidar ou evitar uma gravidez.

Portanto, a tabelinha serve como um auxiliar no planejamento familiar e reprodutivo da mulher. Ela ajuda a mulher a conhecer o seu corpo e a planejar as suas relações sexuais de acordo com as suas necessidades.

Vale lembrar que o uso da tabelinha só faz sentido se a mulher não usar outros contraceptivos hormonais, como a pílula e o anticoncepcional injetável. Esses métodos impedem a ovulação e, portanto, não permitem que a gravidez aconteça.

Veja a seguir como construir a sua tabelinha.

Como calcular a tabelinha

A tabelinha é um dos métodos mais usados para controlar o período fértil da mulher. A razão é a sua simplicidade. Para executá-la, basta ter um calendário em mãos e conhecer bem como funciona o seu ciclo.

Veja o passo a passo de como calcular a tabelinha de acordo com um ciclo regular de 28 dias (para mulheres com esse ciclo, veja seu período menstrual médio). Teste seu ciclo. Neste exemplo, o ciclo se inicia no dia 10 e termina no dia 7 do mês seguinte.

  1. Pegue um calendário contendo um mês de 30 dias.
  2. Anote nesse calendário o primeiro dia da sua menstruação. Esse será o primeiro dia do seu ciclo menstrual. Os primeiros 9 dias da sua menstruação são aqueles em que há menos chances de engravidar. Marque todos eles no calendário. 

Supondo que você tenha menstruado no dia 10, você vai marcar desde o dia 10 até o dia 18, de acordo com o exemplo citado.

  1. A partir do 10° dia até o 14° dia do seu ciclo menstrual já pode ser considerado o seu período fértil, quando o seu corpo está ovulando. De acordo com o exemplo, o período fértil começa no dia 19 e vai até o dia 23. Manter relações sexuais nessa época, sem preservativo, rende boas chances de uma gravidez espontânea.
  2. Em seguida, marque os outros dias considerados não férteis: 15° dia até o começo da sua próxima menstruação. Isto é, do dia 24 até o dia 7 do mês seguinte.

Pronto, você já tem a sua tabelinha. É só adequá-la à sua rotina e criar uma nova a cada ciclo menstrual.

Para melhorar a visualização, use cores diferentes para os dias de menstruação, para o período não fértil e, principalmente, para o período fértil. Este é o mais importante para que você saiba quando estará apta a engravidar e como acelerar ou evitar essa gestação.

Nesse exemplo simples, você conseguiu identificar:

  • O começo e o fim do seu ciclo
  • Os dias de menstruação
  • O seu período fértil
  • O período não fértil
Tabelinha é um método seguro?

A tabelinha é um método tradicional, popular, acessível, fácil e prático. Também tem a vantagem de não produzir efeito colateral, uma vez que não utiliza hormônios de nenhuma forma.

Apesar das vantagens, não é o mais indicado para evitar uma gravidez, se este for o seu objetivo. Para que os resultados sejam o mais próximo possível da realidade, o ciclo da mulher deve ser regular e ela precisa saber com clareza quando ele começa e termina.

O fato é que a maioria das mulheres possuem ciclos variados e muitas outras apresentam ciclos completamente irregulares, sendo quase impossível prever quando elas estarão férteis ou não. 

Sem contar o fato de que até os ciclos regulares podem sofrer alterações naturais, biológicas comuns do nosso organismo. Por isso, optar apenas pela tabelinha como um método contraceptivo é bastante arriscado.

Se você não deseja engravidar de jeito nenhum, é recomendado o uso de outros métodos contraceptivos, ainda que aliados, na prevenção da gravidez. Já se o seu objetivo é aumentar as chances de uma gestação, sem pressa, a tabelinha pode ajudar.

Para ambos os casos, também é recomendado o uso de aplicativos que acompanham as datas da menstruação. São ferramentas muito fáceis de usar e que ajudam a mulher a ter uma orientação melhor, mais específica sobre o ciclo.

A calculadora do período fértil, por exemplo, é um dispositivo que auxilia a mulher a descobrir quando ela está ovulando, mesmo que tenha ciclos menstruais irregulares.

Tabelinha e as DST’s

É preciso lembrar que quando usada como um método contraceptivo, a tabelinha não protege dos riscos da infecção da mulher e do homem pelas doenças sexualmente transmissíveis. Essas doenças seriam facilmente prevenidas com o uso do preservativo masculino ou feminino.

Esse é um fator que também deve ser levado em consideração na hora de optar por uma forma de prevenir a gravidez. Mais importante do que engravidar ou evitar uma gravidez é cuidar com carinho e responsabilidade da sua saúde íntima, evitando o contágio de doenças venéreas.

Hoje você viu como calcular a tabelinha corretamente e de que forma ela pode ajudar você a conhecer mais o seu corpo e o seu ciclo menstrual. Contudo, espero ter ficado claro que esse método não é considerado o mais indicado para prevenir uma gravidez, visto que é muito instável e depende exclusivamente de um ciclo regular, o que é um pouco raro na maioria das mulheres.

Para informações precisas sobre fertilidade, métodos contraceptivos e demais questões relacionadas à sexualidade da mulher, procure um ginecologista e tire as suas dúvidas.

 

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Categories: Medicina

Os 5 melhores aplicativos de meditação em 2021

vascular.pro - Tue, 06/22/2021 - 13:01

A meditação está ligada a uma enorme variedade de benefícios para a saúde física e mental, desde a redução do estresse e da ansiedade até uma autoconsciência mais profunda e um maior período de atenção. Embora nunca tenha sido tão popular, a meditação regular pode ser um hábito difícil de construir—e falo isso por experiência própria.

Há muitos aplicativos de meditação disponíveis agora que afirmam tornar mais fácil aprender a meditar—e alguns deles realmente fazem isso. Peguei mais de 25 dos mais populares e os testei. Estes são os cinco melhores aplicativos de meditação.

Os melhores aplicativos de meditação

  • Headspace para iniciantes em meditação
  • Calm para pessoas que sofrem para relaxar ou dormir
  • Insight Timer como o melhor aplicativo de meditação gratuito
  • Ten Percent Happier para os céticos da meditação
  • Waking Up para explorar a ciência e a filosofia da meditação

O que torna um ótimo aplicativo de meditação?

A meditação é uma ideia simples a princípio: se sentar quietamente, se concentrando completamente em algo como sua respiração, o som de um sino ou a sensação física de seu corpo. Mas é difícil fazer na prática. É fácil se sentir como se estivesse fazendo algo errado, ficar distraído ou desanimado e simplesmente desistir. (Novamente, eu sei—desisti muitas vezes.)

Os melhores aplicativos de meditação ajudam você a trabalhar tudo isso, especialmente se você está apenas começando.

  • Todos os aplicativos em nossa lista têm algum tipo de curso ou programa guiado para iniciantes que o leva através dos princípios básicos da meditação de uma forma estruturada. Cada sessão é curta e se baseia na anterior, para que você não se sinta sobrecarregado.
  • Os melhores aplicativos de meditação também têm muitos conteúdos variados em que você pode progredir. Você pode se sentar silenciosamente para meditar sozinho se quiser, mas descobri que ainda me saio melhor com meditações guiadas (e a maioria das pessoas que conheço que meditam se sente da mesma forma). Fazer a mesma série de meditações dia após dia pode ser tedioso, então uma biblioteca de conteúdo profunda e regularmente atualizada ajuda bastante.
  • Muitos aplicativos também vão além da meditação com coisas como sons relaxantes, histórias para dormir, palestras teóricas e muito mais. É bom ter tudo isso—mas não eram essenciais para inclusão nesta lista.
  • Embora meditar possa ser uma experiência incrivelmente relaxante, usar um aplicativo mal projetado e duvidoso com certeza não é. Mais de um aplicativo não foi aprovado porque o uso era tão desagradável que neutralizou os benefícios que obtive com a meditação. Todos os aplicativos desta lista são bem feitos, fáceis de usar e não incomodam, então você não se importará de abri-los diariamente.
  • A meditação é uma habilidade profundamente pessoal e como você a desenvolve pode depender muito de seu professor. O professor certo pode fazer com que o processo pareça fácil, enquanto o professor errado o fará desistir. Não importa o quão bem projetado seja um aplicativo, ele é inútil se você não gosta do estilo das meditações guiadas. Por esse motivo, um teste gratuito decente era um requerimento absoluto para poder ser incluído.
  • Por fim, a meditação é algo que deve ser acessível a todos, em qualquer lugar. Tentamos encontrar aplicativos que pudessem ser acessados ​​não apenas em smartphones, mas também em relógios inteligentes, alto-falantes inteligentes e navegadores da internet. Isso significa que você pode meditar de manhã sem pegar o telefone. Nem todos os aplicativos estão amplamente disponíveis como gostaríamos, mas todos os que estão nesta lista estão disponíveis ao menos para dispositivos iOS e Android.

Coloque nos comentários abaixo o aplicativo em português que você sugere.

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Categories: Medicina

Quais as chances de engravidar fora do período fértil?

Você já ouviu alguma mulher falar que engravidou fora do período fértil? É uma afirmação comum e gera muitas dúvidas, mas que, quase sempre, representa pouco conhecimento sobre o funcionamento do corpo feminino e seu sistema reprodutivo. Neste artigo, vamos falar se existem e quais as chances de engravidar fora do período fértil. Se você também tem essa dúvida, continue lendo.

O que é o período fértil

Para entender sobre gravidez fora do período fértil é preciso saber, antes, o que é esse tal período fértil. Bom, chamamos de período fértil aquele espaço de tempo em que a mulher pode engravidar. Isso porque é nessa fase que ocorre a ovulação.

Ovulação é o momento em que o ovário libera o óvulo que deverá ser fecundado pelo espermatozoide. Se esse encontro acontecer, uma gravidez começa a partir dali. Se o espermatozóide não penetrar o óvulo, ele é eliminado junto com a menstruação.

O período fértil acontece todos os meses, geralmente na metade do ciclo menstrual, e dura cerca de 5 dias. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina quando começa a menstruação seguinte.

Assim, o período fértil são aqueles 5 dias em que o corpo da mulher está com um óvulo disponível, pronto para receber o espermatozoide e iniciar uma gravidez. É o que acontece se essa mulher mantiver relações sexuais com seu parceiro, sem preservativo.

 

É possível engravidar fora do período fértil?

Depois de ter compreendido o que é o período fértil, é mais fácil saber por que não é possível engravidar fora dele. A fecundação é o encontro do gameta feminino (óvulo) com o gameta masculino (espermatozóide). A ausência de um dos dois gametas impossibilita a gravidez.

Mesmo que a mulher mantenha relações sexuais sem preservativo, ela não engravida se não houver um óvulo para ser fecundado. E esse óvulo só é liberado durante o período fértil. Então, é praticamente impossível engravidar fora do período fértil porque não ocorre ovulação.

Essa é uma das muitas diferenças entre o homem e a mulher quando o assunto é fertilidade. O homem produz espermatozóides o tempo inteiro, mas a mulher só ovula uma vez por mês e libera apenas um óvulo a cada período fértil.

Para que haja a gravidez, esses dois momentos devem coincidir.

Período fértil e ciclos irregulares

Como vimos, o período fértil, geralmente, acontece na metade do ciclo menstrual da mulher. Por que dizemos “geralmente”? Porque não é uma regra, visto que muitas mulheres possuem ciclos irregulares.

Algumas mulheres têm ciclos certinhos, de 25, 28 ou 30 dias, por exemplo. É mais fácil calcular o período fértil. Outras mulheres, no entanto, não seguem essa regularidade. Podem ter um ciclo de 25 dias, o próximo de 35 dias, o seguinte de 30 dias e assim por diante.

Nesse caso, é um pouco mais difícil identificar a ovulação. Muitas mulheres com ciclos irregulares se confundem na hora de calcular o período fértil, engravidam e acham que a fecundação aconteceu fora da ovulação. Na verdade, elas estavam no período fértil e, por isso, engravidaram.

 

Ciclos regulares também podem variar

Mulheres com ciclos regulares controlam mais facilmente o período fértil. Muitas delas conseguem identificar o melhor momento para manter relações sexuais e alcançar, ou evitar, a gravidez.

Contudo, erros também podem acontecer e a mulher pode se enganar em relação a essa contagem. Isso porque nenhum ciclo é 100% regular. Mesmo que haja uma variação bem pequena, ela pode acontecer.

Então, a mulher com ciclo regular também pode achar que engravidou fora do período fértil quando, na verdade, estava exatamente dentro do período da ovulação. Por isso, a gravidez se concretizou. É preciso que haja o gameta masculino e o feminino para a fecundação, lembra?

Tabelinha é um método bom para calcular o período fértil?

A tabelinha é um método muito utilizado pelas mulheres quando elas querem ter mais controle sobre o corpo e saber quando é possível engravidar ou não. Contudo, não é uma ferramenta 100% eficaz porque só funciona com um ciclo extremamente regular. Então, não engloba todas as mulheres.

Sem contar que até quem tem um ciclo regular pode sofrer variações por questões biológicas, o que invalida todo esse processo de controle de dias férteis ou inférteis.

Veja como saber se está no seu período fértil.

Relações sexuais fora do período fértil podem resultar em gravidez. Entenda.

Um acontecimento muito frequente e que talvez seja o que confunde muito a cabeça das mulheres é quando elas engravidam mesmo tendo mantido relações sexuais bem antes do seu período fértil. Quando isso acontece, elas acreditam que houve gravidez fora da ovulação.

É totalmente possível uma fecundação nessas condições. A mulher marca a sua tabelinha, identifica o período fértil e tem o cuidado de manter relações sexuais alguns dias antes da ovulação. Para sua surpresa, a gravidez acontece.

Nesse caso, a fecundação tem a ver com o tempo de vida do espermatozoide. Em condições saudáveis, e desde que encontre uma situação propícia para a sua sobrevivência, o espermatozóide permanece vivo e pronto para penetrar um óvulo por até 5 dias dentro do corpo da mulher. Veja a frequencia ideal de relações para conseguir uma gravidez.

Portanto, se o período fértil da mulher iniciou no dia 15, por exemplo, e ela manteve relações sexuais sem contraceptivo até o dia 10 ou 11, é possível que ocorra uma gravidez, já que o espermatozoide estará ativo até o dia 15 ou 16, dentro do seu corpo.

E é por isso que a mulher engravida mesmo sem manter relações sexuais dentro do seu período fértil, desde que esta relação tenha acontecido alguns dias antes. O espermatozoide continuou vivo, à espera do óvulo, e esse encontro acabou acontecendo logo que ela entrou no período fértil, quando ocorreu a ovulação.

Essa, aliás, é mais uma diferença entre a mulher e o homem em relação à fertilidade. Na mulher, o óvulo tem uma sobrevida de até 36 horas (cerca de um dia e meio), enquanto o espermatozoide pode sobreviver por até 120 horas (5 dias), mas em média 48 a 72 horas depois da ejaculação. Os espermatozoides que sobrevivem por mais tempo são os que carregam cromossomos X – se eles fecundarem um óvulo, darão origem a uma menina. Eles são mais lentos e economizam energia. Já os espermatozóides Y, que dão origem a meninos, são mais rápidos, gastam mais energia e vivem menos. 

Agora você já sabe quais as chances de engravidar fora do período fértil e entendeu que elas são quase inexistentes. Também descobriu os motivos pelos quais muitas mulheres acreditam que isso tenha acontecido com elas e que, na verdade, trata-se de um engano, falha na hora de calcular o ciclo menstrual ou por causa da sobrevida do espermatozóide. Para resultados mais precisos e honestos sobre fertilidade, converse com o seu ginecologista e tire todas as suas dúvidas.

 

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Categories: Medicina

Lipedemas afetam especialmente as mulheres?

vascular.pro - Mon, 06/21/2021 - 12:57

Se você já ouviu falar alguma vez sobre lipedema, deve ter percebido que a referência sempre é ao corpo feminino. Mulheres com pernas grossas, com grandes deposições de gordura e parte superior do corpo mais estreita são os exemplos mais comuns.

O fato é que, sim, as mulheres fazem parte do grupo que é afetado prioritariamente pelo lipedema. Estudos realizados por pesquisadores e médicos especialistas sugerem que cerca de 11% da população sofre com o lipedema, uma doença crônica que não tem cura.

Apesar da alta porcentagem, muitas dessas mulheres nem imaginam que têm o problema. Isso acontece porque o lipedema é facilmente confundido com outras doenças com sintomas semelhantes, como a obesidade e o linfedema.

Portanto, o número de mulheres com lipedema pode ser até maior do que o identificado, uma vez que faltam diagnósticos precisos que classifiquem a doença do jeito correto.

Médicos e pacientes precisam se atentar mais aos sintomas e, através de avaliações e exames, descobrir o que de fato está afetando aquela mulher. E, só a partir daí, indicar o tratamento adequado.

Por que o lipedema afeta as mulheres?

Cerca de 11% das mulheres têm o lipedema, como já foi dito. Raros são os casos em que os homens são afetados pela doença. Mas, por que isso acontece? Por que essa incidência tão grande e preponderante no público feminino?

Analisando as causas do lipedema, conseguimos identificar as razões pelas quais ele atinge prioritariamente as mulheres. Veja a seguir:

Forte fator genético

Uma das causas do lipedema é a predisposição genética. Cerca de 60% das mulheres já nascem com os genes que geram o acúmulo da gordura nas pernas. Esses genes, apesar de sabermos que existem, ainda não foram identificados. Desta forma, não há como alterá-los.

Portanto, uma mulher cuja mãe, tia ou avó tenha sofrido com o lipedema tem uma probabilidade muito grande de também apresentar a característica. Um detalhe importante é que o lipedema não se apresenta, necessariamente, em todas as gerações.

Pode ser que em uma ou outra geração da família ele não se desenvolva. Mas, isso não quer dizer que a doença não vá surgir nos próximos descendentes. É quase como uma característica genética que pode se manifestar ou não, mesmo com um intervalo de tempo grande entre os seus portadores.

Desencadeado por alterações hormonais

Até aqui você já sabe que o lipedema tem origem genética. Mas, quando ele começa a surgir de fato? O lipedema tem uma relação direta com a presença e desequilíbrio de alguns hormônios presentes fortemente no público feminino, que são os hormônios de crescimento e sexuais.

Por isso, o lipedema se manifesta após fases da mulher em que ela sofre com grandes alterações hormonais relacionadas ao desenvolvimento corporal e sexualidade. São elas:

Final da puberdade

Momento em que ocorre a transição da fase infantil para a adolescência. Geralmente, vai dos 8 aos 13 anos de idade nas mulheres. A adolescente começa a acumular gordura, e apresenta sinais leves do lipedema.

Gestação

Momento em que a mulher passa por uma grande mudança física e hormonal. Além de engordarem muito na gravidez, devido a razões próprias desta fase, as mulheres experimentam momentos de altos e baixos nos hormônios. É esse desnivelamento que faz surgir o lipedema.

Outro fator que pode piorar a doença é a depressão pós-parto, que faz com que as mulheres busquem na comida em excesso uma saída para a tristeza profunda e para as crises de ansiedade. As alterações que a gravidez provoca na vida da mulher são muito intensas.

Concluindo, a gravidez é um fator preponderante para o surgimento ou agravamento do lipedema. Inclusive, faz parte de vários relatos de mulheres que perceberam o aumento exacerbado de gordura nas pernas nessa fase da vida.

Menopausa

A menopausa é o período que marca o final do ciclo reprodutivo da mulher. A menstruação vai embora e os hormônios, mais uma vez, ficam bastante bagunçados. Também é um período propício para o lipedema aparecer. A menopausa acontece em média a partir dos 45 anos.

Observe os sinais e procure ajuda

Como identificar o lipedema e buscar ajuda? Apesar de ser confundido quase sempre com a obesidade e com o linfedema, os sintomas do lipedema possuem pontos distintos que facilitam a sua descoberta. Veja abaixo:

Gordura acumulada nas pernas

O principal sintoma do lipedema é a gordura que se deposita na região dos membros inferiores. Em alguns casos, pode atingir os braços também, mas não é tão comum. Por mais que faça dietas e perca peso, a mulher não consegue eliminar essa gordura das coxas.

Inchaço que não diminui

O inchaço se assemelha com retenção líquida, mas é diferente porque é um inchaço permanente. É um dos sintomas que confundem o lipedema com o linfedema.

Hematomas frequentes

Por causa da fragilidade capilar provocada pelo lipedema, a mulher apresenta manchas roxas constantes. Na maioria das vezes ela não sabe o que causou aquele hematoma. O que acontece é que, com a sensibilidade da região, qualquer atrito, por menor que seja, é capaz de formar lesões.

Dor nas pernas

A dor surge nos membros inferiores de forma generalizada, o que pode levar ao diagnóstico do linfedema por engano. Mesmo em repouso, as pernas doem. O joelho apresenta dor também e, além disso, as pernas ficam extremamente cansadas no final do dia.

Celulites em excesso

A celulite na mulher com lipedema acontece de forma exagerada. Quando apalpa as pernas, a mulher costuma sentir nódulos internos, muitas vezes doloridos.

Corpo assimétrico

Como se deposita nas pernas, o excesso de gordura deixa o corpo assimétrico. Ou seja, a parte de baixo do corpo é mais larga do que a parte de cima. É como se a parte superior não combinasse com a parte inferior, como se não pertencessem à mesma mulher.

Muitas mulheres já ouviram de médicos algumas afirmações como “emagreça que a gordura das pernas somem”, “é problema de família, não há o que fazer”, “é só gordura acumulada” etc. A verdade é que o lipedema é o acúmulo de gordura doente. Provoca dor e vários desconfortos, inclusive a perda da mobilidade. É uma doença crônica, que não tem cura, mas tem tratamento. Quanto mais rápido ela for descoberta, melhores serão os resultados. 

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Como eu sei que estou no meu período fértil?

O período fértil compreende uma fase do ciclo menstrual em que acontece a ovulação. Ou seja, é quando o óvulo é liberado pelo ovário para que seja fecundado pelo espermatozoide. Mas, como eu sei que estou no período fértil?

Você já deve ter feito essa pergunta algumas vezes. O fato é que fazer essa definição não é uma tarefa tão simples como muitas mulheres imaginam, principalmente porque o período fértil depende do ciclo menstrual da mulher. E esse ciclo não é igual para todas elas. Mesmo assim, existem algumas maneiras que podem facilitar essa descoberta. É sobre isso que falaremos a seguir.

O que é o período fértil?

O período fértil é o momento em que o corpo da mulher está propício para que uma gravidez aconteça. Ao manter relações íntimas nesse período, a mulher tem uma grande possibilidade de engravidar, se não tiver algum problema de fertilidade.

O período fértil dura entre 4 e 5 dias e acontece, quase sempre, no meio do ciclo menstrual. Nessa fase, o ovário libera um óvulo que fica disponível para fecundação. Se houver o encontro do óvulo com o espermatozoide, acontece a gravidez. Se não houver, o óvulo é eliminado junto com a menstruação.

Mesmo sendo uma condição natural da mulher, muitas delas não sabem o que é e nem para que serve o período fértil. 

Também acontece de a mulher manter um grande número de relações sexuais, a qualquer dia, acreditando que aumentando a quantidade, mais chances terá de engravidar. Porém, não é assim que funciona.

A mulher que deseja engravidar precisa manter relações íntimas dentro desse período, pois é apenas no período fértil que a gestação pode se concretizar.

Ciclo menstrual e período fértil

O período fértil de cada mulher depende da duração do seu ciclo menstrual. O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina no começo da menstruação seguinte. Veja abaixo alguns exemplos que facilitarão a sua compreensão:

Ciclo de 28 dias

Considerado o mais comum entre as mulheres, o ciclo de 28 dias apresenta o período fértil entre o 10° e o 14° dia.

Ciclo de 20 ou 25 dias

Quem tem um ciclo mais curto, costuma ter o período fértil entre o 8° e o 10° dia.

Ciclo de 30 ou 35 dias

Já quem tem um ciclo mais longo, apresenta o período fértil entre o 15° até o 19° dia.

Ciclo irregular

E quem tem um ciclo irregular? Como faz para calcular? O ciclo irregular é diferente porque não apresenta uma data fixa para começar e terminar. A mulher pode ter um ciclo de 28 dias, depois um ciclo de 20 dias, seguido de um ciclo de 35 dias, por exemplo.

Nesse caso, o ideal é que ela faça um cálculo médio dos últimos seis meses para ter uma previsão de quando estará ovulando. Ou, usar a calculadora do período fértil, da qual falaremos mais adiante.

Como eu sei que estou no período fértil?

Ainda não está certa quanto ao cálculo do seu período fértil de acordo com o ciclo menstrual? A seguir, mais três dicas que podem ajudar você a tirar essa dúvida: a observação dos sinais do seu corpo, o uso de uma calculadora de período fértil e um teste de farmácia. Confira.

  1. Sinais de que seu corpo está no período fértil

Por ser um momento em que o corpo se torna apto para uma gestação, o organismo costuma apresentar alterações que podem ser percebidas por algumas mulheres. As mais comuns são:

Secreção vaginal mais densa: o muco vaginal nesse período aumenta, e fica mais espesso e resistente, pois também é usado para facilitar o acesso do espermatozoide ao óvulo.

Aumento do desejo sexual: causado devido à elevação da produção da progesterona, que acontece durante esse período de ovulação.

Aumento leve da temperatura: uma alteração também derivada do nível alto de progesterona, que pode ser verificada com a ajuda de um termômetro.

Aumento do apetite: algumas mulheres sentem mais fome durante o período fértil porque o organismo gasta uma quantidade maior de energia na produção e liberação dos óvulos. A preferência costuma ser por alimentos gordurosos e açucarados.

Dor pélvica: caracterizada como uma dor aguda, porém leve, e de curta duração. Também chamada de dor do meio, costuma acontecer na metade do ciclo menstrual.

  1. Calculadora do período fértil

Uma ferramenta que pode ajudar bastante na hora de saber se o seu corpo está pronto para uma fecundação é a calculadora do período fértil. Para isso, basta inserir os dados da sua última menstruação, com o início e o final de cada ciclo.

Em resposta, você recebe a data provável em que seu corpo estará ovulando, o momento ideal para manter relações sexuais sem preservativo e aumentar as chances de uma gravidez.

Veja nossa calculadora de fertilidade.

  1. Teste de ovulação

O teste de ovulação é encontrado facilmente em drogarias e tem resultados excelentes quanto à detecção do período fértil. O teste, também chamado de Teste de LH, identifica o aumento de um hormônio responsável pelo amadurecimento dos folículos, o hormônio luteinizante.

É possível engravidar fora do período fértil?

É possível que a mulher engravide mesmo tendo mantido relações antes do seu período fértil. Como assim? O que acontece é que o espermatozoide permanece vivo dentro do útero da mulher por 3 ou 4 dias e pode coincidir dele encontrar um óvulo que foi liberado cerca de 1, 2 ou 3 dias após a relação sexual.

Suponhamos que uma mulher se relacionou sexualmente com um homem em um dia x, sem preservativo. 3 dias depois, ela começou a ovular. Nesse dia, o óvulo foi fecundado pelo espermatozoide liberado lá atrás, gerando uma gravidez.

Assim, a mulher engravidou no seu período fértil, mas por meio de uma relação que aconteceu fora da ovulação.

Essas são as maneiras mais comuns, e utilizadas pela maioria das mulheres, para saber se estão ou não no período fértil. Obviamente, não são estratégias consideradas cem por cento eficazes, uma vez que estamos falando de alterações biológicas e que podem ser influenciadas por diversas questões do próprio organismo. Ainda assim, são táticas importantes para que a mulher conheça mais o seu corpo, descubra como ele funciona e aprenda a usá-lo a seu favor, especialmente quando desejar uma gravidez.

Por fim, a visita ao ginecologista não deve ser descartada. Ele é o profissional especialista no assunto e que pode tirar todas as dúvidas da mulher em relação à ovulação e fertilidade, podendo, inclusive, sugerir alternativas para acelerar a gestação, seja de modo natural ou artificial.

Veja o que pode impedir a ovulação.

 

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Entrevista sobre Lipedema na TV Thathi

vascular.pro - Fri, 06/18/2021 - 13:40

Entrevista sobre Lipedema com Prof. Dr. Alexandre Amato no Interação TV do grupo Thathi de Ribeirão Preto, dia 1/6/2021.

 

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Entrevista na rádio Clube FM Liberal Americana sobre Lipedema 9/6/2021

vascular.pro - Fri, 06/18/2021 - 13:34

Entrevista na rádio Clube FM Liberal Americana sobre Lipedema 9/6/2021 com o Prof. Dr. Alexandre Amato, especialista em Lipedema.

 

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Entrevista na Manhã da piedade sobre Lipedema 8/6/2021

vascular.pro - Fri, 06/18/2021 - 13:30

Entrevista sobre Lipedema no programa televisivo manha da piedade em 8/6/2021 com o especialista Prof. Dr. Alexandre Amato.

 

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O que pode impedir a ovulação?

A ovulação é uma das fases do ciclo menstrual da mulher. É o momento em que o ovário libera o óvulo em direção ao útero para que ele seja fecundado. Caso haja o encontro entre o óvulo e o espermatozoide, acontece a gravidez. Do contrário, o óvulo é liberado junto com a menstruação.

A ovulação é um acontecimento natural em mulheres saudáveis e acontece todos os meses, geralmente por volta da metade do ciclo menstrual. É o que também chamamos de período fértil, pois é quando há chances reais de uma mulher conseguir engravidar.

Entretanto, existem alguns fatores que podem impedir a ovulação e, consequentemente, atrapalhar a busca pela gravidez. Veja a seguir quais são as razões mais comuns que dificultam ou impossibilitam a fecundação e o que fazer em cada caso.

O que pode impedir a ovulação

Os fatores que impedem a ovulação, e consequentemente causam infertilidade, podem ser de ordem biológica, comportamental ou psicológica, como você verá a seguir:

Uso de anticoncepcional

Tanto o anticoncepcional oral quanto o anticoncepcional do tipo implante impedem a ovulação. Os dois produtos são responsáveis pela liberação de hormônios que restringem a liberação dos óvulos pelos ovários

A ação dos hormônios, contudo, ocorre apenas durante o uso da substância. Para reverter a situação e conseguir engravidar, a mulher deve deixar de ingerir ou de aplicar o contraceptivo. No seu próximo ciclo menstrual, a ovulação deve acontecer normalmente com grandes chances de uma gravidez natural, se essa mulher estiver em condições propícias para isso. Alterações hormonais

O desequilíbrio hormonal é um fator preponderante na ausência da ovulação. Isso porque a produção, maturação e liberação do óvulo dependem da ação de vários tipos de hormônios diferentes. Quando um desses falha, a ovulação não se concretiza.

Fazem parte da ovulação os seguintes hormônios, também chamados de hormônios da fertilidade:

  • Hormônio folículo estimulante (FSH): age estimulando o desenvolvimento do óvulo;
  • Hormônio luteinizante (LH): estimula a maturação do óvulo até a sua liberação;
  • Estrogênio: estimula o crescimento do LH, também influenciando no amadurecimento do óvulo.
  • Progesterona: prepara o corpo da mulher para uma provável gestação.

Mas, quais são as causas desse desequilíbrio hormonal? Essa alteração pode acontecer devido a situações diversas da vida da mulher, dentre as quais podemos citar:

  • Estresse;
  • Mudanças bruscas de peso, seja emagrecendo ou engordando rapidamente;
  • Prática de atividades físicas em excesso;
  • Ausência total de exercícios físicos.

O ideal é que a mulher mantenha uma rotina regular e equilibrada de exercícios físicos e alimentação saudável para que o corpo não sofra nenhuma alteração que possa comprometer a fertilidade.

SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos)

A SOP é uma doença provocada por distúrbios hormonais que geram o crescimento de cistos nos ovários, podendo impedir a ovulação, além de causar sintomas desagradáveis na mulher, como pelos no rosto, menstruação irregular e alterações de peso.

A SOP é uma dos problemas de fertilidade mais comuns em mulheres e muitas delas não sabem que têm o problema. É importante que a mulher observe o seu corpo e sua menstruação em busca de sinais da doença. 

E, caso esteja tentando engravidar, mas não obtenha sucesso, deve procurar um médico ginecologista o quanto antes para iniciar o tratamento adequado.

Ciclos menstruais irregulares

Chamamos de irregular um ciclo que não segue um padrão para começar e terminar. A ausência desse padrão compromete a ovulação que costuma ocorrer mensalmente.

O ciclo irregular é uma das consequências das alterações hormonais, mas também pode derivar de problemas alimentares, como dietas restritivas, perda excessiva de peso, exercícios físicos exaustivos, estresse e também doenças ginecológicas.

A endometriose, causa comum dos ciclos menstruais irregulares, pode atrapalhar não só a liberação do óvulo, mas também a fecundação e o crescimento do embrião.

A doença, aliás, é um dos principais obstáculos da gravidez, além de provocar sintomas extremamente desconfortáveis na mulher, como cólicas intensas e dor durante a relação sexual.

Cistos no ovário

Os cistos ovarianos são pequenas bolsas de líquido ou de material mais rígido que surgem na região dos ovários. Podem ser benignos e malignos e também atrapalham o ciclo menstrual da mulher, impedindo a ovulação regular.

Normalmente, os cistos não apresentam sintomas, mas quando existem se caracterizam por dores pélvicas e vaginais, sensação de peso no ventre, sangramento fora do período menstrual, menstruação irregular e pressão na hora da evacuação.

Idade e menopausa

À medida que a mulher vai envelhecendo, a sua reserva ovariana vai diminuindo. Isso quer dizer que a quantidade de óvulos fica menor com o passar do tempo. A partir dos 35 anos, esse fato se acentua, sendo ainda mais consistente a partir dos 40, 45 anos.

É nessa fase que a mulher entra na menopausa que é a ausência completa e definitiva da menstruação. A menopausa também pode aparecer de forma precoce, por volta dos 35 anos. Os sintomas mais comuns são ondas de calor, baixa libido, secura vaginal, dores de cabeça e insônia.

Anovulação

A anovulação é o nome da ausência da ovulação. Ou seja, é quando o ovário não consegue liberar o óvulo para a fecundação por causa de alguma doença, alteração hormonal ou também por hábitos pouco saudáveis, como alimentação errada ou exagero na prática de atividade física.

Amenorreia

É chamado de amenorreia o período em que a menstruação não acontece. A amenorreia é bastante comum no começo da menstruação, até os 16 anos da mulher. Mas também pode acontecer ao longo da sua vida, pelos mesmos motivos citados anteriormente.

Como saber se eu estou ovulando?

Algumas mulheres experimentam sintomas característicos da ovulação e que podem ser úteis na hora de identificar o melhor período para manter relações sexuais e engravidar. Assim, você pode observar se o seu corpo apresenta sinais, como:

  • Dor pélvica, em forma de pontada e com duração de cerca de um dia;
  • Muco vaginal mais grosso e pegajoso, parecido com uma gelatina;
  • Aumento da libido e do desejo sexual;
  • Aumento da temperatura corporal;
  • Aumento do apetite.

Para resultados mais precisos, a mulher pode realizar o teste de ovulação que mede o nível de LH, o hormônio luteinizante. Esse hormônio é produzido em alta quantidade durante o período fértil. O teste é encontrado em farmácias e oferece resultados bastante fidedignos.

Como vimos, existem diversos fatores que podem impedir a ovulação, desde alguns hábitos diários até doenças ginecológicas, além de alterações hormonais. Para um diagnóstico correto e individualizado, procure um ginecologista e descubra como ele pode ajudar você a engravidar mais rápido, ainda que apresente alguns dos obstáculos apresentados.

Leia também: Como lidar com os medos e expectativas do tratamento da fertilidade

e Como funciona a fertilização natural

 

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Qual é o período mais fértil para engravidar?

Saber qual é o período mais fértil para engravidar é importante para que a mulher aumente as chances de uma gestação. No entanto, nem todas as mulheres realmente sabem quais são os seus dias férteis ou se confundem com várias orientações diferentes. Se você também tem essa dúvida, veja a seguir como calcular o seu período fértil e como tirar melhor proveito dele.

O que significa período fértil?

O período fértil é o momento em que o corpo da mulher está propício para que ocorra uma fecundação. Ou seja, para que o gameta masculino (espermatozoide) encontre o gameta feminino (óvulo) e, dali, seja gerado um bebê. É o que também chamamos de ovulação.

Enquanto os homens não precisam se preocupar com período fértil, pois produzem espermatozoides o tempo inteiro, as mulheres devem ficar atentas. Esta fase acontece uma vez durante o mês, por volta da metade do ciclo menstrual e dura poucos dias.

A cada ciclo, um óvulo é liberado, podendo permanecer ativo por até 24 horas. Se for penetrado por um espermatozoide, temos o início de uma gravidez. Caso não seja fecundado, este óvulo se degenera e é liberado junto com a menstruação.

Com essa explicação fica mais fácil compreender a importância de identificar o período fértil para, a partir de então, manter relações sexuais e aumentar as chances de engravidar.

Período mais fértil para engravidar: como calcular

Como dissemos, o período fértil compreende o período ovulatório que, na maioria das mulheres, ocorre a partir do 12° até o 16° dia do ciclo menstrual.

Contudo, essa não é uma regra válida para todas as mulheres, já que os ciclos menstruais podem variar bastante. Vejamos alguns exemplos:

Uma mulher que tem um ciclo menstrual regular de 28 dias, tem o período fértil entre o 10° dia e o 14° dia do ciclo. Caso queira engravidar, deve manter relações sexuais com seu parceiro dentro dessa fase, de preferência em dias alternados, ou seja, um dia sim e outro, não.

Já uma mulher que possui um ciclo menstrual mais curto, de 20 ou de 25 dias, não vai ter o seu período fértil entre o 10° e o 14° dia. Nessa situação, ela tem que puxar um pouco mais pra trás. Assim, o seu momento mais fértil vai ser entre o 8° e o 10° dia. É o melhor momento para ter relações sexuais e conseguir fecundar o óvulo.

Também existem aquelas mulheres com ciclos mais longos, que duram de 30 a 35 dias. Nesse caso, ela deve jogar a contagem um pouco mais pra frente. O seu período fértil deverá compreender o 15° dia até o 19° dia. Nesses dias, é necessário manter relações íntimas também dia sim e dia não.

Período mais fértil para engravidar para quem tem ciclo irregular

O ciclo menstrual começa no primeiro dia da menstruação e termina quando começa o período menstrual seguinte. A mulher que tem o ciclo regular, consegue identificar e calcular facilmente quando será a sua próxima menstruação. Consequentemente, consegue saber o seu período fértil.

Já quem tem um ciclo irregular, não consegue ter uma previsão mais específica da sua próxima menstruação, porque ela não segue um ritmo possível de ser interpretado. Assim, é bem mais difícil prever o período mais propício para uma fecundação.

Nesses casos, o ideal é fazer o cálculo a partir de uma média dos ciclos menstruais dos últimos seis meses. Assim, é possível ter uma certa previsão de quando esta mulher estará ovulando.

Sinais que o corpo apresenta

Outra forma de identificar o período fértil, e que pode ser bem útil para muitas mulheres, é ficar atenta aos sinais que o corpo emite durante essa fase. Apesar de não ser comum a todas as mulheres, muitas delas relatam alterações no organismo durante a fase da ovulação. Os sinais mais comuns são:

Dor

Algumas mulheres relatam dor pélvica no meio do ciclo menstrual. É uma espécie de pontada, também chamada de dor do meio ou dor da ovulação. O incômodo costuma durar um dia ou um dia e meio.

Muco vaginal

O aumento do muco vaginal também é uma reação comum do corpo durante a ovulação. Acontece de a